O corte de gastos públicos decretado pelo presidente Lula, e que chegou a R$ 15,9 bilhões, reduziu a menos da metade o orçamento aprovado de investimento e custeio de sete ministérios. O de transportes foi uma das principais vítimas em volume de dinheiro – R$ 2,7 bilhões.
O decreto de Lula bloqueou para gastos o equivalente a 18% das despesas de investimento e custeio aprovadas por lei para 2005, e o Ministério dos Transportes, que tem uma fatia de mais de R$ 2 bilhões (ou 77%) do projeto-piloto negociado com o FMI (Fundo Monetário Internacional), não conseguiu escapar dos cortes (39%), embora tenha registrado o maior aumento de despesas autorizadas em relação aos gastos do ano passado (69%).








