Toyota investirá R$ 50 milhões na planta de Indaiatuba, SP, visando renovação do ciclo de vida do Corolla sedã

04/04/2022

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A Toyota do Brasil investirá R$ 50 milhões na sua fábrica localizada em Indaiatuba, SP, onde produz, desde 1998, o Corolla sedã para o território brasileiro e latino-americano. O aporte será fundamental para aquisição de novas tecnologias na linha de montagem da unidade, visando projeto de renovação do ciclo de vida da atual geração do modelo.

O anúncio reforça o compromisso da Toyota com o desenvolvimento do País, que vem se destacando por meio de uma série de investimentos no negócio nos últimos 10 anos. Assim, a companhia também segue a passos firmes no cumprimento de uma de suas principais missões: aumentar sua competitividade no mercado regional e global, ao manter uma operação moderna e estável, com mais produtividade e flexibilidade.

“Seguimos firmes em nossa estratégia de oferecer um veículo competitivo e atrativo aos nossos clientes de toda a América Latina. Há mais de 20 anos, nossa planta em Indaiatuba demonstra sua capacidade para gerar negócios de forma bem-sucedida. Isso porque damos maior importância aos planos que ultrapassam o curto prazo, e que se traduzem na confiança que nossos clientes e stakeholders depositam sobre a marca”, enfatiza Rafael Chang, presidente da Toyota do Brasil.

Vale ressaltar que, em 2019, a fabricante encerrou um ciclo de R$ 1 bilhão de investimento em Indaiatuba, que possibilitou a planta produzir a 12a geração do Corolla equipada, também, com tecnologia híbrida flex, tornando-se, assim, a primeira fábrica na América Latina a produzir um veículo eletrificado. A primeira etapa do plano terá início neste ano. 

O Corolla sedã do Brasil em Indaiatuba

Lançado em 20 de outubro de 1966 no Japão, o sedã Corolla é líder absoluto em vendas em todo o planeta e atingiu, em 2021, mais de 50 milhões de unidades vendidas no mundo, ao longo dos seus 55 anos de história. Com fabricação em 13 países, é comercializado em cerca de 150 mercados. 

Desde 1994, o modelo é vendido no Brasil. A produção nacional do icônico sedã teve início em 1998, ano de inauguração da planta de Indaiatuba. Em quase 25 anos de história, a linha produziu mais de 1,3 milhão de Corollas, que resultaram na venda de 1,15 milhão de  modelos, enquanto mais de 250.000 unidades foram exportadas para mercados da América Latina. Desde 2014, o Corolla de Indaiatuba lidera sua categoria, com média superior a 40% de market share.

Jornada em busca da competitividade

O recente investimento em Indaiatuba se soma a uma série de iniciativas da Toyota do Brasil na busca por mais competitividade no mercado brasileiro. Nesta trilha, em um intervalo de quatro meses, contando de novembro de 2021 até aqui, a fabricante iniciou outros dois projetos que põem em pauta sua própria capacidade de gerar alternativas, a fim de driblar o ambiente desfavorável aos negócios no âmbito nacional. 

Em novembro do ano passado, a marca iniciou o terceiro turno em Sorocaba, SP, iniciativa que colaborou para aumento de 30% no volume de produção anual da planta, além de gerar 550 contratações diretas. Assim, a Toyota passa a ter maior capacidade para ofertar veículos ao mercado doméstico e para exportação.

Seguindo mesmo ritmo da vocação exportadora, em fevereiro deste ano a marca anunciou acordo que colocará a planta de motores em Porto Feliz no mapa da cadeia global de suprimentos. Isso porque a unidade se prepara para, a partir de setembro 2022, exportar propulsores 2.0L para o mercado norte-americano, com volume de 45.600 unidades/ano. Para isso, a empresa abriu, ainda, 150 postos de trabalho direto.

“A despeito do ambiente desafiador para o negócio no Brasil, por conta da falta de previsibilidade e distorções tributárias criadas no passado, apostamos em nossa estratégia de longo prazo, que visa um crescimento sustentável. Seguiremos trabalhando, por meio do diálogo aberto e transparente com líderes da indústria, tomadores de decisões, sociedade civil e governos, para ajudar a transformar o panorama da indústria no nosso País”, conclui Chang.

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