Tecnologia e sustentabilidade moldam o futuro da logística rodoviária nacional

17/08/2023

A logística rodoviária nacional  tem impacto direto na economia do Brasil, cerca de 2/3 de todo o transporte brasileiro é feito via rodovias, enquanto nos Estado Unidos o número não chega a 1/3. Mas, depois da pandemia, o setor tem passado por novos desafios e enfrentado mudanças significativas para atender às novas demandas do consumidor, que está cada vez mais conectado. Desde mudanças na infraestrutura  até inovações tecnológicas, essas transformações modificam o funcionamento atual da logística.

Neste contexto, Bruno Cairo, CEO da Bulog, plataforma de logística que atua diretamente como transportadora e fornecedora de estrutura tecnológica e humanizada para fretes, aponta os pontos essenciais sobre o funcionamento e perspectivas futuras do setor, relacionados a tecnologia, sustentabilidade, infraestrutura e legislação.

Com os avanços constantes da tecnologia, ela se tornou um ponto catalisador para a entrega eficiente e rápida. “Sistemas de gestão de frotas, rastreamento em tempo real e otimização de rotas por meio de algoritmos avançados transformaram a eficiência das operações. Hoje, é possível ter uma comunicação mais rápida e precisa entre as partes da cadeia de suprimentos”, diz o empresário.

Além das inovações tecnológicas, a conscientização ambiental e a procura do consumidor por empresas que têm em suas agendas o meio ambiente tem levado negócios do setor a se tornarem cada vez mais sustentáveis. “Empresas ao redor do mundo têm buscado reduzir as emissões de carbono, por exemplo. Adotam medidas mais “limpas” para o meio ambiente, como veículos elétricos”.

Mesmo com um novo cenário sendo construído para a logística rodoviária, problemas antigos como a mudança frequente na legislação do setor ainda existem. “A logística rodoviária também está sujeita a regulamentos rígidos, incluindo  peso, limites de velocidade e requisitos de segurança. O cumprimento destas regras é essencial para garantir a segurança rodoviária e evitar penalizações. Mas, é essencial manter-se atualizado, pois novos decretos, regulamentações e demais alterações legislativas surgem com frequência”, complementa Bruno.

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