Comércio eletrônico registra aumento em abril e se torna alternativa em meio à pandemia do Coronavírus

25/05/2020

Com a adoção de medidas de distanciamento e restrição de circulação em espaços públicos completando dois meses sem a perspectiva de que a situação volte ao normal até o início do segundo semestre, o varejo brasileiro precisou se adaptar rapidamente ao ecommerce para sobreviverem no mercado.

Segundo dados divulgados em abril pela Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (Abcomm), as vendas pela internet aumentaram 30% em relação a março, e estima que o comércio eletrônico ganhou, ao menos, quatro milhões de novos clientes, com grandes chances de manterem o hábito depois que a crise do Covid-19 passar.

Porém, especialistas em varejo digital e empresários do setor de Tecnologia alertam que para atender um número tão considerável de clientes, é necessário que as empresas estejam preparadas para atender essa demanda que até então não estava prevista.

Um exemplo é o que comenta o CEO da TS Shara, Pedro Al Shara, fabricante nacional de equipamentos de proteção de energia: “Verificamos desde o início da quarentena, um aumento do movimento de migração de muitas varejistas que só mantinham a operação física tradicional para os canais digitais. É a Transformação Digital fazendo parte da realidade de fato, um projeto que vinha sendo adiado e que agora não pode mais esperar, pois se tratava da única forma de manter a operação funcionando”.

Na visão do executivo, as novas tecnologias têm sido uma aliada de muitos setores para enfrentar esse período difícil pelo qual o país atravessa e apesar de estar sendo executado de forma repentina é importante que seja realizado com muito planejamento e organização para que não haja outros problemas lá na frente. “Tudo deve ser planejado visando minimizar os riscos e perdas nesse momento onde qualquer prejuízo tem um impacto enorme sobre a operação, isso envolve desde a gestão da empresa até a infraestrutura necessária do ambiente TI para manter uma operação virtual rodando de forma segura e ininterrupta”, destaca o CEO da TS Shara.

Infraestrutura do ambiente de TI

Apesar de ser um novo modelo de atuação para muitos empresários e setores, uma loja virtual requer os mesmos cuidados e preocupações de uma loja convencional. A conexão constante com a internet e energia elétrica são recursos essenciais para manter a plataforma online funcionando e, garantir, dessa forma, o acesso aos arquivos importantes e o contato constante com os clientes, ou seja, uma infraestrutura do ambiente de TI bem dimensionada para a finalidade-fim é fundamental para garantir o sucesso da operação digital, entre as quais uma operação de ecommerce não pode deixar de prever:

– Alta disponibilidade de Internet – Existem serviços especializados no mercado de Telecom que garantem links dedicados de internet de alta velocidade e redundância para alta disponibilidade para que nunca haja falta de conexão de dados, garantindo assim a permanência das atividades, bem como suporte técnico e segurança.

– Proteção de Energia – Tais prevenções também devem levar em consideração os blecautes ocasionais, ou apagões causados pelas quedas frequentes na rede elétrica, além dos picos de conexão com a rede, devido ao aumento do uso desses serviços essenciais nos últimos meses. Uma opção para minimizar problemas nessas situações são os equipamentos de proteção de energia, como é o caso dos nobreaks e estabilizadores de tensão. Muito mais do que apenas fornecer energia contínua após apagões, o nobreak também é responsável por manter a qualidade da rede elétrica. Nesse caso, o dispositivo funciona como um regulador de tensão, entregando uma energia ‘limpa’ que chega aos aparelhos eletrônicos, como desktops e notebooks, para servir como uma proteção extra contra oscilações que podem prejudicar a vida útil dos equipamentos.

“Engana-se quem pensa que esses equipamentos são indicados somente para empresas da área de tecnologia. Qualquer negócio que possua máquinas mais sensíveis à energia pode investir nesses dispositivos de proteção de energia, especialmente neste momento em que muitos consumidores estão concentrando e estruturando suas atividades profissionais e até comerciais em suas residências transformando-as em homeoffices”, conclui Al Shara.

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