VW Caminhões e Ônibus tem novos serviços digitais para clientes Volksbus

19/09/2022

A Volkswagen Caminhões e Ônibus investe constantemente na oferta de serviços digitais e está com uma ampla gama de canais de atendimento para os clientes Volksbus, buscando disponibilizar serviços cada vez mais tecnológicos e eficientes.

Começando pelo mais novo canal digital que unifica todos os meios de comunicação entre a VWCO e seu público final: o WhatsApp. Agora, através do número (11) 5582 – 5600, os clientes Volksbus podem acessar todos os serviços digitais disponíveis com apenas uma mensagem, tornando o atendimento prático, ágil e eficaz.

Os frotistas de ônibus VW também contam com o agendamento virtual, que oferece uma agenda 24 horas na qual o cliente pode marcar qualquer serviço em um só lugar, com a facilidade de escolher a concessionária que desejar, a data e o horário. Além disso, o assistente virtual, inteligência artificial no site da montadora, ajuda o cliente Volksbus direcionando-o para sua necessidade de atendimento.

O adesivo de pagamento automático ConectCar é uma ótima opção para o fretamento rodoviário, facilitando o tráfego em rodovias com pedágio e otimizando a produtividade do veículo nas estradas. Ao frotista ou motorista cabe somente solicitar a ativação do serviço por aplicativo no celular e fazer a escolha do plano. A parceria com a ConectCar prevê até 12 meses gratuitos da mensalidade e 30% de desconto após esse período.

E para facilitar ainda mais os atendimentos de socorro, os clientes Volksbus têm a possibilidade de adquirir em qualquer concessionária uma etiqueta com o QR Code que poderá ser colada no parabrisa da carroceria. Ao escanear a etiqueta pela câmera de seu telefone celular, o motorista tem acesso a todos os canais de atendimento da Volkswagen Caminhões e Ônibus: ChameVolks, assistente virtual, manual digital, agendamento digital, site e redes sociais VWCO, além de encontrar uma concessionária, tudo num só lugar, pelo seu telefone celular.

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A combinação de juros elevados e restrição ao crédito tem levado o setor de transporte rodoviário a buscar novas estratégias de geração de receita. Diante da queda nas vendas de caminhões, empresas da cadeia logística passaram a acelerar a adoção de modelos baseados em serviços e receita recorrente no transporte, com foco em maior previsibilidade financeira. De acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), as vendas de caminhões recuaram 34,6% em janeiro deste ano em relação a dezembro de 2025. Além disso, na comparação com janeiro do ano anterior, a retração foi de 30,14%. Esse cenário reforça a necessidade de diversificação das fontes de receita em um ambiente mais volátil. Nesse contexto, a mudança de modelo reflete uma tentativa de reduzir a dependência de vendas pontuais de ativos. Ao mesmo tempo, empresas passam a incorporar soluções tecnológicas embarcadas nas frotas não apenas para ganho operacional, mas também como nova fonte de faturamento para concessionárias, revendedores e companhias de software. Receita recorrente no transporte avança com uso de tecnologia logística Segundo Rony Neri, diretor-executivo LATAM da Platform Science, multinacional americana especializada em soluções de segurança e tecnologia para o setor de transporte, a lógica do mercado está em transformação. “A lógica do setor está mudando. Antes, a receita estava concentrada na venda do ativo. Agora, com o uso de tecnologia, é possível construir uma base recorrente de faturamento, mais previsível e menos exposta às oscilações do mercado”, afirma. A empresa atua no desenvolvimento de plataformas tecnológicas para gestão de frotas e segurança operacional, permitindo a integração de dados e serviços no ambiente logístico. Dessa forma, soluções como telemetria, videomonitoramento e plataformas digitais passam a viabilizar modelos de assinatura, ampliando o ticket médio e a retenção de clientes. “A tecnologia passa a funcionar como uma camada de inteligência que fortalece o negócio principal e cria novas oportunidades de receita ao longo do tempo”, reforça Neri. Além disso, o movimento também alcança o agronegócio, onde a digitalização da logística tem impacto direto nos custos operacionais. Com o uso de dados e monitoramento em tempo real, produtores e operadores conseguem reduzir desperdícios, evitar falhas mecânicas e aumentar a eficiência no transporte da safra. “Esses ganhos operacionais têm impacto direto na rentabilidade, especialmente em um cenário em que o custo logístico é um dos principais fatores de pressão para o produtor rural”, detalha o executivo. Para empresas de software, a incorporação de dados operacionais das frotas abre espaço para expansão de portfólio sem necessidade de novos investimentos em hardware. Assim, aumenta-se o valor agregado das plataformas e amplia-se a oferta de serviços. Por fim, o modelo de receita recorrente no transporte tende a apresentar maior estabilidade em comparação à comercialização de produtos físicos. A venda de serviços contínuos, baseada em assinaturas, contribui para reduzir a sazonalidade típica do setor e cria uma base mais previsível de faturamento ao longo do tempo. “A recorrência permite que empresas atravessem períodos de baixa venda de ativos sem perda significativa de receita. É uma mudança estrutural na forma como o setor captura valor”, finaliza Neri.
Queda nas vendas de caminhões impulsiona receita recorrente no transporte, sinaliza Platform Science

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