UNIKE Technologies lança solução de biometria facial para logística

28/03/2022

UNIKE 

A UNIKE Technologies, considerada a primeira FricTech do mundo e que utiliza tecnologias como inteligência artificial, visão computacional, autenticação/identificação por meio de biometrias para melhorar a experiência das pessoas em suas diversas jornadas do dia a dia, acaba de lançar a unike.LOG, solução para reduzir o contato físico e o tempo para acesso, identificação, marcação de ponto, entre outras atividades que fazem parte da rotina de indústrias e centros logísticos.

“Com o uso da tecnologia, é possível reduzir até 46% o tempo entre a chegada do trabalhador no Centro de Distribuição ou indústria e o início das tarefas do trabalho”, explica Anders Hartington, sócio fundador e diretor de operações da UNIKE Technologies.

Por meio do reconhecimento facial, implementado por câmeras e dispositivos móveis, o recurso permite melhorar o trabalho e processos com as soluções smart.ACCESS, que funciona como um sistema de cadastro único para registros e acesso; smart.PONTO, que realiza a marcação de ponto apenas com a face; e smart.START, que exibe a atribuição de cada colaborador.

Além de facilitar o dia a dia, a unike.LOG proporciona mais segurança e agilidade aos colaboradores, profissionais e visitantes. Com a utilização da tecnologia, capaz de processar imagens em milésimos de segundos, as empresas do setor logístico podem controlar de forma otimizada o acesso dos funcionários, evitando desperdício de tempo e consumo de horas extras, diz Hartington.

“Seja em indústrias ou em centros de distribuição, a logística é um dos principais pilares para o funcionamento de um negócio e, minimizar o tempo em processos internos, além de melhorar a experiência e a jornada de trabalho dos colaboradores, vai contribuir com ganhos financeiros e funcionais para o setor. Foi pensando nisso que focamos em criar uma solução que melhorasse as rotinas e reduzisse o atrito dentro dessas empresas”, completa o diretor de operações da UNIKE Technologies.

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A combinação de juros elevados e restrição ao crédito tem levado o setor de transporte rodoviário a buscar novas estratégias de geração de receita. Diante da queda nas vendas de caminhões, empresas da cadeia logística passaram a acelerar a adoção de modelos baseados em serviços e receita recorrente no transporte, com foco em maior previsibilidade financeira. De acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), as vendas de caminhões recuaram 34,6% em janeiro deste ano em relação a dezembro de 2025. Além disso, na comparação com janeiro do ano anterior, a retração foi de 30,14%. Esse cenário reforça a necessidade de diversificação das fontes de receita em um ambiente mais volátil. Nesse contexto, a mudança de modelo reflete uma tentativa de reduzir a dependência de vendas pontuais de ativos. Ao mesmo tempo, empresas passam a incorporar soluções tecnológicas embarcadas nas frotas não apenas para ganho operacional, mas também como nova fonte de faturamento para concessionárias, revendedores e companhias de software. Receita recorrente no transporte avança com uso de tecnologia logística Segundo Rony Neri, diretor-executivo LATAM da Platform Science, multinacional americana especializada em soluções de segurança e tecnologia para o setor de transporte, a lógica do mercado está em transformação. “A lógica do setor está mudando. Antes, a receita estava concentrada na venda do ativo. Agora, com o uso de tecnologia, é possível construir uma base recorrente de faturamento, mais previsível e menos exposta às oscilações do mercado”, afirma. A empresa atua no desenvolvimento de plataformas tecnológicas para gestão de frotas e segurança operacional, permitindo a integração de dados e serviços no ambiente logístico. Dessa forma, soluções como telemetria, videomonitoramento e plataformas digitais passam a viabilizar modelos de assinatura, ampliando o ticket médio e a retenção de clientes. “A tecnologia passa a funcionar como uma camada de inteligência que fortalece o negócio principal e cria novas oportunidades de receita ao longo do tempo”, reforça Neri. Além disso, o movimento também alcança o agronegócio, onde a digitalização da logística tem impacto direto nos custos operacionais. Com o uso de dados e monitoramento em tempo real, produtores e operadores conseguem reduzir desperdícios, evitar falhas mecânicas e aumentar a eficiência no transporte da safra. “Esses ganhos operacionais têm impacto direto na rentabilidade, especialmente em um cenário em que o custo logístico é um dos principais fatores de pressão para o produtor rural”, detalha o executivo. Para empresas de software, a incorporação de dados operacionais das frotas abre espaço para expansão de portfólio sem necessidade de novos investimentos em hardware. Assim, aumenta-se o valor agregado das plataformas e amplia-se a oferta de serviços. Por fim, o modelo de receita recorrente no transporte tende a apresentar maior estabilidade em comparação à comercialização de produtos físicos. A venda de serviços contínuos, baseada em assinaturas, contribui para reduzir a sazonalidade típica do setor e cria uma base mais previsível de faturamento ao longo do tempo. “A recorrência permite que empresas atravessem períodos de baixa venda de ativos sem perda significativa de receita. É uma mudança estrutural na forma como o setor captura valor”, finaliza Neri.
Queda nas vendas de caminhões impulsiona receita recorrente no transporte, sinaliza Platform Science

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