Tok&Stok inaugura loja em Cuiabá após sucesso de quiosque no local

16/07/2019

Na noite da última terça-feira, 9, a Tok&Stok inaugurou sua primeira loja em Cuiabá. Localizada no Shopping Estação Cuiabá, a unidade possui mais de dois mil metros quadrados e conta com gama completa de móveis e acessórios da marca. São mais de oito mil itens entre móveis e artigos de decoração, além de 50 ambientes montados para inspirar os clientes. O evento de inauguração recebeu convidados da marca e contou com palestra da artista plástica e arquiteta Patrícia Pomerantzell, que abordou sobre o tema “Das pequenas às grandes mudanças: sua casa do seu jeito”.

A loja estará aberta para o público geral já nesta quarta-feira, 10.07. O cliente que comparecer nesta data, contará com uma promoção especial: todas as compras realizadas terão 10% do valor da nota em créditos a serem utilizados até o dia 10 de agosto.

Com 30 funcionários, o espaço oferece diversas inovações ao consumidor. Entre elas, o novo modelo de atendimento sem caixas, além de lounges de atendimento renovados. O pagamento das compras pode ser feito de duas maneiras: via totens, localizados na saída da loja, ou por meio da tecnologia TokPay, o novo payment 100% digital da Tok&Stok, que oferece mais parcelamento e aprovação de crédito mais rápida. Tudo realizado pelo próprio aplicativo, sem bandeira de cartão de crédito ou instituição financeira, tornando a experiência mais prática e digital. Para compras com entrega em casa, a loja atenderá o cliente localizado até 250km da unidade. Também será cobrado uma taxa de frete adicional para entregas fora da cidade de Cuiabá.

“Cuiabá tem crescido muito nos últimos anos e nossas pesquisas mais recentes nos indicaram um grande potencial de vendas tanto na cidade quanto no estado. Pudemos concluir que a Tok&Stok é marca bastante desejada pelo público local que é muito antenado nas tendências e nas novidades do design e da decoração”, afirma Juliano Hernandez, gerente geral de Engenharia, Expansão & Manutenção da Tok&Stok.

Expansão – Para iniciar o relacionamento com o cliente cuiabano, a marca inaugurou, em fevereiro deste ano, um quiosque no mesmo local. Com a chegada da loja, o modelo reduzido de vendas será deslocado para outra cidade. “Foi uma ótima surpresa a receptividade e aceitação da Tok&Stok junto aos clientes locais. Com a implementação do quiosque, pudemos observar que Cuiabá possui, realmente, uma demanda positiva para a marca”, afirma Maurício Ferro, gerente geral de Marketing & Comunicação Tok&Stok.

A inauguração da Tok&Stok Cuiabá faz parte do projeto de expansão da marca, com investimento tanto na abertura de novos pontos, como em melhorias no e-commerce, que representa, atualmente, 14% do negócio. Em 2019, serão sete novos pdv’s e um amplo investimento na melhoria da jornada de consumo dos clientes pautada no conceito da omnichalidade.

Serviço – Tok&Stok Cuiabá

Shopping Estação Cuiabá – Piso L1

Av. Miguel Sutil, 9300 – Santa Rosa, Cuiabá

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A combinação de juros elevados e restrição ao crédito tem levado o setor de transporte rodoviário a buscar novas estratégias de geração de receita. Diante da queda nas vendas de caminhões, empresas da cadeia logística passaram a acelerar a adoção de modelos baseados em serviços e receita recorrente no transporte, com foco em maior previsibilidade financeira. De acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), as vendas de caminhões recuaram 34,6% em janeiro deste ano em relação a dezembro de 2025. Além disso, na comparação com janeiro do ano anterior, a retração foi de 30,14%. Esse cenário reforça a necessidade de diversificação das fontes de receita em um ambiente mais volátil. Nesse contexto, a mudança de modelo reflete uma tentativa de reduzir a dependência de vendas pontuais de ativos. Ao mesmo tempo, empresas passam a incorporar soluções tecnológicas embarcadas nas frotas não apenas para ganho operacional, mas também como nova fonte de faturamento para concessionárias, revendedores e companhias de software. Receita recorrente no transporte avança com uso de tecnologia logística Segundo Rony Neri, diretor-executivo LATAM da Platform Science, multinacional americana especializada em soluções de segurança e tecnologia para o setor de transporte, a lógica do mercado está em transformação. “A lógica do setor está mudando. Antes, a receita estava concentrada na venda do ativo. Agora, com o uso de tecnologia, é possível construir uma base recorrente de faturamento, mais previsível e menos exposta às oscilações do mercado”, afirma. A empresa atua no desenvolvimento de plataformas tecnológicas para gestão de frotas e segurança operacional, permitindo a integração de dados e serviços no ambiente logístico. Dessa forma, soluções como telemetria, videomonitoramento e plataformas digitais passam a viabilizar modelos de assinatura, ampliando o ticket médio e a retenção de clientes. “A tecnologia passa a funcionar como uma camada de inteligência que fortalece o negócio principal e cria novas oportunidades de receita ao longo do tempo”, reforça Neri. Além disso, o movimento também alcança o agronegócio, onde a digitalização da logística tem impacto direto nos custos operacionais. Com o uso de dados e monitoramento em tempo real, produtores e operadores conseguem reduzir desperdícios, evitar falhas mecânicas e aumentar a eficiência no transporte da safra. “Esses ganhos operacionais têm impacto direto na rentabilidade, especialmente em um cenário em que o custo logístico é um dos principais fatores de pressão para o produtor rural”, detalha o executivo. Para empresas de software, a incorporação de dados operacionais das frotas abre espaço para expansão de portfólio sem necessidade de novos investimentos em hardware. Assim, aumenta-se o valor agregado das plataformas e amplia-se a oferta de serviços. Por fim, o modelo de receita recorrente no transporte tende a apresentar maior estabilidade em comparação à comercialização de produtos físicos. A venda de serviços contínuos, baseada em assinaturas, contribui para reduzir a sazonalidade típica do setor e cria uma base mais previsível de faturamento ao longo do tempo. “A recorrência permite que empresas atravessem períodos de baixa venda de ativos sem perda significativa de receita. É uma mudança estrutural na forma como o setor captura valor”, finaliza Neri.
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