Teste pioneiro da Omnilink abre possibilidades para Internet das Coisas no monitoramento de ativos

05/07/2016

As especificidades da tecnologia por trás da conectividade de dispositivos, seguindo a nova era da Internet das Coisas (Internet of Things -IoT), estiveram em evidência esta semana no evento realizado pela SIGFOX -provedora mundial de redes wireless dedicadas a IoT- e pela a WND do Brasil, em São Paulo. Reunindo diferentes companhias, como a Omnilink, e os principais especialistas mundiais sobre o assunto, o evento teve como objetivo jogar luz aos passos da implantação, da área e quantidade de estações base já instaladas, bem como dos detalhes técnicos e dos testes práticos já realizados visando novas aplicações no mercado brasileiro.

O IoT já está impactando e dando vida às coisas físicas e, em pouco tempo, irá impactar todas as indústrias, todas as empresas e todas as pessoas do mundo. Endossando esta previsão, estão diferentes pesquisas de mercado que apontam, por exemplo, que até 2020 serão mais de 20 bilhões de ”coisas” conectadas, segundo aposta estudo da Cisco.

Empresas como a Duodigit, focada no desenvolvimento de soluções tecnológicas de comunicação sem fio e controle de acesso – e a Omnilink, especializada na integração de soluções para segurança e prevenção de risco, gestão de frotas, monitoramento de veículos e telemetria, estão atentas a esse novo filão da gestão de ativos e, juntas, já apresentaram os resultados do teste pioneiro para rastreamento veicular. ”Não se trata de uma tecnologia concorrente às já existentes e os testes não vislumbraram compará-las, uma vez que o IoT vem para agregar a facilidade de conectividade onde, até então, haveria dificuldade de implementação”, afirma o diretor técnico da Duodigit, Luiz Henrique Correa Bernardes.

A realização do teste com a Omnilink está em linha com dos pilares estratégicos da empresa que foca em inovação orientada para o cliente, desenvolvendo soluções e serviços que atendam às crescentes demandas do mundo atual. De acordo com o presidente da Omnilink, Michel Levy, a Internet das Coisas possibilita conectar diferentes dispositivos e inovar com o monitoramento de diferentes tipos de ativos. ”As soluções IoT abrem possibilidades para explorarmos novos mercados, ampliando assim a atuação da Omnilink. Conectando e integrando diversos tipos de ativos, podemos continuar a trazer soluções para aumentar a eficiência e reduzir custos para os nossos clientes”, aponta Levy.

”A expertise da Omnilink em software embarcado e telecomunicações permitiu uma rápida integração ao módulo SIGFOX e os testes iniciais apontaram, além de um resultado positivo quanto a cobertura, pontos favoráveis como o tamanho do pacote, suficiente para a Internet das Coisas IOT, a latência, ou seja, o tempo de resposta adequado para este tipo de aplicação (20 segundos). Além disso, o backend permitiu um diagnóstico em tempo real”, detalha o gerente de software da Omnilink, Pedro Pedruzzi.

”Sem dúvida este é um momento de quebra de paradigmas que, atrelado à questão técnica de baixa transmissão de dados versus a necessidade de pulverização do acesso, com instalação de mais estações base, nos faz realizar esse evento e alertar sobre a importância em sermos céleres, já que as oportunidades são muitas”, afirmou o CEO da WND do Brasil, Francisco de Sales Cavalcanti.

O grande chamariz para as aplicações IoT é a questão do preço. Com custo significativamente menor no comparativo com a transmissão via Satélite ou GPRS, justamente por requerer uma banda de transmissão de dados menor, menos hardware, menor custo de energia e plano de consumo mensal adequado a essas características, possibilita a conexão de ”coisas” que outrora ficariam inviabilizadas pelo preço.

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