Sompo Seguros promove live sobre os impactos e perspectivas para o varejo no “novo normal”

01/07/2020

A Sompo Seguros, empresa do Grupo Sompo Holdings – um dos maiores grupos seguradores do mundo –, reúne no próximo dia 1 de julho, às 17h00, lideranças e especialistas numa live para debater o impacto do isolamento social e as tendências para o mercado de varejo no período pós-pandemia.

Na ocasião, especialistas da consultoria PwC, Cielo e Associação Paulista de Supermercados (APAS) abordam as Tendências do mercado de varejo no novo normal – Entenda como as empresas do setor estão se preparando para o cenário pós-pandemia. O evento online e gratuito vai contar com a mediação de Francisco Caiuby Vidigal Filho, presidente da Sompo Seguros. Para participar, basta acessar o link https://bit.ly/SompoLvVarejo na data e horário agendados.

No encontro voltado aos profissionais que atuam nas cadeias produtivas de Varejo e Seguros, serão apresentadas as percepções de especialistas sobre o comportamento do consumidor e as tendências frente ao cenário econômico e perspectivas de retomada de negócios no período pós-pandemia.

David Morrell, sócio da consultoria PwC, aborda a Transformação Digital – Expectativa e comportamentos pós-pandemia. Já Carolina Rocco, coordenadora do time de Business Analytics na Cielo, apresenta os Indicadores do impacto da COVID-19 no varejo brasileiro com base nos acompanhamentos feitos pela empresa líder em pagamentos eletrônicos no Brasil e na América Latina. Em Um setor essencial e o novo comportamento do consumidor, Carlos Correa, superintendente da Associação Paulista de Supermercados (APAS), se vale de mais de 20 anos de atuação no varejo para analisar os reflexos do “novo normal” para as estratégias de desenvolvimento do segmento.

 

 

Serviço:

 

Tendências do mercado de varejo no novo normal – Entenda como as empresas do setor estão e preparando para o cenário pós-pandemia

Data: 01/07

Horário: 17h00

Mediação: Francisco Caiuby Vidigal Filho (Kiko) – Presidente da Sompo Seguros

Valor: Gratuito

Acesso no horário do evento: https://bit.ly/SompoLvVarejo

 

 

Temas:

 

Transformação Digital – Expectativa e comportamentos pós-pandemia

Apresentação: David Morrell – sócio da consultoria PwC, atua na transformação de negócios, digital, experiência dos clientes e inovação com foco em vendas, marketing e tecnologia.

Indicadores do impacto da COVID-19 no varejo brasileiro

Apresentação: Carolina Rocco – coordenadora do time de Business Analytics na Cielo, responsável pela produção do ICVA (Índice Cielo do Varejo Ampliado e estudo semanal que mede o impacto da crise do COVID-19 no Varejo Brasileiro

Um setor essencial e o novo comportamento do consumidor

Apresentação: Carlos Correa – Superintendente da Associação Paulista de Supermercados (APAS), responsável pela coordenação de todos os projetos interdepartamentais e setoriais da entidade. Também é conselheiro da Fundação de Desenvolvimento da Pesquisa do Agronegócio – FUNDEPAG.

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A combinação de juros elevados e restrição ao crédito tem levado o setor de transporte rodoviário a buscar novas estratégias de geração de receita. Diante da queda nas vendas de caminhões, empresas da cadeia logística passaram a acelerar a adoção de modelos baseados em serviços e receita recorrente no transporte, com foco em maior previsibilidade financeira. De acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), as vendas de caminhões recuaram 34,6% em janeiro deste ano em relação a dezembro de 2025. Além disso, na comparação com janeiro do ano anterior, a retração foi de 30,14%. Esse cenário reforça a necessidade de diversificação das fontes de receita em um ambiente mais volátil. Nesse contexto, a mudança de modelo reflete uma tentativa de reduzir a dependência de vendas pontuais de ativos. Ao mesmo tempo, empresas passam a incorporar soluções tecnológicas embarcadas nas frotas não apenas para ganho operacional, mas também como nova fonte de faturamento para concessionárias, revendedores e companhias de software. Receita recorrente no transporte avança com uso de tecnologia logística Segundo Rony Neri, diretor-executivo LATAM da Platform Science, multinacional americana especializada em soluções de segurança e tecnologia para o setor de transporte, a lógica do mercado está em transformação. “A lógica do setor está mudando. Antes, a receita estava concentrada na venda do ativo. Agora, com o uso de tecnologia, é possível construir uma base recorrente de faturamento, mais previsível e menos exposta às oscilações do mercado”, afirma. A empresa atua no desenvolvimento de plataformas tecnológicas para gestão de frotas e segurança operacional, permitindo a integração de dados e serviços no ambiente logístico. Dessa forma, soluções como telemetria, videomonitoramento e plataformas digitais passam a viabilizar modelos de assinatura, ampliando o ticket médio e a retenção de clientes. “A tecnologia passa a funcionar como uma camada de inteligência que fortalece o negócio principal e cria novas oportunidades de receita ao longo do tempo”, reforça Neri. Além disso, o movimento também alcança o agronegócio, onde a digitalização da logística tem impacto direto nos custos operacionais. Com o uso de dados e monitoramento em tempo real, produtores e operadores conseguem reduzir desperdícios, evitar falhas mecânicas e aumentar a eficiência no transporte da safra. “Esses ganhos operacionais têm impacto direto na rentabilidade, especialmente em um cenário em que o custo logístico é um dos principais fatores de pressão para o produtor rural”, detalha o executivo. Para empresas de software, a incorporação de dados operacionais das frotas abre espaço para expansão de portfólio sem necessidade de novos investimentos em hardware. Assim, aumenta-se o valor agregado das plataformas e amplia-se a oferta de serviços. Por fim, o modelo de receita recorrente no transporte tende a apresentar maior estabilidade em comparação à comercialização de produtos físicos. A venda de serviços contínuos, baseada em assinaturas, contribui para reduzir a sazonalidade típica do setor e cria uma base mais previsível de faturamento ao longo do tempo. “A recorrência permite que empresas atravessem períodos de baixa venda de ativos sem perda significativa de receita. É uma mudança estrutural na forma como o setor captura valor”, finaliza Neri.
Queda nas vendas de caminhões impulsiona receita recorrente no transporte, sinaliza Platform Science

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