Senior anuncia plataforma para pequenos supermercados

03/08/2018

De acordo com dados do Sebrae, existem 76 mil varejistas de pequeno porte no Brasil, com até quatro check-outs (PDVs), que atendem 90% do mercado brasileiro. Pensando nesse público, a Senior, empresa referência nacional em tecnologia para gestão, passa a oferecer uma versão simplificada e eficaz de sua solução Gestão de Supermercados voltada a pequenos varejistas com uma loja e até cinco check-outs (PDVs).

Ideal para negócios em desenvolvimento, este modelo de comercialização é voltado a empresas que buscam agilidade e gestão eficaz. O objetivo é atender este público de forma rápida, com soluções diferenciadas de baixo custo, que tragam informações de gestão em tempo real, agilizem a entrega das obrigações legais (SPEDs), organizem a entrada de notas fiscais, façam o controle de estoques, auxiliem na formação de preços, entre outras funções.

“Geralmente, os pequenos varejos são negócios familiares, compostos por profissionais com pouco tempo para se dedicar à gestão, uma vez que preferem focar seu tempo no atendimento pessoal de seus clientes. Com este modelo de comercialização da solução, facilitamos o acesso destes comerciantes a tecnologias inovadoras de gestão com um valor competitivo, ajudando-os a conferir agilidade nas vendas e a padronizar processos”, explica Anísio Iahn, Diretor de Varejo – Supermercados da Senior.

“Hoje os varejos buscam no mercado soluções que transformem consumidores em clientes, conseguindo gerar dados rapidamente, para individualizar o relacionamento com o seu principal bem: o cliente. E esse é o principal benefício da nossa solução para pequenos supermercados”, complementa Alvaro Teno, Especialista do Segmento Varejo da Senior.

A Senior reconhece as margens apertadas do setor, por isso lança mão dessa versão da sua solução. Chamado de Starter, o modelo de comercialização por assinatura da solução Gestão de Supermercado conta com implantação remota e requer o treinamento (que fica disponível para o Supermercadistas realizar a qualquer momento) de apenas um usuário como administrador. A solução promove agilidade nas vendas e padronização dos processos, auxiliando o varejista no dia a dia do negócio, desde a análise da necessidade de compras até o controle financeiro dos pedidos.

“Com esta nova modalidade de assinatura, queremos ajudar o pequeno varejista a ganhar tempo para se dedicar ao que realmente importa, que é fazer a empresa crescer”, finaliza Anísio. O novo modelo de contratação já está disponível pelo site https://www.senior.com.br/.

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A combinação de juros elevados e restrição ao crédito tem levado o setor de transporte rodoviário a buscar novas estratégias de geração de receita. Diante da queda nas vendas de caminhões, empresas da cadeia logística passaram a acelerar a adoção de modelos baseados em serviços e receita recorrente no transporte, com foco em maior previsibilidade financeira. De acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), as vendas de caminhões recuaram 34,6% em janeiro deste ano em relação a dezembro de 2025. Além disso, na comparação com janeiro do ano anterior, a retração foi de 30,14%. Esse cenário reforça a necessidade de diversificação das fontes de receita em um ambiente mais volátil. Nesse contexto, a mudança de modelo reflete uma tentativa de reduzir a dependência de vendas pontuais de ativos. Ao mesmo tempo, empresas passam a incorporar soluções tecnológicas embarcadas nas frotas não apenas para ganho operacional, mas também como nova fonte de faturamento para concessionárias, revendedores e companhias de software. Receita recorrente no transporte avança com uso de tecnologia logística Segundo Rony Neri, diretor-executivo LATAM da Platform Science, multinacional americana especializada em soluções de segurança e tecnologia para o setor de transporte, a lógica do mercado está em transformação. “A lógica do setor está mudando. Antes, a receita estava concentrada na venda do ativo. Agora, com o uso de tecnologia, é possível construir uma base recorrente de faturamento, mais previsível e menos exposta às oscilações do mercado”, afirma. A empresa atua no desenvolvimento de plataformas tecnológicas para gestão de frotas e segurança operacional, permitindo a integração de dados e serviços no ambiente logístico. Dessa forma, soluções como telemetria, videomonitoramento e plataformas digitais passam a viabilizar modelos de assinatura, ampliando o ticket médio e a retenção de clientes. “A tecnologia passa a funcionar como uma camada de inteligência que fortalece o negócio principal e cria novas oportunidades de receita ao longo do tempo”, reforça Neri. Além disso, o movimento também alcança o agronegócio, onde a digitalização da logística tem impacto direto nos custos operacionais. Com o uso de dados e monitoramento em tempo real, produtores e operadores conseguem reduzir desperdícios, evitar falhas mecânicas e aumentar a eficiência no transporte da safra. “Esses ganhos operacionais têm impacto direto na rentabilidade, especialmente em um cenário em que o custo logístico é um dos principais fatores de pressão para o produtor rural”, detalha o executivo. Para empresas de software, a incorporação de dados operacionais das frotas abre espaço para expansão de portfólio sem necessidade de novos investimentos em hardware. Assim, aumenta-se o valor agregado das plataformas e amplia-se a oferta de serviços. Por fim, o modelo de receita recorrente no transporte tende a apresentar maior estabilidade em comparação à comercialização de produtos físicos. A venda de serviços contínuos, baseada em assinaturas, contribui para reduzir a sazonalidade típica do setor e cria uma base mais previsível de faturamento ao longo do tempo. “A recorrência permite que empresas atravessem períodos de baixa venda de ativos sem perda significativa de receita. É uma mudança estrutural na forma como o setor captura valor”, finaliza Neri.
Queda nas vendas de caminhões impulsiona receita recorrente no transporte, sinaliza Platform Science

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