Roldão Atacadista melhora entregas para o varejo com ACCERA

11/11/2016

Por meio do ACCERA DSI, solução que contempla a coleta e o compartilhamento de dados entre o atacado, o varejo e a indústria, além da consultoria da ACCERA voltada a um direcionamento estratégico através de análises dessas informações, o Roldão passou a receber alertas de indisponibilidade de produtos em gôndola e das possíveis causas dessa falta, contribuindo para tomadas de decisões gerenciais – identificação de gargalos comerciais, logísticos ou operacionais, por exemplo.

O gerente de Logística e Abastecimento do Roldão, Bernardo Barbosa Ibargoyen, afirma que o projeto da ACCERA auxiliou os clientes varejistas.

“Passamos a auxiliar as lojas numa boa operação, zelando pela entrega dos pedidos completos e na data, entendendo o comportamento das nossas lojas e consumidores”, comenta Ibargoyen.

O gerente também destaca o fato de a solução da ACCERA reunir os dados de atacado e varejo em uma mesma plataforma evitando o desalinhamento de informações, colocando todos os entes da cadeia “na mesma página”, o que melhora o entendimento dos dados e leva a decisões e ações mais assertivas.

Já Fabio Selingrin, diretor de TI do Roldão, destaca que gerar informação e inteligência para que a rede possa identificar e ajustar os principais pontos nas vendas ao consumo e compras do varejo, visando à satisfação do cliente e aumento das vendas, é o principal ponto do projeto.

“Possuir uma ferramenta que reproduz as causas e efeitos do sell in e sell out, com visões simples e objetivas, que permitem trilhar e investigar os pontos a serem tratados, de acordo com a estratégia da empresa, é fundamental”, destaca Selingrin.

Trazendo visibilidade sobre a disponibilidade de itens em gôndola, a solução da ACCERA também contribui para que o Roldão atenda melhor seu cliente varejista, evitando a falta de produtos nas lojas.

Entre outros recursos, o ACCERA DSI é capaz de indicar as principais causas da indisponibilidade de produtos nas gôndolas dos varejos. Com isto, é possível atuar na causa-raiz dos problemas, evitando-os e potencializando as vendas.

Trocando em miúdos, ao acompanhar o que o varejo dispõe na prateleira, o atacadista pode decidir melhor que produtos enviar a cada loja, melhorando o mix oferecido ao cliente final e, consequentemente, otimizando as vendas.

Somado a tudo isso a participação ativa da indústria potencializa os resultados dessa colaboração. Uma vez que na Plataforma ACCERA DSI indústria e varejo poderão acompanhar dados cuja raiz da informação é do varejo, ambos terão a possibilidade de uma utilização ativa que só tende a ampliar resultados – na execução em loja, nos alertas de pré-ruptura para as equipes de compradores e nas reuniões comerciais com a rede onde todos acessam um mesmo dado validado pelo varejo.

Para o varejo, saber o que não está na gôndola, mas está em estoque, melhora a execução na loja (organização e reposição de itens, por exemplo) evitando a perda de vendas. “Adicionando a colaboração com a indústria, nesse processo, ambos ganham em eficiência, pois O Roldão, por exemplo, terá um olhar voltado as multimarcas comercializadas, enquanto a indústria estará atenta ao desempenho das suas marcas”, destaca Claudia Fajuri, Diretora de Novos Negócios da ACCERA.

Por meio do ACCERA DSI, os clientes acessam dashboards, mapas e outras ferramentas de entrega de dados qualificados que possibilitam a tomada de decisões mais assertivas, gerando resultados comprovados, como até 50% de redução de rupturas (falta de produtos), o que pode representar ganho de vendas, já que o estudo OSA, conduzido pela ACCERA, mostra que mais de 70% dos consumidores muda de supermercado ou de marca ao não encontrar o produto que procura na prateleira, e que a causa de 62,2% da falta de itens em gôndola foi identificada no próprio ponto de venda, associada à falta de reposição ou a estoque virtual não ajustado no inventário.

Há 16 anos no mercado, a rede Roldão Atacadista emprega mais de 3.500 colaboradores diretos. O mix trabalhado inclui alimentos, bebidas, doces, salgados, descartáveis, itens para festas de aniversário, restaurante, lanchonete, pizzaria, bomboniere, culinaristas, cantina, mercearia, escritórios etc.

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A combinação de juros elevados e restrição ao crédito tem levado o setor de transporte rodoviário a buscar novas estratégias de geração de receita. Diante da queda nas vendas de caminhões, empresas da cadeia logística passaram a acelerar a adoção de modelos baseados em serviços e receita recorrente no transporte, com foco em maior previsibilidade financeira. De acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), as vendas de caminhões recuaram 34,6% em janeiro deste ano em relação a dezembro de 2025. Além disso, na comparação com janeiro do ano anterior, a retração foi de 30,14%. Esse cenário reforça a necessidade de diversificação das fontes de receita em um ambiente mais volátil. Nesse contexto, a mudança de modelo reflete uma tentativa de reduzir a dependência de vendas pontuais de ativos. Ao mesmo tempo, empresas passam a incorporar soluções tecnológicas embarcadas nas frotas não apenas para ganho operacional, mas também como nova fonte de faturamento para concessionárias, revendedores e companhias de software. Receita recorrente no transporte avança com uso de tecnologia logística Segundo Rony Neri, diretor-executivo LATAM da Platform Science, multinacional americana especializada em soluções de segurança e tecnologia para o setor de transporte, a lógica do mercado está em transformação. “A lógica do setor está mudando. Antes, a receita estava concentrada na venda do ativo. Agora, com o uso de tecnologia, é possível construir uma base recorrente de faturamento, mais previsível e menos exposta às oscilações do mercado”, afirma. A empresa atua no desenvolvimento de plataformas tecnológicas para gestão de frotas e segurança operacional, permitindo a integração de dados e serviços no ambiente logístico. Dessa forma, soluções como telemetria, videomonitoramento e plataformas digitais passam a viabilizar modelos de assinatura, ampliando o ticket médio e a retenção de clientes. “A tecnologia passa a funcionar como uma camada de inteligência que fortalece o negócio principal e cria novas oportunidades de receita ao longo do tempo”, reforça Neri. Além disso, o movimento também alcança o agronegócio, onde a digitalização da logística tem impacto direto nos custos operacionais. Com o uso de dados e monitoramento em tempo real, produtores e operadores conseguem reduzir desperdícios, evitar falhas mecânicas e aumentar a eficiência no transporte da safra. “Esses ganhos operacionais têm impacto direto na rentabilidade, especialmente em um cenário em que o custo logístico é um dos principais fatores de pressão para o produtor rural”, detalha o executivo. Para empresas de software, a incorporação de dados operacionais das frotas abre espaço para expansão de portfólio sem necessidade de novos investimentos em hardware. Assim, aumenta-se o valor agregado das plataformas e amplia-se a oferta de serviços. Por fim, o modelo de receita recorrente no transporte tende a apresentar maior estabilidade em comparação à comercialização de produtos físicos. A venda de serviços contínuos, baseada em assinaturas, contribui para reduzir a sazonalidade típica do setor e cria uma base mais previsível de faturamento ao longo do tempo. “A recorrência permite que empresas atravessem períodos de baixa venda de ativos sem perda significativa de receita. É uma mudança estrutural na forma como o setor captura valor”, finaliza Neri.
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