Retrak lança carregador de baterias inovador e amplia sua linha de acessórios para frota de empilhadeiras

05/10/2016

A RETRAK Empilhadeiras (www.retrak.com.br), empresa que loca e vende equipamentos para a movimentação de materiais da Linde e STILL, acaba de agregar a seu portfólio o Carregador Retrak F1. Este equipamento é resultado de investimentos no desenvolvimento de produtos para suporte à frota própria de locação com foco na segurança e no aumento da produtividade.

O carregador de baterias tracionárias modelo Retrak F1 é um equipamento projetado, segundo Sérgio Guimarães, diretor técnico da RETRAK e responsável pelos novos desenvolvimentos, com base em observações dos principais problemas registrados no uso de baterias tracionárias em campo. “As falhas humanas têm um caráter decisivo na segurança de operação e vida das baterias, tornando imprescindível a adoção de equipamentos automatizados que reduzam os erros do operador”

Entre os destaques do Retrak F1 que o tornam inovador estão:

Abastecimento de água sem intervenção humana: a bateria recebe água do carregador quando precisa e na quantidade certa.

Cargas de equalização automáticas: impedem o desequilíbrio entre as células. O próprio carregador determina a necessidade e aplica a carga de equalização.

Término da carga por dV/dt: sistema que assegura a carga adequada para baterias de marcas e idades diferentes sem intervenção do operador.

Desconexão sem centelha: mesmo que o operador esqueça de desligar o carregador antes de retirar a tomada, o sistema “percebe” que o operador vai desconectá-la e desliga a corrente antes que isto ocorra. Não há centelhamento que poderia provocar a ignição do hidrogênio.

O diretor executivo da RETRAK, Fábio Pedrão, comenta que uma das diretrizes da empresa é investir em pesquisa e desenvolvimento para manutenção e suporte à frota de locação, atualmente com mais de 2.000 equipamentos e que por isso, foi criada uma equipe dedicada a projetos especiais que, desde 2014, vem apresentando as novidades aos seus clientes. “Precisamos inovar e, como prestadores de serviços, isso vai além de manter a frota moderna: consiste também na criação de soluções que aumentem a segurança e rapidez nas operações e reduzam custos para o cliente”, afirma, destacando que os acessórios estão disponíveis apenas para os clientes de locação de frotas, não sendo comercializados.

Prata da casa
As baterias, de acordo com Sérgio Guimarães, foram o alvo inicial dos desenvolvimentos devido aos altos custos de manutenção. “O primeiro projeto que de fato concretizamos foi a Eco B, uma bateria ecológica que recebeu uma caixa com detalhes construtivos e revestimento especial para evitar a corrosão por ácido e subsequente vazamento”, destaca o executivo. “Depois focamos a troca de baterias sob dois aspectos: segurança e ergonomia. Daí nasceu o projeto do TAB. Da procura por maior segurança e economia para abastecimento de água das baterias, surgiu a UAA”.

A UAA (Unidade Autônoma de Abastecimento) facilita a operação de abastecimento de água da bateria e promove
ganhos de produtividade e segurança. O cliente não precisa mais se preocupar em obter a água adequada à bateria. O equipamento tem filtro e deionizador próprios e o cliente apenas coloca água de torneira em seu reservatório; um painel indica a qualidade da água e o nível baixo do reservatório; é acoplável ao engate da bateria para enchimento simultâneo de todos os elementos e tem reservatório de água para acúmulo de até 16 litros. A UAA permite o abastecimento de todos os elementos da bateria em uma só operação de apenas 15 segundos.

O TAB (Trocador Automático de Baterias) foi desenvolvido para eliminação total do esforço e redução do tempo gasto na troca de baterias. Montado sobre uma transpaleteira elétrica, o TAB transporta facilmente a bateria entre a máquina e a estação de carga, sendo equipado com motor independente para realizar os movimentos de puxar e empurrar a bateria com controle preciso de movimentos.

A RETRAK oferece, ainda, a seus clientes, conjuntos completos de carga, dotados do Carregador Retrak F1, baterias tracionárias e suporte para baterias.

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A combinação de juros elevados e restrição ao crédito tem levado o setor de transporte rodoviário a buscar novas estratégias de geração de receita. Diante da queda nas vendas de caminhões, empresas da cadeia logística passaram a acelerar a adoção de modelos baseados em serviços e receita recorrente no transporte, com foco em maior previsibilidade financeira. De acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), as vendas de caminhões recuaram 34,6% em janeiro deste ano em relação a dezembro de 2025. Além disso, na comparação com janeiro do ano anterior, a retração foi de 30,14%. Esse cenário reforça a necessidade de diversificação das fontes de receita em um ambiente mais volátil. Nesse contexto, a mudança de modelo reflete uma tentativa de reduzir a dependência de vendas pontuais de ativos. Ao mesmo tempo, empresas passam a incorporar soluções tecnológicas embarcadas nas frotas não apenas para ganho operacional, mas também como nova fonte de faturamento para concessionárias, revendedores e companhias de software. Receita recorrente no transporte avança com uso de tecnologia logística Segundo Rony Neri, diretor-executivo LATAM da Platform Science, multinacional americana especializada em soluções de segurança e tecnologia para o setor de transporte, a lógica do mercado está em transformação. “A lógica do setor está mudando. Antes, a receita estava concentrada na venda do ativo. Agora, com o uso de tecnologia, é possível construir uma base recorrente de faturamento, mais previsível e menos exposta às oscilações do mercado”, afirma. A empresa atua no desenvolvimento de plataformas tecnológicas para gestão de frotas e segurança operacional, permitindo a integração de dados e serviços no ambiente logístico. Dessa forma, soluções como telemetria, videomonitoramento e plataformas digitais passam a viabilizar modelos de assinatura, ampliando o ticket médio e a retenção de clientes. “A tecnologia passa a funcionar como uma camada de inteligência que fortalece o negócio principal e cria novas oportunidades de receita ao longo do tempo”, reforça Neri. Além disso, o movimento também alcança o agronegócio, onde a digitalização da logística tem impacto direto nos custos operacionais. Com o uso de dados e monitoramento em tempo real, produtores e operadores conseguem reduzir desperdícios, evitar falhas mecânicas e aumentar a eficiência no transporte da safra. “Esses ganhos operacionais têm impacto direto na rentabilidade, especialmente em um cenário em que o custo logístico é um dos principais fatores de pressão para o produtor rural”, detalha o executivo. Para empresas de software, a incorporação de dados operacionais das frotas abre espaço para expansão de portfólio sem necessidade de novos investimentos em hardware. Assim, aumenta-se o valor agregado das plataformas e amplia-se a oferta de serviços. Por fim, o modelo de receita recorrente no transporte tende a apresentar maior estabilidade em comparação à comercialização de produtos físicos. A venda de serviços contínuos, baseada em assinaturas, contribui para reduzir a sazonalidade típica do setor e cria uma base mais previsível de faturamento ao longo do tempo. “A recorrência permite que empresas atravessem períodos de baixa venda de ativos sem perda significativa de receita. É uma mudança estrutural na forma como o setor captura valor”, finaliza Neri.
Queda nas vendas de caminhões impulsiona receita recorrente no transporte, sinaliza Platform Science

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