Rcell fecha parceria para a distribuição de produtos Philco

02/05/2022

O Grupo Rcell, considerada a maior distribuidora de capital fechado de smartphones, games e informática do País, anunciou nova parceria, desta vez, com a marca Philco. Em um primeiro momento o foco será a distribuição das linhas de smartphones, notebooks e tabletes.

A Rcell possui cobertura em mais de 28 mil pontos de vendas em todo o Brasil, com Centros de Distribuição presentes nas principais capitais do Brasil, e abastece desde o pequeno até o grande varejo. Entre as lojas que farão parte do público-alvo dessa nova parceria estão grandes magazines, varejistas regionais e especializados presentes em todo o Brasil.

Para Alexandre Della Volpe Elias, diretor de marketing do Grupo Rcell, a chegada da Philco incrementa o portfólio da empresa, que distribui mais de 30 marcas de grande relevância no mercado nacional, tanto nacionais quanto internacionais.

“Essa parceria reforça a nossa expertise em tecnologia e ganha importância, pois é uma opção a mais aos varejistas que terão mais produtos de qualidade à disposição a partir de nossos estoques, como também, o consumidor final, que desfrutará de uma boa experiência de compra. Os produtos já estão à disposição para imediata distribuição ao varejo”, avalia.  

Segundo Cristiane Clausen, diretora Geral da Philco, a marca busca fazer parcerias com empresas que beneficiam o consumidor e que estão atentas às necessidades do mercado.

“Por meio da Rcell, a Philco terá acesso a novos canais e parceiros. Estimamos 30% de crescimento no faturamento devido a parceria, com foco nas categorias de Linha Marrom. Mas também teremos o aumento em exposição e valor de marca, o que é muito importante e imensurável. Ponto importante também, é que sempre estivemos atentos à atuação e movimentos da Rcell no mercado brasileiro”, avalia Cristiane. A diretora geral da Philco ressalta ainda que a marca segue colocando esforços em diversas linhas e, conforme os resultados positivos a partir dessa parceria, outros produtos também serão distribuídos. “Avaliaremos, juntamente de Rcell, muitos critérios, como público final, produtos de pré-venda, perfil das lojas especializadas, entre outros”, destaca.

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A combinação de juros elevados e restrição ao crédito tem levado o setor de transporte rodoviário a buscar novas estratégias de geração de receita. Diante da queda nas vendas de caminhões, empresas da cadeia logística passaram a acelerar a adoção de modelos baseados em serviços e receita recorrente no transporte, com foco em maior previsibilidade financeira. De acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), as vendas de caminhões recuaram 34,6% em janeiro deste ano em relação a dezembro de 2025. Além disso, na comparação com janeiro do ano anterior, a retração foi de 30,14%. Esse cenário reforça a necessidade de diversificação das fontes de receita em um ambiente mais volátil. Nesse contexto, a mudança de modelo reflete uma tentativa de reduzir a dependência de vendas pontuais de ativos. Ao mesmo tempo, empresas passam a incorporar soluções tecnológicas embarcadas nas frotas não apenas para ganho operacional, mas também como nova fonte de faturamento para concessionárias, revendedores e companhias de software. Receita recorrente no transporte avança com uso de tecnologia logística Segundo Rony Neri, diretor-executivo LATAM da Platform Science, multinacional americana especializada em soluções de segurança e tecnologia para o setor de transporte, a lógica do mercado está em transformação. “A lógica do setor está mudando. Antes, a receita estava concentrada na venda do ativo. Agora, com o uso de tecnologia, é possível construir uma base recorrente de faturamento, mais previsível e menos exposta às oscilações do mercado”, afirma. A empresa atua no desenvolvimento de plataformas tecnológicas para gestão de frotas e segurança operacional, permitindo a integração de dados e serviços no ambiente logístico. Dessa forma, soluções como telemetria, videomonitoramento e plataformas digitais passam a viabilizar modelos de assinatura, ampliando o ticket médio e a retenção de clientes. “A tecnologia passa a funcionar como uma camada de inteligência que fortalece o negócio principal e cria novas oportunidades de receita ao longo do tempo”, reforça Neri. Além disso, o movimento também alcança o agronegócio, onde a digitalização da logística tem impacto direto nos custos operacionais. Com o uso de dados e monitoramento em tempo real, produtores e operadores conseguem reduzir desperdícios, evitar falhas mecânicas e aumentar a eficiência no transporte da safra. “Esses ganhos operacionais têm impacto direto na rentabilidade, especialmente em um cenário em que o custo logístico é um dos principais fatores de pressão para o produtor rural”, detalha o executivo. Para empresas de software, a incorporação de dados operacionais das frotas abre espaço para expansão de portfólio sem necessidade de novos investimentos em hardware. Assim, aumenta-se o valor agregado das plataformas e amplia-se a oferta de serviços. Por fim, o modelo de receita recorrente no transporte tende a apresentar maior estabilidade em comparação à comercialização de produtos físicos. A venda de serviços contínuos, baseada em assinaturas, contribui para reduzir a sazonalidade típica do setor e cria uma base mais previsível de faturamento ao longo do tempo. “A recorrência permite que empresas atravessem períodos de baixa venda de ativos sem perda significativa de receita. É uma mudança estrutural na forma como o setor captura valor”, finaliza Neri.
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