PSATech amplia sua solução CorpTrack, para gestão de frotas e ativos com telemetria avançada

02/08/2024

A PSATech, desenvolvedora de soluções tecnológicas inovadoras, anuncia a nova versão da sua plataforma CorpTrack, que integra telemetria avançada, vídeo telemetria, IoT, gestão de frota 4.0, gestão de veículos compartilhados, gestão de equipes de campo, gestão de ativos remotos, gestão logística e Supply Chain.

Com diferenciais exclusivos para o setor de logística, segundo a empresa, a CorpTrack oferece uma visão completa e em tempo real das operações. A telemetria avançada permite monitorar a performance dos veículos, consumo de combustível e emissões de CO2, enquanto a vídeo telemetria garante a segurança dos motoristas e cargas com câmeras de alta definição integradas.

A gestão de frota 4.0 da CorpTrack utiliza algoritmos de inteligência artificial para otimizar rotas, prever manutenções e reduzir custos operacionais. A gestão de veículos compartilhados é facilitada por ferramentas que permitem a comunicação e monitoramento em tempo real, abertura e fechamento de portas via aplicativos e checklists de recebimento e entrega de veículos, aumentando a produtividade e a satisfação dos colaboradores.

Para empresas que gerenciam ativos remotos, a CorpTrack oferece monitoramento contínuo, alertas em tempo real e relatórios detalhados, garantindo a integridade e eficiência desses ativos. Na gestão logística e Supply Chain, a plataforma proporciona uma visão integrada de toda a cadeia de suprimentos, melhorando a tomada de decisões e reduzindo desperdícios.

A solução CorpTrack Torre de Controle Ativa oferece monitoramento centralizado e em tempo real de frotas e ativos, integrando telemetria avançada, vídeo telemetria e gestão logística. Com análise de dados e inteligência artificial, otimiza rotas, prevê manutenções e melhora a segurança, proporcionando eficiência operacional e redução de custos. Com a CorpTrack, a PSATech redefine a gestão de frotas e ativos, oferecendo uma solução única, white-label e integrável a sistemas de gestão que atende às necessidades modernas das empresas.

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A combinação de juros elevados e restrição ao crédito tem levado o setor de transporte rodoviário a buscar novas estratégias de geração de receita. Diante da queda nas vendas de caminhões, empresas da cadeia logística passaram a acelerar a adoção de modelos baseados em serviços e receita recorrente no transporte, com foco em maior previsibilidade financeira. De acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), as vendas de caminhões recuaram 34,6% em janeiro deste ano em relação a dezembro de 2025. Além disso, na comparação com janeiro do ano anterior, a retração foi de 30,14%. Esse cenário reforça a necessidade de diversificação das fontes de receita em um ambiente mais volátil. Nesse contexto, a mudança de modelo reflete uma tentativa de reduzir a dependência de vendas pontuais de ativos. Ao mesmo tempo, empresas passam a incorporar soluções tecnológicas embarcadas nas frotas não apenas para ganho operacional, mas também como nova fonte de faturamento para concessionárias, revendedores e companhias de software. Receita recorrente no transporte avança com uso de tecnologia logística Segundo Rony Neri, diretor-executivo LATAM da Platform Science, multinacional americana especializada em soluções de segurança e tecnologia para o setor de transporte, a lógica do mercado está em transformação. “A lógica do setor está mudando. Antes, a receita estava concentrada na venda do ativo. Agora, com o uso de tecnologia, é possível construir uma base recorrente de faturamento, mais previsível e menos exposta às oscilações do mercado”, afirma. A empresa atua no desenvolvimento de plataformas tecnológicas para gestão de frotas e segurança operacional, permitindo a integração de dados e serviços no ambiente logístico. Dessa forma, soluções como telemetria, videomonitoramento e plataformas digitais passam a viabilizar modelos de assinatura, ampliando o ticket médio e a retenção de clientes. “A tecnologia passa a funcionar como uma camada de inteligência que fortalece o negócio principal e cria novas oportunidades de receita ao longo do tempo”, reforça Neri. Além disso, o movimento também alcança o agronegócio, onde a digitalização da logística tem impacto direto nos custos operacionais. Com o uso de dados e monitoramento em tempo real, produtores e operadores conseguem reduzir desperdícios, evitar falhas mecânicas e aumentar a eficiência no transporte da safra. “Esses ganhos operacionais têm impacto direto na rentabilidade, especialmente em um cenário em que o custo logístico é um dos principais fatores de pressão para o produtor rural”, detalha o executivo. Para empresas de software, a incorporação de dados operacionais das frotas abre espaço para expansão de portfólio sem necessidade de novos investimentos em hardware. Assim, aumenta-se o valor agregado das plataformas e amplia-se a oferta de serviços. Por fim, o modelo de receita recorrente no transporte tende a apresentar maior estabilidade em comparação à comercialização de produtos físicos. A venda de serviços contínuos, baseada em assinaturas, contribui para reduzir a sazonalidade típica do setor e cria uma base mais previsível de faturamento ao longo do tempo. “A recorrência permite que empresas atravessem períodos de baixa venda de ativos sem perda significativa de receita. É uma mudança estrutural na forma como o setor captura valor”, finaliza Neri.
Queda nas vendas de caminhões impulsiona receita recorrente no transporte, sinaliza Platform Science

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