Pactus Transporte acaba de receber 21 caminhões VW Meteor

17/07/2023

O maior Volkswagen do mundo agora faz parte da frota da Pactus Transporte. A Volkswagen Caminhões e Ônibus acaba de entregar 21 VW Meteor 29.530 para a empresa que fornece soluções em transporte e logística em todas as regiões do país.

“O que nos motivou a escolher os caminhões Volkswagen foi o custo-benefício e a oportunidade do negócio. A Pactus Transporte está em processo de ampliação de frota devido a novos contratos fechados junto a clientes e possuímos demanda imediata, que foi amplamente atendida pela concessionária Mônaco Diesel. A equipe comercial se empenhou muito para realização da venda e nos apresentou os diversos benefícios do VW Meteor, como a economia no custo de manutenção e a alta performance do veículo em trajetos com extensa elevação”, ressalta Douglas Gewehr, sócio na Pactus Transporte.

A empresa atua focada no agronegócio e está presente em diversos estados do Brasil, como Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Maranhão, Piauí, Tocantins, Pará, Goiás e Minas Gerais, proporcionando um melhor atendimento e visando otimizar operações de seus clientes.

Melhor performance na operação

O Volkswagen Meteor 29.530 está mais potente e confortável. Ele sai de fábrica com transmissão automatizada V-Tronic com funções exclusivas, climatizador, geladeira e carregador de celular por indução. “O modelo estreia a nova geração do motor D26 de 13 litros, proporcionando ao cliente um desempenho do veículo além do esperado, com maior economia de combustível, baixo custo de manutenção e durabilidade adequada às mais severas aplicações. Além disso, conta com o novo sistema de emissões SCR e EGR para atender a legislações do mercado brasileiro”, completa Fabio Ferreira, supervisor da área de Vendas de Extrapesados da VWCO.

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A combinação de juros elevados e restrição ao crédito tem levado o setor de transporte rodoviário a buscar novas estratégias de geração de receita. Diante da queda nas vendas de caminhões, empresas da cadeia logística passaram a acelerar a adoção de modelos baseados em serviços e receita recorrente no transporte, com foco em maior previsibilidade financeira. De acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), as vendas de caminhões recuaram 34,6% em janeiro deste ano em relação a dezembro de 2025. Além disso, na comparação com janeiro do ano anterior, a retração foi de 30,14%. Esse cenário reforça a necessidade de diversificação das fontes de receita em um ambiente mais volátil. Nesse contexto, a mudança de modelo reflete uma tentativa de reduzir a dependência de vendas pontuais de ativos. Ao mesmo tempo, empresas passam a incorporar soluções tecnológicas embarcadas nas frotas não apenas para ganho operacional, mas também como nova fonte de faturamento para concessionárias, revendedores e companhias de software. Receita recorrente no transporte avança com uso de tecnologia logística Segundo Rony Neri, diretor-executivo LATAM da Platform Science, multinacional americana especializada em soluções de segurança e tecnologia para o setor de transporte, a lógica do mercado está em transformação. “A lógica do setor está mudando. Antes, a receita estava concentrada na venda do ativo. Agora, com o uso de tecnologia, é possível construir uma base recorrente de faturamento, mais previsível e menos exposta às oscilações do mercado”, afirma. A empresa atua no desenvolvimento de plataformas tecnológicas para gestão de frotas e segurança operacional, permitindo a integração de dados e serviços no ambiente logístico. Dessa forma, soluções como telemetria, videomonitoramento e plataformas digitais passam a viabilizar modelos de assinatura, ampliando o ticket médio e a retenção de clientes. “A tecnologia passa a funcionar como uma camada de inteligência que fortalece o negócio principal e cria novas oportunidades de receita ao longo do tempo”, reforça Neri. Além disso, o movimento também alcança o agronegócio, onde a digitalização da logística tem impacto direto nos custos operacionais. Com o uso de dados e monitoramento em tempo real, produtores e operadores conseguem reduzir desperdícios, evitar falhas mecânicas e aumentar a eficiência no transporte da safra. “Esses ganhos operacionais têm impacto direto na rentabilidade, especialmente em um cenário em que o custo logístico é um dos principais fatores de pressão para o produtor rural”, detalha o executivo. Para empresas de software, a incorporação de dados operacionais das frotas abre espaço para expansão de portfólio sem necessidade de novos investimentos em hardware. Assim, aumenta-se o valor agregado das plataformas e amplia-se a oferta de serviços. Por fim, o modelo de receita recorrente no transporte tende a apresentar maior estabilidade em comparação à comercialização de produtos físicos. A venda de serviços contínuos, baseada em assinaturas, contribui para reduzir a sazonalidade típica do setor e cria uma base mais previsível de faturamento ao longo do tempo. “A recorrência permite que empresas atravessem períodos de baixa venda de ativos sem perda significativa de receita. É uma mudança estrutural na forma como o setor captura valor”, finaliza Neri.
Queda nas vendas de caminhões impulsiona receita recorrente no transporte, sinaliza Platform Science

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