Novos rebocadores elétricos Hyster aumentam a produtividade e contribuem com o meio ambiente

01/10/2021

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A movimentação de cargas nas indústrias que precisam transportar grandes volumes de mercadorias exige eficiência e precisão. Por isso, ao adotar o uso de rebocadores elétricos, as áreas de logística e armazenagem contam, além da economia nos custos operacionais, com uma prática sustentável. Pensando nisso, a Hyster Brasil, tradicional fabricante de empilhadeiras, traz ao mercado três novos rebocadores elétricos da série UT, que reúnem diferenciais como a facilidade de manutenção e motor de tração de alta potência.

A série UT é composta pelos modelos T3.0UTS, que trabalha com operador em pé embarcado, T3.0UT onde o operador trabalha sentado, ambos com capacidade de 3.000 kg e o T6.0UT com capacidade de 6.000kg, com operador sentado. Assim como os outros equipamentos, os novos rebocadores também foram desenvolvidos para oferecer a força exata que os clientes precisam em determinadas operações, com custos operacionais reduzidos. Os novos modelos reúnem diferenciais como a facilidade de manutenção, que é proporcionada pelo rápido acesso aos componentes, bem como pela simplicidade deles.

“Quando falamos em produtividade, podemos destacar a direção hidráulica assistida eletronicamente, que acompanha o modelo T3.0UTS, os três modos de operação disponíveis no modelo T6.0UT e o freio de estacionamento eletromagnético automático do modelo T3.0UT”, reforça Edson Nascimento, Gerente Sênior de Engenharia da Hyster(R). O executivo também aponta características que são comuns aos três rebocadores, como o motor de tração AC de alta potência livre de manutenção e o pino de engate traseiro de dupla posição.

Os clientes podem, ainda, optar por alguns recursos opcionais como, por exemplo, a bateria de íon lítio que é mais sustentável que as baterias convencionais, uma vez que elas contêm materiais seguros para serem reciclados, não agridem o meio ambiente e contam com uma vida útil de 2 a 3 vezes maior do que as baterias convencionais. “Uma das possibilidades de escolha é a bateria de íon lítio, que, além de ser uma solução mais sustentável, também se destaca pela facilidade e agilidade no carregamento quando comparada à bateria de chumbo ácido. Este tipo de bateria permite o que chamamos de ‘cargas de oportunidades’, que torna possível recuperar cerca de 50% da carga em apenas 30 minutos de carregamento. Com isso, os rebocadores podem operar 24 horas por dia, apenas com a recarga feita nos intervalos de descanso das equipes”, finaliza Nascimento.

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A combinação de juros elevados e restrição ao crédito tem levado o setor de transporte rodoviário a buscar novas estratégias de geração de receita. Diante da queda nas vendas de caminhões, empresas da cadeia logística passaram a acelerar a adoção de modelos baseados em serviços e receita recorrente no transporte, com foco em maior previsibilidade financeira. De acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), as vendas de caminhões recuaram 34,6% em janeiro deste ano em relação a dezembro de 2025. Além disso, na comparação com janeiro do ano anterior, a retração foi de 30,14%. Esse cenário reforça a necessidade de diversificação das fontes de receita em um ambiente mais volátil. Nesse contexto, a mudança de modelo reflete uma tentativa de reduzir a dependência de vendas pontuais de ativos. Ao mesmo tempo, empresas passam a incorporar soluções tecnológicas embarcadas nas frotas não apenas para ganho operacional, mas também como nova fonte de faturamento para concessionárias, revendedores e companhias de software. Receita recorrente no transporte avança com uso de tecnologia logística Segundo Rony Neri, diretor-executivo LATAM da Platform Science, multinacional americana especializada em soluções de segurança e tecnologia para o setor de transporte, a lógica do mercado está em transformação. “A lógica do setor está mudando. Antes, a receita estava concentrada na venda do ativo. Agora, com o uso de tecnologia, é possível construir uma base recorrente de faturamento, mais previsível e menos exposta às oscilações do mercado”, afirma. A empresa atua no desenvolvimento de plataformas tecnológicas para gestão de frotas e segurança operacional, permitindo a integração de dados e serviços no ambiente logístico. Dessa forma, soluções como telemetria, videomonitoramento e plataformas digitais passam a viabilizar modelos de assinatura, ampliando o ticket médio e a retenção de clientes. “A tecnologia passa a funcionar como uma camada de inteligência que fortalece o negócio principal e cria novas oportunidades de receita ao longo do tempo”, reforça Neri. Além disso, o movimento também alcança o agronegócio, onde a digitalização da logística tem impacto direto nos custos operacionais. Com o uso de dados e monitoramento em tempo real, produtores e operadores conseguem reduzir desperdícios, evitar falhas mecânicas e aumentar a eficiência no transporte da safra. “Esses ganhos operacionais têm impacto direto na rentabilidade, especialmente em um cenário em que o custo logístico é um dos principais fatores de pressão para o produtor rural”, detalha o executivo. Para empresas de software, a incorporação de dados operacionais das frotas abre espaço para expansão de portfólio sem necessidade de novos investimentos em hardware. Assim, aumenta-se o valor agregado das plataformas e amplia-se a oferta de serviços. Por fim, o modelo de receita recorrente no transporte tende a apresentar maior estabilidade em comparação à comercialização de produtos físicos. A venda de serviços contínuos, baseada em assinaturas, contribui para reduzir a sazonalidade típica do setor e cria uma base mais previsível de faturamento ao longo do tempo. “A recorrência permite que empresas atravessem períodos de baixa venda de ativos sem perda significativa de receita. É uma mudança estrutural na forma como o setor captura valor”, finaliza Neri.
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