Nova funcionalidade da plataforma da Ticket Log conecta quem faz gestão de frota a motoristas

24/06/2022

A Ticket Log, marca da Edenred Brasil e líder no setor de gestão de frotas e soluções de mobilidade para o mercado urbano, lançou uma nova funcionalidade conectada ao TED, solução de inteligência artificial que faz a análise de desempenho operacional de frotas e facilita o dia a dia de quem faz gestão de frotas. Trata-se de um canal de comunicação que possibilita ao gestor de frota enviar mensagens de texto para os motoristas.

A nova funcionalidade foi criada para ajudar o gestor de frotas a ganhar ainda mais eficiência em sua gestão, com a possibilidade de comunicar todos os condutores sobre uma determinada ação que ele deseja que eles tomem, por meio de mensagens customizadas. Além disso, a novidade ajuda a promover um trânsito mais seguro, tendo em vista que é possível enviar aos condutores dicas pré-formatadas voltadas à conscientização sobre direção segura e prevenção de acidentes de trânsito.

“Como uma marca que oferece serviços e soluções de mobilidade e gestão de frotas, entendemos que é nossa responsabilidade ajudar a aumentar a eficiência da gestão de frotas e promover a conscientização para um trânsito mais seguro para todos, alertando clientes e usuários quanto ao impacto que suas escolhas e comportamentos têm ao dirigir. Para essa nova iniciativa, usamos a tecnologia para tornar o gestor de frotas o nosso principal canal de apoio para a disseminação de informações de segurança”, destaca Douglas Pina, diretor-geral de Mainstream de Frota e Mobilidade da Edenred Brasil.

Quem faz gestão de frotas envia as mensagens pelo painel da plataforma Sou Log + e os condutores, usuários das soluções Ticket Fleet e Ticket Cargo, recebem a comunicação pelo App Minha Mobilidade, da Ticket Log. “Para qualquer tipo de interação com os motoristas, a comunicação deve ser feita de forma simplificada e eficaz. A transmissão de mensagens realizada pelo App Minha Mobilidade é extremamente eficiente e segura, pois este é o canal que os condutores utilizam diariamente para consultar saldo, realizar pagamento de combustíveis, verificar preços praticados nos postos de abastecimento e oficinas mais próximos, entre outras funções”, explica Pina. No mercado desde 2019, o TED faz toda a análise da operação da frota, identifica oportunidades de melhorias e ajuda o gestor a ganhar agilidade na gestão financeira e operacional e a mitigar irregularidades e retrabalho. Recentemente, o App Minha Mobilidade passou por uma reformulação e passou a ser um super app, categoria de aplicativos que concentra diversas funcionalidades em uma única plataforma. Atualmente, o app conta com mais de 2,5 milhões de acessos por mês e cerca de 370 mil usuários ativos com cadastro habilitado para pagamento digital, além de ser avaliado com 4,5 estrelas no sistema Android e 4,6 no iOS.

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A combinação de juros elevados e restrição ao crédito tem levado o setor de transporte rodoviário a buscar novas estratégias de geração de receita. Diante da queda nas vendas de caminhões, empresas da cadeia logística passaram a acelerar a adoção de modelos baseados em serviços e receita recorrente no transporte, com foco em maior previsibilidade financeira. De acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), as vendas de caminhões recuaram 34,6% em janeiro deste ano em relação a dezembro de 2025. Além disso, na comparação com janeiro do ano anterior, a retração foi de 30,14%. Esse cenário reforça a necessidade de diversificação das fontes de receita em um ambiente mais volátil. Nesse contexto, a mudança de modelo reflete uma tentativa de reduzir a dependência de vendas pontuais de ativos. Ao mesmo tempo, empresas passam a incorporar soluções tecnológicas embarcadas nas frotas não apenas para ganho operacional, mas também como nova fonte de faturamento para concessionárias, revendedores e companhias de software. Receita recorrente no transporte avança com uso de tecnologia logística Segundo Rony Neri, diretor-executivo LATAM da Platform Science, multinacional americana especializada em soluções de segurança e tecnologia para o setor de transporte, a lógica do mercado está em transformação. “A lógica do setor está mudando. Antes, a receita estava concentrada na venda do ativo. Agora, com o uso de tecnologia, é possível construir uma base recorrente de faturamento, mais previsível e menos exposta às oscilações do mercado”, afirma. A empresa atua no desenvolvimento de plataformas tecnológicas para gestão de frotas e segurança operacional, permitindo a integração de dados e serviços no ambiente logístico. Dessa forma, soluções como telemetria, videomonitoramento e plataformas digitais passam a viabilizar modelos de assinatura, ampliando o ticket médio e a retenção de clientes. “A tecnologia passa a funcionar como uma camada de inteligência que fortalece o negócio principal e cria novas oportunidades de receita ao longo do tempo”, reforça Neri. Além disso, o movimento também alcança o agronegócio, onde a digitalização da logística tem impacto direto nos custos operacionais. Com o uso de dados e monitoramento em tempo real, produtores e operadores conseguem reduzir desperdícios, evitar falhas mecânicas e aumentar a eficiência no transporte da safra. “Esses ganhos operacionais têm impacto direto na rentabilidade, especialmente em um cenário em que o custo logístico é um dos principais fatores de pressão para o produtor rural”, detalha o executivo. Para empresas de software, a incorporação de dados operacionais das frotas abre espaço para expansão de portfólio sem necessidade de novos investimentos em hardware. Assim, aumenta-se o valor agregado das plataformas e amplia-se a oferta de serviços. Por fim, o modelo de receita recorrente no transporte tende a apresentar maior estabilidade em comparação à comercialização de produtos físicos. A venda de serviços contínuos, baseada em assinaturas, contribui para reduzir a sazonalidade típica do setor e cria uma base mais previsível de faturamento ao longo do tempo. “A recorrência permite que empresas atravessem períodos de baixa venda de ativos sem perda significativa de receita. É uma mudança estrutural na forma como o setor captura valor”, finaliza Neri.
Queda nas vendas de caminhões impulsiona receita recorrente no transporte, sinaliza Platform Science

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