A naPorta, startup brasileira especializada em logística urbana para territórios considerados complexos, anunciou a abertura de sua terceira rodada de investimentos. A captação tem como objetivo acelerar a expansão operacional da empresa, ampliar sua presença geográfica e investir no desenvolvimento de novas tecnologias para a gestão logística.
Fundada há cinco anos, a empresa desenvolve soluções voltadas à distribuição de produtos em regiões historicamente pouco atendidas pelos grandes operadores logísticos. Utilizando tecnologia própria e um modelo de Logistics as a Service (LaaS), a startup integra sistemas de gestão, torre de controle, central de atendimento, aplicativos para entregadores e ferramentas para gerenciamento de coletas e entregas.

Crescimento impulsiona nova rodada de investimentos
A abertura da nova captação ocorre após um período de forte expansão da empresa. Segundo a naPorta, nos últimos quatro anos a operação cresceu mais de 50 vezes, ultrapassando a marca de 7 milhões de entregas realizadas, com impacto em mais de 5 milhões de pessoas e atuação em mais de 6 mil localidades em todo o País.
Atualmente, a startup conta com mais de 300 entregadores ativos diariamente e informa ter destinado mais de R$ 9 milhões em pagamentos a parceiros logísticos.
De acordo com Katrine Scomparin, cofundadora e CMO da naPorta, o desempenho da empresa demonstra o potencial desse segmento do mercado. “O crescimento da naPorta demonstra que existe um mercado relevante e ainda pouco explorado nesses territórios. Conseguimos construir uma operação escalável, eficiente e baseada em tecnologia, validando um modelo que combina impacto econômico com potencial de crescimento”, afirma.
Segundo a empresa, os recursos captados serão direcionados principalmente ao fortalecimento da infraestrutura tecnológica e à expansão da operação para novas regiões, além do desenvolvimento de parcerias estratégicas que apoiem o crescimento da companhia.
“A abertura da nova rodada representa mais um passo na construção de uma empresa capaz de transformar a logística em mercados que historicamente ficaram à margem dos grandes investimentos do setor. Queremos ampliar nossa capacidade de atendimento e continuar desenvolvendo tecnologia para resolver desafios reais do Brasil”, conclui Katrine.










