Líder em transportes de agronegócio obtém indicadores estratégicos de todas as unidades do grupo com sistema Sankhya

16/04/2018

A necessidade de ter um sistema integrado que pudesse unificar informações divididas em diferentes sistemas em um único ERP, motivou o Grupo Botuverá, líder em transportes, agricultura, agropecuária e combustíveis, com atuação em diversos estados brasileiros e mais de 600 funcionários, a investir no sistema de gestão da Sankhya, fornecedora de sistemas de gestão empresarial.

Desde que a implantação do ERP foi finalizada, os gestores passaram a obter, de forma rápida, fácil e segura, informações estratégicas, como o resultado total de todos os negócios do grupo, e ainda comparar o desempenho por empresa. “Isso nos permite avaliar a fundo a posição de cada unidade do grupo, o que não era possível antes, já que cada uma tinha o seu próprio sistema de gestão”, afirma Vicente Bissoni Neto, Diretor Administrativo e Financeiro da Botuverá.

“Temos agora um controle mais veloz na apuração de resultados, pois a Sankhya integrou os dados de todas as áreas do negócio em uma única base, o que nos permitiu acessar indicadores fundamentais para uma tomada de decisão mais confiável e embasada. Ressalto também a flexibilidade do sistema, que possibilitou realizar diversas customizações necessárias para contemplar as rotinas específicas do nosso negócio”.

O executivo comenta como foi a implantação. “Esse processo sempre costuma ser trabalhoso e impactante, mas com um bom planejamento e empenho de todas as equipes, tanto da Sankhya que atua com profissionais qualificados e dedicados, como da Botuverá, conseguimos obter sucesso e tudo saiu conforme planejamos. A Universidade Corporativa também foi importante para transmitir o conhecimento que precisávamos para usar o software e entender melhor os conceitos da administração”.

A escolha pela Sankhya, segundo Vicente, se deu por uma soma de fatores: “A tecnologia apresentada, a flexibilidade da ferramenta para aceitar customizações, a autonomia para criarmos funcionalidades e relatórios, a cultura da empresa, sempre focada em melhorar a gestão dos clientes e a proposta comercial, que apresentou um custo benefício extremamente atraente foram decisivos”, diz.

O Grupo Botuverá, que atua em Mato Grosso, Goiás, Bahia, Minas Gerais, São Paulo, Paraná e Santa Catarina, planeja um crescimento de 15% este ano. “A parceria com a Sankhya, sem dúvida nos ajudará a cumprir essa meta. Com o novo ERP esperamos contar com ferramentas que nos ajudem no crescimento e na sustentabilidade do negócio”.

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A combinação de juros elevados e restrição ao crédito tem levado o setor de transporte rodoviário a buscar novas estratégias de geração de receita. Diante da queda nas vendas de caminhões, empresas da cadeia logística passaram a acelerar a adoção de modelos baseados em serviços e receita recorrente no transporte, com foco em maior previsibilidade financeira. De acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), as vendas de caminhões recuaram 34,6% em janeiro deste ano em relação a dezembro de 2025. Além disso, na comparação com janeiro do ano anterior, a retração foi de 30,14%. Esse cenário reforça a necessidade de diversificação das fontes de receita em um ambiente mais volátil. Nesse contexto, a mudança de modelo reflete uma tentativa de reduzir a dependência de vendas pontuais de ativos. Ao mesmo tempo, empresas passam a incorporar soluções tecnológicas embarcadas nas frotas não apenas para ganho operacional, mas também como nova fonte de faturamento para concessionárias, revendedores e companhias de software. Receita recorrente no transporte avança com uso de tecnologia logística Segundo Rony Neri, diretor-executivo LATAM da Platform Science, multinacional americana especializada em soluções de segurança e tecnologia para o setor de transporte, a lógica do mercado está em transformação. “A lógica do setor está mudando. Antes, a receita estava concentrada na venda do ativo. Agora, com o uso de tecnologia, é possível construir uma base recorrente de faturamento, mais previsível e menos exposta às oscilações do mercado”, afirma. A empresa atua no desenvolvimento de plataformas tecnológicas para gestão de frotas e segurança operacional, permitindo a integração de dados e serviços no ambiente logístico. Dessa forma, soluções como telemetria, videomonitoramento e plataformas digitais passam a viabilizar modelos de assinatura, ampliando o ticket médio e a retenção de clientes. “A tecnologia passa a funcionar como uma camada de inteligência que fortalece o negócio principal e cria novas oportunidades de receita ao longo do tempo”, reforça Neri. Além disso, o movimento também alcança o agronegócio, onde a digitalização da logística tem impacto direto nos custos operacionais. Com o uso de dados e monitoramento em tempo real, produtores e operadores conseguem reduzir desperdícios, evitar falhas mecânicas e aumentar a eficiência no transporte da safra. “Esses ganhos operacionais têm impacto direto na rentabilidade, especialmente em um cenário em que o custo logístico é um dos principais fatores de pressão para o produtor rural”, detalha o executivo. Para empresas de software, a incorporação de dados operacionais das frotas abre espaço para expansão de portfólio sem necessidade de novos investimentos em hardware. Assim, aumenta-se o valor agregado das plataformas e amplia-se a oferta de serviços. Por fim, o modelo de receita recorrente no transporte tende a apresentar maior estabilidade em comparação à comercialização de produtos físicos. A venda de serviços contínuos, baseada em assinaturas, contribui para reduzir a sazonalidade típica do setor e cria uma base mais previsível de faturamento ao longo do tempo. “A recorrência permite que empresas atravessem períodos de baixa venda de ativos sem perda significativa de receita. É uma mudança estrutural na forma como o setor captura valor”, finaliza Neri.
Queda nas vendas de caminhões impulsiona receita recorrente no transporte, sinaliza Platform Science

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