KION Group anuncia nacionalização do modelo FMX New Generation

06/10/2016

A empilhadeira elétrica retrátil FMX da marca STILL, do KION Group (www.kiongroup.com ), detentor de sete marcas de equipamentos, entre eles Linde e STILL, está ganhando novidades em seu projeto que serão apresentadas em primeira mão na MOVIMAT 2016 – Salão Internacional da Logística Integrada. Projetada para atender às condições
específicas do mercado brasileiro, a FMX incorporou o sistema fingertip de comandos das funções hidráulicas, proporcionando maior ergonomia ao operador do equipamento e facilidade de controle das suas funções, reforçando o conceito de ergonomia presente nos equipamentos para warehousing da marca STILL.

FMX New Generation
De acordo com o diretor-presidente da KION South America, Frank Bender, com a mudança mundial de governança para tornar o Grupo mais eficiente e estabelecer uma melhor gestão das marcas, a fábrica de Indaiatuba, SP, vai focar a produção de equipamentos da marca STILL, líder de mercado de empilhadeiras elétricas com 70% de market share de retráteis. E a empresa planeja diversos lançamentos. “Nós temos muitos planos e não deixamos de colocar em prática nenhum deles. Vamos lançar muitos equipamentos nos próximos anos e, mesmo em meio à crise, praticamente quadruplicamos nossa área de Pesquisa e Desenvolvimento. Nada foi postergado”, destaca o executivo.

É neste contexto que chega ao Brasil a FMX New Generation com destaques que merecem atenção: alta capacidade de carga residual permitindo à empilhadeira elevar cargas acima de 12 metros de altura e o controle das funções hidráulicas do mastro feito através de fingertips, através dos quais o operador trabalha com mínimo esforço e permanece com o braço, punho e mão posicionados de maneira ergonômica e segura. De dentro da cabine, o operador trabalha com o maior campo de visão possível e excelente espaço para pernas e pés. Tanto o assento amortecido quanto a coluna de direção contam com regulagem individual.

A FMX NG também está equipada com a exclusiva tecnologia Blue-Q: um programa de gerenciamento do consumo de energia da empilhadeira que economiza até 10% de energia sem afetar o seu desempenho. O Blue-Q é ativado através de um simples toque no botão localizado no painel de instrumentos.

FICHA TÉCNICA – FMX NG

Capacidade de carga: 1.700 e 2.000 Kg
Peso (incluindo a bateria): varia de 3296 a 4010 Kg conforme modelo
Máxima elevação dos garfos: 12050 mm
Velocidade de elevação: 0,50 m/s
Bateria: elétrica, 48V, corrente alternada
Velocidade: 14 Km/h
Freios: regenerativo/ hidráulico mecânico
Controle da direção: eletrônico

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A combinação de juros elevados e restrição ao crédito tem levado o setor de transporte rodoviário a buscar novas estratégias de geração de receita. Diante da queda nas vendas de caminhões, empresas da cadeia logística passaram a acelerar a adoção de modelos baseados em serviços e receita recorrente no transporte, com foco em maior previsibilidade financeira. De acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), as vendas de caminhões recuaram 34,6% em janeiro deste ano em relação a dezembro de 2025. Além disso, na comparação com janeiro do ano anterior, a retração foi de 30,14%. Esse cenário reforça a necessidade de diversificação das fontes de receita em um ambiente mais volátil. Nesse contexto, a mudança de modelo reflete uma tentativa de reduzir a dependência de vendas pontuais de ativos. Ao mesmo tempo, empresas passam a incorporar soluções tecnológicas embarcadas nas frotas não apenas para ganho operacional, mas também como nova fonte de faturamento para concessionárias, revendedores e companhias de software. Receita recorrente no transporte avança com uso de tecnologia logística Segundo Rony Neri, diretor-executivo LATAM da Platform Science, multinacional americana especializada em soluções de segurança e tecnologia para o setor de transporte, a lógica do mercado está em transformação. “A lógica do setor está mudando. Antes, a receita estava concentrada na venda do ativo. Agora, com o uso de tecnologia, é possível construir uma base recorrente de faturamento, mais previsível e menos exposta às oscilações do mercado”, afirma. A empresa atua no desenvolvimento de plataformas tecnológicas para gestão de frotas e segurança operacional, permitindo a integração de dados e serviços no ambiente logístico. Dessa forma, soluções como telemetria, videomonitoramento e plataformas digitais passam a viabilizar modelos de assinatura, ampliando o ticket médio e a retenção de clientes. “A tecnologia passa a funcionar como uma camada de inteligência que fortalece o negócio principal e cria novas oportunidades de receita ao longo do tempo”, reforça Neri. Além disso, o movimento também alcança o agronegócio, onde a digitalização da logística tem impacto direto nos custos operacionais. Com o uso de dados e monitoramento em tempo real, produtores e operadores conseguem reduzir desperdícios, evitar falhas mecânicas e aumentar a eficiência no transporte da safra. “Esses ganhos operacionais têm impacto direto na rentabilidade, especialmente em um cenário em que o custo logístico é um dos principais fatores de pressão para o produtor rural”, detalha o executivo. Para empresas de software, a incorporação de dados operacionais das frotas abre espaço para expansão de portfólio sem necessidade de novos investimentos em hardware. Assim, aumenta-se o valor agregado das plataformas e amplia-se a oferta de serviços. Por fim, o modelo de receita recorrente no transporte tende a apresentar maior estabilidade em comparação à comercialização de produtos físicos. A venda de serviços contínuos, baseada em assinaturas, contribui para reduzir a sazonalidade típica do setor e cria uma base mais previsível de faturamento ao longo do tempo. “A recorrência permite que empresas atravessem períodos de baixa venda de ativos sem perda significativa de receita. É uma mudança estrutural na forma como o setor captura valor”, finaliza Neri.
Queda nas vendas de caminhões impulsiona receita recorrente no transporte, sinaliza Platform Science

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