Jungheinrich lança empilhadeiras GLP e Diesel da série 5

12/08/2016

Apenas dois anos após o lançamento das séries 3 e 4 de empilhadeiras elétricas contrabalanceadas com direção hidrodinâmica, a Jungheinrich está lançando uma extensão de suas robustas séries a diesel e gás (GLP). Com capacidades de: 4, 4,5 e 5 toneladas, as novas empilhadeiras contam com conversores de torque e oferecem altas taxas de rendimento.

Os pontos fortes da empilhadeira hidrodinâmica são notados principalmente em rotas externas de média e longa distância. O veículo permite uma direção suave e oferece o grau ideal de eficiência em velocidades médias e altas.

Os veículos são testados no mundo todo com motores industriais Kubota e contam com torque elevado mesmo em baixas rotações. Entre os benefícios, estão a redução no consumo de combustível e os ruídos mínimos. Esses motores robustos foram projetados especialmente para empilhadeiras, proporcionando o máximo de confiabilidade ao longo de vários anos de uso.

O eixo de transmissão Jungheinrich, com eficiência otimizada, conta com freio a disco antidesgaste, caracterizado pelo seu alto grau de confiabilidade e seus baixos custos comparados com os tradicionais freios a tambor. Graças ao seu design encapsulado, o desempenho do freio não diminui mesmo em condições externas adversas. Isso garante que a empilhadeira esteja preparada para lidar com poeira e diferentes zonas climáticas.

Com o design especial de contrapeso da Jungheinrich, o centro de gravidade baixo e centralizado entre os eixos dianteiro e traseiro, garantem altas capacidades de carga residual, mesmo a grandes alturas de elevação, e um grau de estabilidade excepcional do veículo – tanto em movimento quanto em repouso.

A alta estabilidade mesmo em jornadas dinâmicas é possível graças ao ponto de articulação posicionado sobre o eixo de direção, garantindo um alto nível de segurança e baixos riscos de tombamento – mesmo sem o uso de sistemas eletrônicos de assistência.

Vantagens de uma operação fácil e ergonômica
A cabine do condutor é projetada de maneira funcional, proporcionando um bom espaço para as pernas graças à estreita coluna de direção, que também é facilmente ajustável. O assento do motorista é bem almofadado e oferece várias opções de ajuste, evitando o cansaço no trabalho.

O motorista ainda tem visão ideal de todas as direções – graças ao mastro compacto, que foi otimizado para facilitar a visibilidade dos garfos e carga.

Para dar mais conforto ao condutor e reduzir as vibrações, a cabine de condução é montada de maneira almofadada. O espaço para os pés e o teto de proteção do motorista também são equipados com materiais que absorvem as vibrações.

Todos esses recursos dão ao operador os pré-requisitos necessários para trabalhar com foco e segurança, permitindo atingir um alto volume de produtividade durante o turno.

Manutenção e reparos fáceis
Elementos estruturais essenciais, como o mastro, a coluna e o eixo de direção, são fabricados na planta de Moosburg da Jungheinrich. Graças à alta qualidade de peças robustas, freios a disco antidesgaste e fácil acesso ao compartimento do motor, a manutenção de todo o veículo é rápida, fácil e barata. Isso é extremamente importante para usuários de países com um volume menor de rede de serviços, onde os custos são um fator crítico.

O veículo também pode ser mantido sem a necessidade de conhecimentos de especialistas, ferramentas especiais ou softwares de diagnóstico. O sistema elétrico da empilhadeira é à prova de respingos e sua caixa de fusíveis é montada na parede de controle, tornando-a facilmente acessível a qualquer momento. Todos os veículos também são equipados com um sistema de resfriamento de alto desempenho embutido com um refrigerador Combi, tornando possível a operação da empilhadeira mesmo em ambientes com altas temperaturas.

“Nossas empilhadeiras com direção hidrodinâmica são projetadas de maneira consistente para atender às necessidades do cliente em mercados ao redor do mundo”, afirma Luís Campana, Coordenador de Vendas da Jungheinrich no Brasil. “Além de ser um veículo com preço atrativo, nossos clientes ao redor do mundo dão muita importância à robustez e à confiabilidade, mesmo sob condições de operações adversas. Ao mesmo tempo, os veículos precisam ser fáceis de operar e manter, sem necessidade de eletrônicos complexos”.

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A combinação de juros elevados e restrição ao crédito tem levado o setor de transporte rodoviário a buscar novas estratégias de geração de receita. Diante da queda nas vendas de caminhões, empresas da cadeia logística passaram a acelerar a adoção de modelos baseados em serviços e receita recorrente no transporte, com foco em maior previsibilidade financeira. De acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), as vendas de caminhões recuaram 34,6% em janeiro deste ano em relação a dezembro de 2025. Além disso, na comparação com janeiro do ano anterior, a retração foi de 30,14%. Esse cenário reforça a necessidade de diversificação das fontes de receita em um ambiente mais volátil. Nesse contexto, a mudança de modelo reflete uma tentativa de reduzir a dependência de vendas pontuais de ativos. Ao mesmo tempo, empresas passam a incorporar soluções tecnológicas embarcadas nas frotas não apenas para ganho operacional, mas também como nova fonte de faturamento para concessionárias, revendedores e companhias de software. Receita recorrente no transporte avança com uso de tecnologia logística Segundo Rony Neri, diretor-executivo LATAM da Platform Science, multinacional americana especializada em soluções de segurança e tecnologia para o setor de transporte, a lógica do mercado está em transformação. “A lógica do setor está mudando. Antes, a receita estava concentrada na venda do ativo. Agora, com o uso de tecnologia, é possível construir uma base recorrente de faturamento, mais previsível e menos exposta às oscilações do mercado”, afirma. A empresa atua no desenvolvimento de plataformas tecnológicas para gestão de frotas e segurança operacional, permitindo a integração de dados e serviços no ambiente logístico. Dessa forma, soluções como telemetria, videomonitoramento e plataformas digitais passam a viabilizar modelos de assinatura, ampliando o ticket médio e a retenção de clientes. “A tecnologia passa a funcionar como uma camada de inteligência que fortalece o negócio principal e cria novas oportunidades de receita ao longo do tempo”, reforça Neri. Além disso, o movimento também alcança o agronegócio, onde a digitalização da logística tem impacto direto nos custos operacionais. Com o uso de dados e monitoramento em tempo real, produtores e operadores conseguem reduzir desperdícios, evitar falhas mecânicas e aumentar a eficiência no transporte da safra. “Esses ganhos operacionais têm impacto direto na rentabilidade, especialmente em um cenário em que o custo logístico é um dos principais fatores de pressão para o produtor rural”, detalha o executivo. Para empresas de software, a incorporação de dados operacionais das frotas abre espaço para expansão de portfólio sem necessidade de novos investimentos em hardware. Assim, aumenta-se o valor agregado das plataformas e amplia-se a oferta de serviços. Por fim, o modelo de receita recorrente no transporte tende a apresentar maior estabilidade em comparação à comercialização de produtos físicos. A venda de serviços contínuos, baseada em assinaturas, contribui para reduzir a sazonalidade típica do setor e cria uma base mais previsível de faturamento ao longo do tempo. “A recorrência permite que empresas atravessem períodos de baixa venda de ativos sem perda significativa de receita. É uma mudança estrutural na forma como o setor captura valor”, finaliza Neri.
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