Iberfrut é o primeiro cliente a adquirir o novo caminhão Accelo Mercedes-Benz, que já opera no transporte de hortifrutigranjeiros

O novo caminhão Mercedes-Benz Accelo, lançado na Fenatran 2024, em novembro, conquistou a admiração e a aprovação de Virgílio Cardoso Diniz, proprietário da Iberfrut, fornecedora de hortifrutigranjeiros com 50 anos de atuação no Rio de Janeiro: “Fiquei encantado com o novo Accelo 1117 e imediatamente fechei negócio com a Rio Diesel no próprio evento. Ou seja, fomos os primeiros a adquirir o novo caminhão leve Mercedes-Benz. O veículo foi encarroçado, adesivado e já entrou em operação neste mês de janeiro”.

O cliente relata que trabalha com caminhões Mercedes-Benz há 30 anos, possuindo atualmente mais de 20 veículos Accelo Euro 6, entre modelos 817 e 1017, para atendimento a clientes da Região Metropolitana, oceanica e interior fluminense. “É um caminhão que me satisfaz muito, ele é sensacional. Neste segmento, não vale a pena nem experimentar outro modelo”, afirma Virgílio Cardoso Diniz. “Além disso, a marca Mercedes-Benz é muito forte. O próprio produto se vende, com qualidade diferenciada e indiscutível”.

Aprovação às grandes novidades do Accelo

“A paixão à primeira vista do cliente pelo novo Accelo demonstra a aprovação das grandes novidades do nosso caminhão leve, como a inédita cabina mais confortável e ergônomica e a maior capacidade de carga”, diz Jefferson Ferrarez, vice-presidente de Vendas, Marketing e Peças & Serviços Caminhões da Mercedes-Benz do Brasil. “Essas qualidades são essenciais para o transporte urbano, especialmente no caso da distribuição de produtos hortifrutigranjeiros, que exige pontualidade na entrega, o que é assegurado pelo excelente desempenho e agilidade do Accelo no trânsito”.

“Quando convidamos Virgílio Cardoso Diniz para a Fenatran, juntamente com a Rio Diesel, tínhamos a expectativa de que ele iria se encantar com o novo Accelo, afinal é um fã deste modelo da nossa marca”, diz Jaqueline Neves, gerente Regional de Vendas Caminhões São Paulo da Mercedes-Benz do Brasil. “A compra imediata lá no próprio evento mostrou que, de fato, nosso caminhão leve atendeu totalmente às expectativas do cliente, que ganha ainda mais qualidade e rentabilidade no seu negócio”.

Atendimento a 250 clientes por dia

Com mais de 250 clientes atendidos diariamente, a Iberfrut, com sede no CEASA no bairro de Irajá, no Rio de Janeiro, é uma empresa especializada no fornecimento de hortifrutigranjeiros para hotéis, resorts, restaurantes, fast-foods, hospitais, cozinhas industriais, escolas, creches, clubes, casas de festas e outros estabelecimentos.

Há mais de 50 anos no mercado, a Iberfrut começou como um negócio familiar e hoje conta com frota própria e moderna, estrutura refrigerada com quatro câmaras modulares de última geração e packing house para frutas, legumes e congelados.

“Sou proprietário juntamente com minha esposa e o futuro da Iberfrut terá continuidade com meus netos Teo e Daniel, que certamente também serão compradores de caminhões da marca Mercedes”, ressalta Virgílio Cardoso Diniz. “Tenho grande satisfação com o relacionamento com a Mercedes-Benz e com o tratamento dado pela equipe da Rio Diesel. Eles sempre nos respondem rápido. O que não é possível resolver na hora, eles buscam logo a solução”.

Novo Accelo se destaca pelo design e mais capacidade de carga

O novo Accelo é uma grande novidade do portfólio 2025 da Mercedes-Benz para o segmento de caminhões leves e médios. “Eles chegam ao mercado com um inédito design futurista e moderno, mais capacidade de carga e novos modelos, além de diversas novidades em termos de tecnologia e configurações”, diz Jefferson Ferrarez. “Essa robusta renovação coincide com a recente marca de 20 anos de sucesso dessa família de caminhões no mercado brasileiro. Um campeão de vendas da Mercedes-Benz, com aproximadamente 100.000 unidades emplacadas neste período no País. Motivo de grande orgulho para nós”.

Os novos modelos Accelo 917, 1117 e 1417 6×2 passam a atender as faixas de PBT de 9, 11 e 14 toneladas, resultando num ganho de até 1,2 tonelada de capacidade de carga. Além disso, o lançamento do 1117 marca a entrada da Mercedes-Benz no segmento de caminhões médios com 11 toneladas de PBT.

“Já o Accelo 1417, com PBT de 14 toneladas, oferece a maior capacidade de carga do segmento, até 600 kg a mais que seu principal concorrente”, diz Marcos Andrade, gerente sênior de Marketing de Produto Caminhões da Mercedes-Benz do Brasil. “Reafirmamos assim a vocação de um caminhão versátil e acessível aos grandes centros urbanos, com a capacidade de um médio, mas com plataforma de carga ampla e baixa. Ou seja, com economia e baixo custo operacional de um caminhão leve”.

O novo e moderno design reúne detalhes futuristas e clássicos. O Accelo é o primeiro caminhão com uma identidade visual que segue as linhas do novo Actros L e do caminhão elétrico eActros, que foram atrações da Mercedes-Benz no salão IAA 2024 na Alemanha.

O visual é clean. Já a grade dianteira preta reforça a tradição e a confiança que a marca conquistou no Brasil. Assim, os engenheiros da Empresa juntaram a atual linha futurista de design da Mercedes-Benz com o passado glorioso de ícones da marca no Brasil, como os clássicos L 1113 e L 608.

Além da estética, o novo painel frontal da cabina, a grade dianteira, o parachoque e a saia dianteira trazem vantagens operacionais aos clientes. O menor número de peças, a maioria em material plástico de grande resistência e maleabilidade, resulta em menor peso e maior durabilidade. Também há menor demanda de itens de manutenção, ideal para a aplicação urbana.

Além de evidenciar com elegância o design do novo Accelo, o conjunto óptico em LED aumenta a segurança. Ele oferece maior eficiência de iluminação e vida útil até 30% maior em relação às lâmpadas halógenas. Isso diminui a manutenção, reduzindo custos para o cliente.

Outro grande destaque é o consagrado motor Mercedes-Benz OM 924 LA, que mantém assim um elevado nível de desempenho com potência de 163 cv e torque máximo de 610 Nm. Esse motor é robusto e resistente, sendo o mesmo, aliás, aplicado no Atego de 17 toneladas de PBT. Ele recebeu um novo mapa de injeção e otimizações no sistema de gerenciamento do pós-tratamento e, como resultado, teve um ganho de até 3% de economia de combustível, dependendo da aplicação. Ainda no que se refere ao trem de força, o câmbio manual Eaton de 6 marchas e o câmbio automatizado G90 de 6 marchas Powershift 3 maximizam o desempenho, a economia e a produtividade do veículo.

A cabina do novo Accelo continua a ser oferecida em duas versões: Curta e Estendida. Ambas asseguram excelente conforto e ergonomia, dando opção de escolha para o cliente de acordo com sua aplicação. O interior da cabina, reafirmando o seu conceito home office, se destaca pelo conforto e também pela praticidade, a fim de garantir uma melhor experiência ao motorista.

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A combinação de juros elevados e restrição ao crédito tem levado o setor de transporte rodoviário a buscar novas estratégias de geração de receita. Diante da queda nas vendas de caminhões, empresas da cadeia logística passaram a acelerar a adoção de modelos baseados em serviços e receita recorrente no transporte, com foco em maior previsibilidade financeira. De acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), as vendas de caminhões recuaram 34,6% em janeiro deste ano em relação a dezembro de 2025. Além disso, na comparação com janeiro do ano anterior, a retração foi de 30,14%. Esse cenário reforça a necessidade de diversificação das fontes de receita em um ambiente mais volátil. Nesse contexto, a mudança de modelo reflete uma tentativa de reduzir a dependência de vendas pontuais de ativos. Ao mesmo tempo, empresas passam a incorporar soluções tecnológicas embarcadas nas frotas não apenas para ganho operacional, mas também como nova fonte de faturamento para concessionárias, revendedores e companhias de software. Receita recorrente no transporte avança com uso de tecnologia logística Segundo Rony Neri, diretor-executivo LATAM da Platform Science, multinacional americana especializada em soluções de segurança e tecnologia para o setor de transporte, a lógica do mercado está em transformação. “A lógica do setor está mudando. Antes, a receita estava concentrada na venda do ativo. Agora, com o uso de tecnologia, é possível construir uma base recorrente de faturamento, mais previsível e menos exposta às oscilações do mercado”, afirma. A empresa atua no desenvolvimento de plataformas tecnológicas para gestão de frotas e segurança operacional, permitindo a integração de dados e serviços no ambiente logístico. Dessa forma, soluções como telemetria, videomonitoramento e plataformas digitais passam a viabilizar modelos de assinatura, ampliando o ticket médio e a retenção de clientes. “A tecnologia passa a funcionar como uma camada de inteligência que fortalece o negócio principal e cria novas oportunidades de receita ao longo do tempo”, reforça Neri. Além disso, o movimento também alcança o agronegócio, onde a digitalização da logística tem impacto direto nos custos operacionais. Com o uso de dados e monitoramento em tempo real, produtores e operadores conseguem reduzir desperdícios, evitar falhas mecânicas e aumentar a eficiência no transporte da safra. “Esses ganhos operacionais têm impacto direto na rentabilidade, especialmente em um cenário em que o custo logístico é um dos principais fatores de pressão para o produtor rural”, detalha o executivo. Para empresas de software, a incorporação de dados operacionais das frotas abre espaço para expansão de portfólio sem necessidade de novos investimentos em hardware. Assim, aumenta-se o valor agregado das plataformas e amplia-se a oferta de serviços. Por fim, o modelo de receita recorrente no transporte tende a apresentar maior estabilidade em comparação à comercialização de produtos físicos. A venda de serviços contínuos, baseada em assinaturas, contribui para reduzir a sazonalidade típica do setor e cria uma base mais previsível de faturamento ao longo do tempo. “A recorrência permite que empresas atravessem períodos de baixa venda de ativos sem perda significativa de receita. É uma mudança estrutural na forma como o setor captura valor”, finaliza Neri.
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