Hyva lança guindaste para 35tm

31/08/2016

Os guindastes da Hyva são equipamentos que se distinguem da concorrência pelo alto padrão de qualidade e segurança, além do custo-benefício – entenda-se mínimo desgaste e baixa manutenção. Os guindastes da marca são os mais leves do segmento, em função do seu projeto construtivo e o emprego de aço de alta resistência e estão revolucionando o mercado brasileiro. Entre eles, destaque para o lançamento do HBR350 (35tm), direcionado para os mais diversos segmentos, como a construção civil, mineração, agricultura, logística e serviços em geral.

Entre suas principais características está o sistema construtivo tipo “canivete” – que distribui o peso sobre o centro do chassi do caminhão – dispensando reforço de mola e permitindo ao equipamento uma melhor geometria de movimentos. O sistema hidráulico, que funciona através de bomba de pistões, faz com que o equipamento trabalhe em alta velocidade, dispensando aceleração no caminhão. O HBR350 conta com o exclusivo sistema de controle de içamento – LCS – que aumenta a capacidade do guindaste em 10%, reduzindo a velocidade na operação quando o guindaste está próximo da capacidade máxima de carga, ou seja, mais força e precisão na operação. O coordenador comercial da Hyva, Cristiano Abreu, complementa que “graças ao sistema construtivo, o equipamento realiza movimentos que proporcionam o aproveitamento total da carroceria”. Abreu salienta ainda a capacidade de carga superior em até 60% na ponta da lança em comparação a equipamentos “Trave”.

Outros diferenciais são: válvula de segurança que proporciona segurança total na operação em casos de falhas ou acidentes no sistema hidráulico; válvula de momento de carga que impede que o guindaste opere fora do gráfico determinado; comandos sequenciais que proporcionam agilidade e ergonomia na operação; maior velocidade e agilidade na execução das tarefas; excelente capacidade de carga; estabilizador do guindaste com abertura hidráulica; estabilizador adicional com abertura hidráulica; sistema de parada de emergência, além da garantia total de um ano.

Vale lembrar a possibilidade de operação do equipamento através de controle remoto facilitando a operação do guindaste nos mais difíceis locais de acesso. Um guindaste Hyva possui sistema de deslocamento suave e uma unidade de controle total que controla todos os aspectos de operação do guindaste, incluindo o controle de todos os acessórios.

É importante garantir que todos os guindastes da marca possuem dispositivo de segurança impedindo o funcionamento dos equipamentos quando expostos a esforços superiores a capacidade e limites dos equipamentos previamente determinados pelo fabricante. Trata-se de válvulas de segurança/sensores de pressão que ao atingir os limites de esforços pré-estabelecidos bloqueiam o funcionamento do equipamento. Na prática quando as hastes telescópicas de um guindaste são lançadas para fora, para levantar ou deslocar um peso elas param de se movimentar quando a carga excede o gráfico de carga para o qual o guindaste foi projetado, evitando o tombamento do equipamento com consequentes danos materiais e pessoais. Item de segurança importantíssimo que alerta ao operador quando o equipamento está próximo de risco/acidentes.

Além dos diferenciais de produto, a Hyva Guindastes oferece exclusiva estratégia do pós-vendas no mercado, visando sempre a excelência no atendimento aos seus clientes. A empresa está presente nas 27 unidades federativas brasileiras e conta com 31 distribuidoras autorizadas em território nacional, mais oito unidades autorizadas distribuídas pela América Latina. A Hyva produz seus guindastes articulados em uma exclusiva e independente unidade de 12 mil m² certificada nos padrões de qualidade ISO9001. Desta forma, proporciona aos seus clientes produtos para atender as mais variadas aplicações com uma linha completa de produtos nas capacidades que variam de 1 a 74 tm (tonelada-metro). A empresa pode oferecer equipamentos a pronta entrega com produtos devidamente nacionalizados, possibilitando assim o financiamento através do FINAME.

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A combinação de juros elevados e restrição ao crédito tem levado o setor de transporte rodoviário a buscar novas estratégias de geração de receita. Diante da queda nas vendas de caminhões, empresas da cadeia logística passaram a acelerar a adoção de modelos baseados em serviços e receita recorrente no transporte, com foco em maior previsibilidade financeira. De acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), as vendas de caminhões recuaram 34,6% em janeiro deste ano em relação a dezembro de 2025. Além disso, na comparação com janeiro do ano anterior, a retração foi de 30,14%. Esse cenário reforça a necessidade de diversificação das fontes de receita em um ambiente mais volátil. Nesse contexto, a mudança de modelo reflete uma tentativa de reduzir a dependência de vendas pontuais de ativos. Ao mesmo tempo, empresas passam a incorporar soluções tecnológicas embarcadas nas frotas não apenas para ganho operacional, mas também como nova fonte de faturamento para concessionárias, revendedores e companhias de software. Receita recorrente no transporte avança com uso de tecnologia logística Segundo Rony Neri, diretor-executivo LATAM da Platform Science, multinacional americana especializada em soluções de segurança e tecnologia para o setor de transporte, a lógica do mercado está em transformação. “A lógica do setor está mudando. Antes, a receita estava concentrada na venda do ativo. Agora, com o uso de tecnologia, é possível construir uma base recorrente de faturamento, mais previsível e menos exposta às oscilações do mercado”, afirma. A empresa atua no desenvolvimento de plataformas tecnológicas para gestão de frotas e segurança operacional, permitindo a integração de dados e serviços no ambiente logístico. Dessa forma, soluções como telemetria, videomonitoramento e plataformas digitais passam a viabilizar modelos de assinatura, ampliando o ticket médio e a retenção de clientes. “A tecnologia passa a funcionar como uma camada de inteligência que fortalece o negócio principal e cria novas oportunidades de receita ao longo do tempo”, reforça Neri. Além disso, o movimento também alcança o agronegócio, onde a digitalização da logística tem impacto direto nos custos operacionais. Com o uso de dados e monitoramento em tempo real, produtores e operadores conseguem reduzir desperdícios, evitar falhas mecânicas e aumentar a eficiência no transporte da safra. “Esses ganhos operacionais têm impacto direto na rentabilidade, especialmente em um cenário em que o custo logístico é um dos principais fatores de pressão para o produtor rural”, detalha o executivo. Para empresas de software, a incorporação de dados operacionais das frotas abre espaço para expansão de portfólio sem necessidade de novos investimentos em hardware. Assim, aumenta-se o valor agregado das plataformas e amplia-se a oferta de serviços. Por fim, o modelo de receita recorrente no transporte tende a apresentar maior estabilidade em comparação à comercialização de produtos físicos. A venda de serviços contínuos, baseada em assinaturas, contribui para reduzir a sazonalidade típica do setor e cria uma base mais previsível de faturamento ao longo do tempo. “A recorrência permite que empresas atravessem períodos de baixa venda de ativos sem perda significativa de receita. É uma mudança estrutural na forma como o setor captura valor”, finaliza Neri.
Queda nas vendas de caminhões impulsiona receita recorrente no transporte, sinaliza Platform Science

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