Havan inaugura, em 24 de setembro, megaloja em Natal, a primeira no Rio Grande do Norte

14/09/2022

Faltam poucos dias para a inauguração da primeira megaloja Havan em Natal, no Rio Grande do Norte. A filial de número 174 abre as portas no dia 24 de setembro, às 10h, para receber todo o povo potiguar.

Foram mais de 50 mil currículos recebidos para 200 vagas de empregos diretos. “Estamos muito felizes de plantar mais uma sementinha nesse nosso imenso país. Queremos dar à população um presente, um espaço de turismo, lazer e compras”, afirma Luciano Hang, dono da Havan.

Com investimento de R$ 45 milhões, a nova loja possui 14 mil metros quadrados de área construída, conta com praça de alimentação, estacionamento gratuito, ambiente climatizado, mais de 350 mil produtos e, claro, a Estátua da Liberdade, grande símbolo que representa a Havan. “Nosso objetivo é oferecermos uma experiência única a todas as pessoas que vierem nos visitar. Viemos para dar mais uma opção de compras à população e fazer parte da história da cidade. Tenho certeza: a Havan Natal já é sucesso”, destaca Hang.

A megaloja está localizada na avenida Dão Silveira, nº 6000, às margens da BR-101. O funcionamento será diário, inclusive aos sábados e domingos, das 9h às 22h.

Perfil Havan

• Fundada em 1986, em Brusque (SC)

• Iniciou em uma sala de 45 metros quadrados na 1ª loja;

• 36 anos de história;

• Único dono;

• 174 lojas físicas em funcionamento (contando com Natal);

• 23 estados e mais o Distrito Federal;

• Mix com mais de 350 mil itens, sendo 95% produtos nacionais;

• 22 mil colaboradores diretos, os quais 75% são mulheres e mais de 120 mil empregos indiretos;

• Possui um dos maiores e mais tecnológicos Centros de Distribuição do Brasil, situado em Barra Velha (SC);

• Uma das melhores empresas para se trabalhar no Brasil pelo Great Place to Work.

SERVIÇO:

O quê: Inauguração Havan Natal (RN)

Quando: Sábado, 24 de setembro

Onde: avenida Dão Silveira, nº 6000, às margens da BR-101

Horário: 10 horas

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A combinação de juros elevados e restrição ao crédito tem levado o setor de transporte rodoviário a buscar novas estratégias de geração de receita. Diante da queda nas vendas de caminhões, empresas da cadeia logística passaram a acelerar a adoção de modelos baseados em serviços e receita recorrente no transporte, com foco em maior previsibilidade financeira. De acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), as vendas de caminhões recuaram 34,6% em janeiro deste ano em relação a dezembro de 2025. Além disso, na comparação com janeiro do ano anterior, a retração foi de 30,14%. Esse cenário reforça a necessidade de diversificação das fontes de receita em um ambiente mais volátil. Nesse contexto, a mudança de modelo reflete uma tentativa de reduzir a dependência de vendas pontuais de ativos. Ao mesmo tempo, empresas passam a incorporar soluções tecnológicas embarcadas nas frotas não apenas para ganho operacional, mas também como nova fonte de faturamento para concessionárias, revendedores e companhias de software. Receita recorrente no transporte avança com uso de tecnologia logística Segundo Rony Neri, diretor-executivo LATAM da Platform Science, multinacional americana especializada em soluções de segurança e tecnologia para o setor de transporte, a lógica do mercado está em transformação. “A lógica do setor está mudando. Antes, a receita estava concentrada na venda do ativo. Agora, com o uso de tecnologia, é possível construir uma base recorrente de faturamento, mais previsível e menos exposta às oscilações do mercado”, afirma. A empresa atua no desenvolvimento de plataformas tecnológicas para gestão de frotas e segurança operacional, permitindo a integração de dados e serviços no ambiente logístico. Dessa forma, soluções como telemetria, videomonitoramento e plataformas digitais passam a viabilizar modelos de assinatura, ampliando o ticket médio e a retenção de clientes. “A tecnologia passa a funcionar como uma camada de inteligência que fortalece o negócio principal e cria novas oportunidades de receita ao longo do tempo”, reforça Neri. Além disso, o movimento também alcança o agronegócio, onde a digitalização da logística tem impacto direto nos custos operacionais. Com o uso de dados e monitoramento em tempo real, produtores e operadores conseguem reduzir desperdícios, evitar falhas mecânicas e aumentar a eficiência no transporte da safra. “Esses ganhos operacionais têm impacto direto na rentabilidade, especialmente em um cenário em que o custo logístico é um dos principais fatores de pressão para o produtor rural”, detalha o executivo. Para empresas de software, a incorporação de dados operacionais das frotas abre espaço para expansão de portfólio sem necessidade de novos investimentos em hardware. Assim, aumenta-se o valor agregado das plataformas e amplia-se a oferta de serviços. Por fim, o modelo de receita recorrente no transporte tende a apresentar maior estabilidade em comparação à comercialização de produtos físicos. A venda de serviços contínuos, baseada em assinaturas, contribui para reduzir a sazonalidade típica do setor e cria uma base mais previsível de faturamento ao longo do tempo. “A recorrência permite que empresas atravessem períodos de baixa venda de ativos sem perda significativa de receita. É uma mudança estrutural na forma como o setor captura valor”, finaliza Neri.
Queda nas vendas de caminhões impulsiona receita recorrente no transporte, sinaliza Platform Science

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