Grupo Toniato integra quadro associativo da ABOL

18/04/2016

Posicionado no mercado como uma empresa que sempre se preocupou em oferecer o melhor atendimento aos seus clientes, acompanhando suas necessidades e cumprindo prazos, o Grupo Toniato avança na consolidação da excelência dos serviços prestados. A empresa acaba de ingressar no quadro de associados da Associação Brasileira de Operadores Logísticos – ABOL.

O Grupo Toniato é composto por quatro empresas que se integram estrategicamente: Transportes Toniato, Ebamag Soluções Logísticas, Skuassil Transportes e Construsul Empreendimentos Imobiliários. Juntas, as quatro empresas formam uma poderosa parceria na prestação de serviços ligados ao transporte e à logística.

Abrangendo todas as etapas no desenvolvimento dos projetos e na realização dos serviços de transporte e logística, o Grupo Toniato atua desde o planejamento e consultoria até o transporte da carga; seja na elaboração e construção dos armazéns, seja na pesquisa da melhor solução logística, entre uma extensa gama de atividades com excelentes resultados para os seus clientes.

“A associação do Grupo Toniato  à  ABOL objetiva somar forças com os demais Operadores Logísticos, buscando maximizar a segurança jurídica no nosso ambiente de negócios. Entendemos que a ABOL nos  representa perante as partes interessadas e isso nos motiva a contribuir neste processo”, explica o Diretor Presidente do Grupo – André Luís Façanha.

Para Gennaro Oddone, presidente do Conselho Deliberativo da ABOL, a associação do Grupo Toniato é mais um adesão que muito engrandece e honra a ABOL. “Confirmando o trabalho que vem sendo realizado pela associação, já bastante reconhecido pelo mercado como uma organização séria e que, efetivamente, representa o setor, o Grupo Toniato vem contribuir com a larga experiência de uma organização líder com 40 anos de atuação, destacando-se com excelência em setores de elevada especificidade como o químico e agroquímico”.

“O mercado de operadores logísticos no Brasil reúne cerca de 160 empresas de pequeno, médio e grande porte, atuando em todas as cadeias produtivas, em todos os setores da economia, e em todas as Unidades da Federação. Com o ingresso do Grupo Toniato, a ABOL passa a congregar 25 membros dos mais expressivos e respeitados operadores logísticos em atuação no Brasil. Vejam que em menos de quatro meses, em um ano de extremos desafios para todos, sobretudo para prestadores de serviços, cinco novas filiações foram registradas na ABOL. Isso significa que estamos oferecendo um ambiente seguro, harmônico, de elevadas discussões, estudos fundamentais para uma melhor estruturação do setor, aproximando-o de um contexto de maior segurança jurídica. Estamos muito felizes com a chegada do Grupo Toniato”, finalizou  diretor executivo e CEO da ABOL, Cesar Meireles”.

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A combinação de juros elevados e restrição ao crédito tem levado o setor de transporte rodoviário a buscar novas estratégias de geração de receita. Diante da queda nas vendas de caminhões, empresas da cadeia logística passaram a acelerar a adoção de modelos baseados em serviços e receita recorrente no transporte, com foco em maior previsibilidade financeira. De acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), as vendas de caminhões recuaram 34,6% em janeiro deste ano em relação a dezembro de 2025. Além disso, na comparação com janeiro do ano anterior, a retração foi de 30,14%. Esse cenário reforça a necessidade de diversificação das fontes de receita em um ambiente mais volátil. Nesse contexto, a mudança de modelo reflete uma tentativa de reduzir a dependência de vendas pontuais de ativos. Ao mesmo tempo, empresas passam a incorporar soluções tecnológicas embarcadas nas frotas não apenas para ganho operacional, mas também como nova fonte de faturamento para concessionárias, revendedores e companhias de software. Receita recorrente no transporte avança com uso de tecnologia logística Segundo Rony Neri, diretor-executivo LATAM da Platform Science, multinacional americana especializada em soluções de segurança e tecnologia para o setor de transporte, a lógica do mercado está em transformação. “A lógica do setor está mudando. Antes, a receita estava concentrada na venda do ativo. Agora, com o uso de tecnologia, é possível construir uma base recorrente de faturamento, mais previsível e menos exposta às oscilações do mercado”, afirma. A empresa atua no desenvolvimento de plataformas tecnológicas para gestão de frotas e segurança operacional, permitindo a integração de dados e serviços no ambiente logístico. Dessa forma, soluções como telemetria, videomonitoramento e plataformas digitais passam a viabilizar modelos de assinatura, ampliando o ticket médio e a retenção de clientes. “A tecnologia passa a funcionar como uma camada de inteligência que fortalece o negócio principal e cria novas oportunidades de receita ao longo do tempo”, reforça Neri. Além disso, o movimento também alcança o agronegócio, onde a digitalização da logística tem impacto direto nos custos operacionais. Com o uso de dados e monitoramento em tempo real, produtores e operadores conseguem reduzir desperdícios, evitar falhas mecânicas e aumentar a eficiência no transporte da safra. “Esses ganhos operacionais têm impacto direto na rentabilidade, especialmente em um cenário em que o custo logístico é um dos principais fatores de pressão para o produtor rural”, detalha o executivo. Para empresas de software, a incorporação de dados operacionais das frotas abre espaço para expansão de portfólio sem necessidade de novos investimentos em hardware. Assim, aumenta-se o valor agregado das plataformas e amplia-se a oferta de serviços. Por fim, o modelo de receita recorrente no transporte tende a apresentar maior estabilidade em comparação à comercialização de produtos físicos. A venda de serviços contínuos, baseada em assinaturas, contribui para reduzir a sazonalidade típica do setor e cria uma base mais previsível de faturamento ao longo do tempo. “A recorrência permite que empresas atravessem períodos de baixa venda de ativos sem perda significativa de receita. É uma mudança estrutural na forma como o setor captura valor”, finaliza Neri.
Queda nas vendas de caminhões impulsiona receita recorrente no transporte, sinaliza Platform Science

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