Grupo Agrega aposta no crescimento do mercado logístico nos próximos 6 meses

13/07/2021

O ano de 2020 foi desafiador para praticamente todos os setores da economia brasileira, que cresceu menos do que o esperado para o período.

E não foi diferente para o Grupo Agrega. Composto pela AgregaTech – empresa que oferece soluções inovadoras de primarização da logística de transporte – e pela AgregaLog – transportadora rodoviária digital – as empresas tiveram durante todo o ano de 2020 e o primeiro semestre de 2021 uma queda de 25% nos fretes para clientes da área de bens de consumo.

Porém a situação foi equilibrada pelos clientes que atuam na construção civil. Área que cresceu em 2020 e continua crescendo em 2021, houve um incremento de 30% no volume de fretes realizados.

O grande diferencial do Grupo Agrega é oferecer redução de custos com transporte rodoviário de cargas utilizando caminhoneiros autônomos. Durante o período, os clientes de bens de consumo tiveram uma economia de 14% nos custos com frete e os de construção civil, 19,8%.

A principal razão para resultados tão expressivos é a baixíssima taxa de sinistralidade tanto em 2020 como no primeiro semestre de 2021. O Grupo Agrega registrou 0% de roubos, furtos e acidentes nos transportes realizados para a área de bens de consumo e 0,1% em construção civil.

Os números tão pequenos são fruto de uma acurada política de gerenciamento de riscos, que leva à sério o compliance de cada embarcador. Em cada viagem realizada é colocado em prática um Plano de Gerenciamento de Riscos (PGR), que envolve toda a cadeia de suprimentos.

“Cada motorista prestador de serviços passa por uma checagem minuciosa que leva em conta muito mais do que apenas antecedentes criminais”, explica o CEO do Grupo Agrega, Jarlon Nogueira.

Para os próximos 6 meses do Grupo Agrega, Jarlon estima um crescimento de 30%. “Estou muito otimista com o crescimento da economia, principalmente com a imunização da população. Nossa expectativa é aumentar ainda mais os fretes, principalmente no setor de construção civil, como também bens de consumo e alimentício”, finaliza.

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