Foton Caminhões investe em excelência no atendimento de Pós-Venda e realiza cerca de 2.500 horas de treinamentos para sua Rede

24/06/2016

A Foton Caminhões promoveu ao longo de maio e junho deste ano treinamentos de Gestão de Pós-Venda, Técnico de Pós-Venda e Certificação Cummins para os titulares, gerentes e mecânicos das 26 concessionárias que fazem parte da rede Foton. No total, foram contabilizadas mais de 2.500 horas de treinamentos.

Os cursos de Gestão de Pós-Venda e Técnico de Pós-Venda foram realizados na sede da Foton Caminhões localizada em Várzea Paulista, SP, em parceria com a Progetti, consultoria especializada no setor automobilístico que atua há mais de 18 anos exclusivamente na formação das áreas comercial, técnica e de serviços de concessionárias de veículos.

No treinamento de Gestão de Pós-Venda foram priorizados os processos de atendimento ao cliente, além de temas abordados de forma aprofundada com ênfase na gestão de peças, processos de garantia, atendimento e acompanhamento de problemas de campo e entrega técnica.

Já o treinamento Técnico de Pós-Venda foi um curso com foco no produto: motor, transmissão, diferencial, suspensão, freios e sistema elétrico. “Os treinamentos foram realizados com uma didática moderna e dinâmica, o que incentivou bastante a participação de todos no grupo, melhorando assim o aprendizado e a absorção das informações passadas”, diz Paulo Bachega, Gerente de Pós-Venda da Foton Caminhões.

Para Alcides Cavalcanti, Diretor de Vendas, Marketing e Pós-Venda da Foton Caminhões, esses investimentos da marca em treinamentos são fundamentais na busca da excelência do atendimento aos clientes Foton. “Estamos em processo de amadurecimento da nossa rede que já conta com 26 concessionários e, para isso, queremos padronizar o atendimento aos nossos clientes independentemente de onde estejam”.

Certificação Cummins

Parte das 2.500 horas foram destinadas à Certificação Cummins, realizadas nos centros de treinamentos regionais da empresa. As concessionárias que participaram estão qualificadas a realizar serviços em motores automotivos ISF 2.8 e ISF 3.8 que equipam os caminhões de 3.5 e 10 toneladas da Foton e modelos de caminhões de outras tradicionais marcas do mercado.

Os cursos ministrados abordaram os temas eletrônica, mecânica de motor e diagnóstico através da ferramenta Insite da Cummins.
“A certificação Cummins coloca as concessionárias em um novo patamar na prestação de serviços e atendimento aos clientes Foton, que tem a certeza de que seu veículo estará nas mãos de técnicos treinados e certificados pela própria Cummins. Isto aumenta a confiabilidade dos serviços prestados e reduz consideravelmente os custos de manutenção, pois técnicos certificados levam um tempo menor para as manutenções necessárias. O cliente só tem a ganhar”, ressalta Alcides Cavalcanti.

Estão previstas mais 2.000 horas de capacitação para o segundo semestre com foco nos treinamentos Técnico e Certificação Cummins.

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A combinação de juros elevados e restrição ao crédito tem levado o setor de transporte rodoviário a buscar novas estratégias de geração de receita. Diante da queda nas vendas de caminhões, empresas da cadeia logística passaram a acelerar a adoção de modelos baseados em serviços e receita recorrente no transporte, com foco em maior previsibilidade financeira. De acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), as vendas de caminhões recuaram 34,6% em janeiro deste ano em relação a dezembro de 2025. Além disso, na comparação com janeiro do ano anterior, a retração foi de 30,14%. Esse cenário reforça a necessidade de diversificação das fontes de receita em um ambiente mais volátil. Nesse contexto, a mudança de modelo reflete uma tentativa de reduzir a dependência de vendas pontuais de ativos. Ao mesmo tempo, empresas passam a incorporar soluções tecnológicas embarcadas nas frotas não apenas para ganho operacional, mas também como nova fonte de faturamento para concessionárias, revendedores e companhias de software. Receita recorrente no transporte avança com uso de tecnologia logística Segundo Rony Neri, diretor-executivo LATAM da Platform Science, multinacional americana especializada em soluções de segurança e tecnologia para o setor de transporte, a lógica do mercado está em transformação. “A lógica do setor está mudando. Antes, a receita estava concentrada na venda do ativo. Agora, com o uso de tecnologia, é possível construir uma base recorrente de faturamento, mais previsível e menos exposta às oscilações do mercado”, afirma. A empresa atua no desenvolvimento de plataformas tecnológicas para gestão de frotas e segurança operacional, permitindo a integração de dados e serviços no ambiente logístico. Dessa forma, soluções como telemetria, videomonitoramento e plataformas digitais passam a viabilizar modelos de assinatura, ampliando o ticket médio e a retenção de clientes. “A tecnologia passa a funcionar como uma camada de inteligência que fortalece o negócio principal e cria novas oportunidades de receita ao longo do tempo”, reforça Neri. Além disso, o movimento também alcança o agronegócio, onde a digitalização da logística tem impacto direto nos custos operacionais. Com o uso de dados e monitoramento em tempo real, produtores e operadores conseguem reduzir desperdícios, evitar falhas mecânicas e aumentar a eficiência no transporte da safra. “Esses ganhos operacionais têm impacto direto na rentabilidade, especialmente em um cenário em que o custo logístico é um dos principais fatores de pressão para o produtor rural”, detalha o executivo. Para empresas de software, a incorporação de dados operacionais das frotas abre espaço para expansão de portfólio sem necessidade de novos investimentos em hardware. Assim, aumenta-se o valor agregado das plataformas e amplia-se a oferta de serviços. Por fim, o modelo de receita recorrente no transporte tende a apresentar maior estabilidade em comparação à comercialização de produtos físicos. A venda de serviços contínuos, baseada em assinaturas, contribui para reduzir a sazonalidade típica do setor e cria uma base mais previsível de faturamento ao longo do tempo. “A recorrência permite que empresas atravessem períodos de baixa venda de ativos sem perda significativa de receita. É uma mudança estrutural na forma como o setor captura valor”, finaliza Neri.
Queda nas vendas de caminhões impulsiona receita recorrente no transporte, sinaliza Platform Science

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