Fique por Dentro – Ed. 191

25/07/2018

Sompo Seguros
A Sompo Seguros anuncia a contratação de três novos executivos para atender a área de Riscos Corporativos. André Yoshinore, Fabrício Navarro e Marcos Melo Guedes assumem os cargos de gerente nos setores de Seguro Garantia, Responsabilidade Civil e Gestão Atuarial e Solvência, respectivamente. Yoshinore, o novo gerente técnico de Seguro Garantia, é formado em Direito e pós-graduado em Direito Público pela Escola Paulista de Direito. Navarro, o novo gerente de Responsabilidade Civil, é formado em Administração de Empresas, com pós-graduação em Estratégia de Negócios (ESPM). E Guedes é o novo gerente de Riscos Corporativos da área de Gestão Atuarial e Solvência. É formado em engenharia mecânica pela UERJ, com pós-graduação e mestrado em atuária e modelagem de riscos financeiros pela UFRJ e PUC-Rio.

ANTT
Weber Ciloni tomou posse como novo diretor da Agência Nacional de Transportes Terrestres – ANTT. Ele foi nomeado pela Presidência da República e terá mandato até 18 de fevereiro de 2022. Ciloni é, atualmente, diretor de Aeroportos da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero); atuou no gerenciamento do programa para eliminação de gargalos, extensões e terminais na hidrovia Tietê-Paraná; em consultoria e assessoria técnica em empreendimentos habitacionais da Secretaria de Habitação do Estado de São Paulo; e na supervisão e fiscalização de obras de reformas e adequações de edificações no mercado privado. Ciloni também já foi diretor de Operações da Companhia de Desenvolvimento Agrícola de São Paulo e secretário municipal de serviços públicos de Araraquara, SP.

Blu Logistics
César Zanini assumiu a gestão da área de seguros da Blu Logistics. Com mais de 20 anos de experiência no segmento de seguros e especializado em seguro de transporte desde 2000, Zanini chega para mudar a cultura da área de seguros e oferecer aos clientes um suporte diferenciado.

ID Logistics
A direção comercial da ID Logistics Brasil ganhou o reforço de Sandra Del Amonica, executiva com expertise de mais de 15 anos de atuação na área de logística. Ela é graduada em economia pela PUC, com MBA em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), tendo passagens por empresas como Ceva Logistics e FM Logistic. Sandra vem somar na área que é comandada por Rodrigo Bacelar, diretor de Desenvolvimento de Negócios e Inovação.

ASAP Log
A ASAP Log acaba de contratar Eduardo Mayer, que terá como responsabilidade preparar toda a base tecnológica da empresa para conectar as lojas virtuais a seus consumidores até 2019. Trata-se de um modelo de transporte inovador, desenhado para suprir as demandas específicas do comércio eletrônico, com lançamento previsto para início de 2019 nas regiões Sudeste e Sul do país. Mayer já atuou em projetos de tecnologia no Brasil, na Argentina e no Canadá em multinacionais como Exxon e GLT (HSBC).

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A combinação de juros elevados e restrição ao crédito tem levado o setor de transporte rodoviário a buscar novas estratégias de geração de receita. Diante da queda nas vendas de caminhões, empresas da cadeia logística passaram a acelerar a adoção de modelos baseados em serviços e receita recorrente no transporte, com foco em maior previsibilidade financeira. De acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), as vendas de caminhões recuaram 34,6% em janeiro deste ano em relação a dezembro de 2025. Além disso, na comparação com janeiro do ano anterior, a retração foi de 30,14%. Esse cenário reforça a necessidade de diversificação das fontes de receita em um ambiente mais volátil. Nesse contexto, a mudança de modelo reflete uma tentativa de reduzir a dependência de vendas pontuais de ativos. Ao mesmo tempo, empresas passam a incorporar soluções tecnológicas embarcadas nas frotas não apenas para ganho operacional, mas também como nova fonte de faturamento para concessionárias, revendedores e companhias de software. Receita recorrente no transporte avança com uso de tecnologia logística Segundo Rony Neri, diretor-executivo LATAM da Platform Science, multinacional americana especializada em soluções de segurança e tecnologia para o setor de transporte, a lógica do mercado está em transformação. “A lógica do setor está mudando. Antes, a receita estava concentrada na venda do ativo. Agora, com o uso de tecnologia, é possível construir uma base recorrente de faturamento, mais previsível e menos exposta às oscilações do mercado”, afirma. A empresa atua no desenvolvimento de plataformas tecnológicas para gestão de frotas e segurança operacional, permitindo a integração de dados e serviços no ambiente logístico. Dessa forma, soluções como telemetria, videomonitoramento e plataformas digitais passam a viabilizar modelos de assinatura, ampliando o ticket médio e a retenção de clientes. “A tecnologia passa a funcionar como uma camada de inteligência que fortalece o negócio principal e cria novas oportunidades de receita ao longo do tempo”, reforça Neri. Além disso, o movimento também alcança o agronegócio, onde a digitalização da logística tem impacto direto nos custos operacionais. Com o uso de dados e monitoramento em tempo real, produtores e operadores conseguem reduzir desperdícios, evitar falhas mecânicas e aumentar a eficiência no transporte da safra. “Esses ganhos operacionais têm impacto direto na rentabilidade, especialmente em um cenário em que o custo logístico é um dos principais fatores de pressão para o produtor rural”, detalha o executivo. Para empresas de software, a incorporação de dados operacionais das frotas abre espaço para expansão de portfólio sem necessidade de novos investimentos em hardware. Assim, aumenta-se o valor agregado das plataformas e amplia-se a oferta de serviços. Por fim, o modelo de receita recorrente no transporte tende a apresentar maior estabilidade em comparação à comercialização de produtos físicos. A venda de serviços contínuos, baseada em assinaturas, contribui para reduzir a sazonalidade típica do setor e cria uma base mais previsível de faturamento ao longo do tempo. “A recorrência permite que empresas atravessem períodos de baixa venda de ativos sem perda significativa de receita. É uma mudança estrutural na forma como o setor captura valor”, finaliza Neri.
Queda nas vendas de caminhões impulsiona receita recorrente no transporte, sinaliza Platform Science

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