Fique por Dentro – Ed. 181

24/07/2017

Scania Latin America
No ano em que comemora 60 anos no Brasil, a Scania anuncia a chegada de Christopher Podgorski para o cargo de presidente e CEO da segunda maior operação industrial da empresa no mundo, a fábrica de São Bernardo do Campo, SP. Com isso, o executivo, que inicia seu 20º ano de atuação junto à montadora e tem formação em Administração de Empresas pela Fundação Armando Alvares Penteado, passa a ser o primeiro brasileiro no comando da Scania Latin America. Em sua trajetória dentro da Scania, Podgorski ocupou, entre outros cargos, o de diretor geral da Scania Brasil, e está retornando ao Brasil após quase cinco anos na Suécia como vice-presidente sênior global para Vendas & Marketing de Caminhões.
DAF Guarulhos
A DAF Guarulhos, concessionária da rede DAF Caminhões Brasil, tem novo diretor, Teodoro da Silva, que se reportará diretamente ao diretor comercial, Luís Gambim.
Com mais de 30 anos de experiência na área comercial e de pós-venda, Silva já atuou em concessionárias como Vetelli, da Iveco, e Codema, da Scania. Antes de entrar para a DAF Guarulhos, o profissional atuava como sócio-diretor da Vetelli.

Bysoft
A Bysoft, empresa de tecnologia e gestão especializada em soluções para comércio exterior, anuncia Claudemir Lopes como novo diretor de produtos. O profissional voltou ao time da Bysoft após 14 anos de sua primeira passagem e passou a ser responsável pela área de suporte, projeto e novos produtos. Lopes tem como missão também melhorar a performance interna da empresa.

Modern Logistics
Carla von Gerhardt assumiu a diretoria de Recursos Humanos da Modern Logistics. Ela já respondia pela área jurídica da companhia e agora irá acumular as duas funções. Carla é graduada em Direito pelo Mackenzie, tem especialização em Direito do Trabalho e Processo do Trabalho pela Faculdade de Direito da USP e em Direito Empresarial pela FGV. Antes de chegar à Modern Logistics, passou por empresas como Azul Linhas Aéreas Brasileiras e TAM.

BTP
A Brasil Terminal Portuário – BTP anuncia a contratação de Natalia Nomura como gerente Comercial Exportação e Armador. Natalia é formada em Economia pela USP e possui ampla experiência no setor portuário, tendo passagens por empresas como APM Terminals no Panamá, Estados Unidos e Holanda e Grupo Maersk em Itajaí, Rio de Janeiro e Hong Kong. Ela vai reportar-se diretamente ao diretor Comercial e Marketing, Cláudio Oliveira.

TA
Rejane Vasco assumiu como diretora de operações da Divisão Rodoviário da TA – Transportadora Americana. Rejane é doutora em Engenharia de Produção pela UFSCAR (Universidade Federal de São Carlos), mestre em Engenharia de Transportes pela USP e bacharel em Engenharia Civil pela UNESP (Universidade Estadual Paulista). Sua última atuação profissional foi na Patrus Transportes Urgentes, onde esteve por 13 anos na posição de diretora executiva nas áreas de Operações, Projetos e Inovação.

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A combinação de juros elevados e restrição ao crédito tem levado o setor de transporte rodoviário a buscar novas estratégias de geração de receita. Diante da queda nas vendas de caminhões, empresas da cadeia logística passaram a acelerar a adoção de modelos baseados em serviços e receita recorrente no transporte, com foco em maior previsibilidade financeira. De acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), as vendas de caminhões recuaram 34,6% em janeiro deste ano em relação a dezembro de 2025. Além disso, na comparação com janeiro do ano anterior, a retração foi de 30,14%. Esse cenário reforça a necessidade de diversificação das fontes de receita em um ambiente mais volátil. Nesse contexto, a mudança de modelo reflete uma tentativa de reduzir a dependência de vendas pontuais de ativos. Ao mesmo tempo, empresas passam a incorporar soluções tecnológicas embarcadas nas frotas não apenas para ganho operacional, mas também como nova fonte de faturamento para concessionárias, revendedores e companhias de software. Receita recorrente no transporte avança com uso de tecnologia logística Segundo Rony Neri, diretor-executivo LATAM da Platform Science, multinacional americana especializada em soluções de segurança e tecnologia para o setor de transporte, a lógica do mercado está em transformação. “A lógica do setor está mudando. Antes, a receita estava concentrada na venda do ativo. Agora, com o uso de tecnologia, é possível construir uma base recorrente de faturamento, mais previsível e menos exposta às oscilações do mercado”, afirma. A empresa atua no desenvolvimento de plataformas tecnológicas para gestão de frotas e segurança operacional, permitindo a integração de dados e serviços no ambiente logístico. Dessa forma, soluções como telemetria, videomonitoramento e plataformas digitais passam a viabilizar modelos de assinatura, ampliando o ticket médio e a retenção de clientes. “A tecnologia passa a funcionar como uma camada de inteligência que fortalece o negócio principal e cria novas oportunidades de receita ao longo do tempo”, reforça Neri. Além disso, o movimento também alcança o agronegócio, onde a digitalização da logística tem impacto direto nos custos operacionais. Com o uso de dados e monitoramento em tempo real, produtores e operadores conseguem reduzir desperdícios, evitar falhas mecânicas e aumentar a eficiência no transporte da safra. “Esses ganhos operacionais têm impacto direto na rentabilidade, especialmente em um cenário em que o custo logístico é um dos principais fatores de pressão para o produtor rural”, detalha o executivo. Para empresas de software, a incorporação de dados operacionais das frotas abre espaço para expansão de portfólio sem necessidade de novos investimentos em hardware. Assim, aumenta-se o valor agregado das plataformas e amplia-se a oferta de serviços. Por fim, o modelo de receita recorrente no transporte tende a apresentar maior estabilidade em comparação à comercialização de produtos físicos. A venda de serviços contínuos, baseada em assinaturas, contribui para reduzir a sazonalidade típica do setor e cria uma base mais previsível de faturamento ao longo do tempo. “A recorrência permite que empresas atravessem períodos de baixa venda de ativos sem perda significativa de receita. É uma mudança estrutural na forma como o setor captura valor”, finaliza Neri.
Queda nas vendas de caminhões impulsiona receita recorrente no transporte, sinaliza Platform Science

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