Empilhadeira contrabalançada da Crown recebe o título de Produto do Ano da revista ‘Plant Engineering’

22/05/2017

A Crown Equipment Corporation, uma das maiores empresas do mundo em movimentação de materiais recebeu com a empilhadeira contrabalançada Crown Série FC 5200 o prêmio de Produto do Ano da revista Plant Engineering, na categoria Sistema de Movimentação de Materiais. De acordo com a revista Plant Engineering, o programa Produto do Ano é o número 1 para novos produtos tanto nas indústrias de transformação quanto nas demais. A cada ano, os leitores da revista selecionam os produtos que realmente ajudam a tornar o trabalho mais inteligente, mais seguro, mais eficiente e mais produtivo.

A empilhadeira contrabalançada Crown FC 5200 dá ao operador a força, a estabilidade e a capacidade de manobra que precisa para elevar cargas em corredores estreitos e docas congestionadas. É capaz de suportar cargas que vão de 1.800 a 3.000 kg e é fabricada com um chassi forte e durável, associado a uma transmissão capaz de gerenciar as cargas mais difíceis. A capacidade de manobra da empilhadeira faz com que o equipamento seja uma solução ideal para trabalho em docas, empilhamento em prateleiras e linhas de montagem, com seu raio menor de manobra permite que o operador manuseie cargas pesadas em pequenos espaços, sem esbarrar em paletes ao lado e sem desgastar excessivamente as rodas.

Ao apresentar aceleração mais rápida, maior velocidade de deslocamento e de elevação, a Crown FC 5200 ajuda os operadores a mover 10% mais cargas por turno. Com o raio de manobra menor, a empilhadeira premiada pode ser usada no mesmo espaço que as convencionais empilhadeiras de quatro rodas, e, ao permitir o uso de uma bateria maior, pode ganhar 15% mais tempo de trabalho a cada carga. Quando a performance da empilhadeira é voltada para a otimização, pode-se ter um ganho de 25% no tempo de realização das tarefas, resultando em um ganho combinado de 40% no tempo de realização das tarefas a cada carga da bateria.

Tony Young, gerente de marketing de produto da Crown Equipment, disse: “É uma honra receber este prêmio porque é resultado da votação dos leitores da revista, e estes leitores são os que estão usando a empilhadeira da Crown em suas empresas. Em cada unidade que fabricamos, nosso desafio é levar aos nossos clientes a excelência em qualidade e design que eles esperam, enquanto entregamos um nível de performance e confiança que ajuda a operação a seguir com eficiência.”

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A combinação de juros elevados e restrição ao crédito tem levado o setor de transporte rodoviário a buscar novas estratégias de geração de receita. Diante da queda nas vendas de caminhões, empresas da cadeia logística passaram a acelerar a adoção de modelos baseados em serviços e receita recorrente no transporte, com foco em maior previsibilidade financeira. De acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), as vendas de caminhões recuaram 34,6% em janeiro deste ano em relação a dezembro de 2025. Além disso, na comparação com janeiro do ano anterior, a retração foi de 30,14%. Esse cenário reforça a necessidade de diversificação das fontes de receita em um ambiente mais volátil. Nesse contexto, a mudança de modelo reflete uma tentativa de reduzir a dependência de vendas pontuais de ativos. Ao mesmo tempo, empresas passam a incorporar soluções tecnológicas embarcadas nas frotas não apenas para ganho operacional, mas também como nova fonte de faturamento para concessionárias, revendedores e companhias de software. Receita recorrente no transporte avança com uso de tecnologia logística Segundo Rony Neri, diretor-executivo LATAM da Platform Science, multinacional americana especializada em soluções de segurança e tecnologia para o setor de transporte, a lógica do mercado está em transformação. “A lógica do setor está mudando. Antes, a receita estava concentrada na venda do ativo. Agora, com o uso de tecnologia, é possível construir uma base recorrente de faturamento, mais previsível e menos exposta às oscilações do mercado”, afirma. A empresa atua no desenvolvimento de plataformas tecnológicas para gestão de frotas e segurança operacional, permitindo a integração de dados e serviços no ambiente logístico. Dessa forma, soluções como telemetria, videomonitoramento e plataformas digitais passam a viabilizar modelos de assinatura, ampliando o ticket médio e a retenção de clientes. “A tecnologia passa a funcionar como uma camada de inteligência que fortalece o negócio principal e cria novas oportunidades de receita ao longo do tempo”, reforça Neri. Além disso, o movimento também alcança o agronegócio, onde a digitalização da logística tem impacto direto nos custos operacionais. Com o uso de dados e monitoramento em tempo real, produtores e operadores conseguem reduzir desperdícios, evitar falhas mecânicas e aumentar a eficiência no transporte da safra. “Esses ganhos operacionais têm impacto direto na rentabilidade, especialmente em um cenário em que o custo logístico é um dos principais fatores de pressão para o produtor rural”, detalha o executivo. Para empresas de software, a incorporação de dados operacionais das frotas abre espaço para expansão de portfólio sem necessidade de novos investimentos em hardware. Assim, aumenta-se o valor agregado das plataformas e amplia-se a oferta de serviços. Por fim, o modelo de receita recorrente no transporte tende a apresentar maior estabilidade em comparação à comercialização de produtos físicos. A venda de serviços contínuos, baseada em assinaturas, contribui para reduzir a sazonalidade típica do setor e cria uma base mais previsível de faturamento ao longo do tempo. “A recorrência permite que empresas atravessem períodos de baixa venda de ativos sem perda significativa de receita. É uma mudança estrutural na forma como o setor captura valor”, finaliza Neri.
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