Em parceria estratégica, Softrack e Namoa lançam software para a gestão de manutenção de equipamentos de intralogística

06/09/2024

Imagine uma operação intralogística onde cada minuto conta e a precisão é essencial para evitar paradas inesperadas e custos adicionais. O cenário é comum: empilhadeiras funcionando a pleno vapor, mas sem a visibilidade completa dos dados operacionais, gerando ineficiências e potenciais problemas de manutenção. Foi exatamente para solucionar desafios como este que a Softrack, considerada líder em soluções tecnológicas para intralogística, em parceria com a Namoa Digital, está lançando o software Saas avançado.

A solução foi idealizada para a gestão de manutenção de equipamentos, e não apenas automatiza as rotinas de manutenção, como também integra todas as informações em tempo real, permitindo que técnicos e gestores atuem com precisão e eficiência. “A parceria com a Namoa é um marco que nos permite oferecer ao mercado uma solução robusta, capaz de eliminar desperdícios e melhorar a disponibilidade dos equipamentos”, destaca Menotti Franchescini, CEO da Softrack.

Ainda de acordo com o CEO, a novidade também se destaca por suas funcionalidades inovadoras, como a abertura de chamados via QR-Code diretamente nos equipamentos e a atualização automatizada do status de atendimento, acessível tanto pelo portal Webapp, quanto pelo Assistente Digital no WhatsApp. Essas características não só aprimoram a experiência do cliente, mas também facilitam o trabalho das equipes de manutenção, aumentando a transparência e a confiabilidade do processo. “Com a integração das nossas tecnologias, estamos transformando o modo como a manutenção é gerida, otimizando os tempos de parada e garantindo maior satisfação para todos os envolvidos”, explica Stephan Gruner, CEO e fundador da Namoa Digital. Como a Namoa, a Softrack também considera que o sucesso de uma organização está na capacidade de gerar valor agregado ao cliente através da otimização de processos e a capacidade de inovação na solução de problemas. “Entendemos que o emprego de soluções de software e novas tecnologias se tornaram imprescindíveis para o alcance de nossas metas e objetivos”, diz Mário Bavaresco Neto, diretor de Desenvolvimento de Negócios da Softrack.

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A combinação de juros elevados e restrição ao crédito tem levado o setor de transporte rodoviário a buscar novas estratégias de geração de receita. Diante da queda nas vendas de caminhões, empresas da cadeia logística passaram a acelerar a adoção de modelos baseados em serviços e receita recorrente no transporte, com foco em maior previsibilidade financeira. De acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), as vendas de caminhões recuaram 34,6% em janeiro deste ano em relação a dezembro de 2025. Além disso, na comparação com janeiro do ano anterior, a retração foi de 30,14%. Esse cenário reforça a necessidade de diversificação das fontes de receita em um ambiente mais volátil. Nesse contexto, a mudança de modelo reflete uma tentativa de reduzir a dependência de vendas pontuais de ativos. Ao mesmo tempo, empresas passam a incorporar soluções tecnológicas embarcadas nas frotas não apenas para ganho operacional, mas também como nova fonte de faturamento para concessionárias, revendedores e companhias de software. Receita recorrente no transporte avança com uso de tecnologia logística Segundo Rony Neri, diretor-executivo LATAM da Platform Science, multinacional americana especializada em soluções de segurança e tecnologia para o setor de transporte, a lógica do mercado está em transformação. “A lógica do setor está mudando. Antes, a receita estava concentrada na venda do ativo. Agora, com o uso de tecnologia, é possível construir uma base recorrente de faturamento, mais previsível e menos exposta às oscilações do mercado”, afirma. A empresa atua no desenvolvimento de plataformas tecnológicas para gestão de frotas e segurança operacional, permitindo a integração de dados e serviços no ambiente logístico. Dessa forma, soluções como telemetria, videomonitoramento e plataformas digitais passam a viabilizar modelos de assinatura, ampliando o ticket médio e a retenção de clientes. “A tecnologia passa a funcionar como uma camada de inteligência que fortalece o negócio principal e cria novas oportunidades de receita ao longo do tempo”, reforça Neri. Além disso, o movimento também alcança o agronegócio, onde a digitalização da logística tem impacto direto nos custos operacionais. Com o uso de dados e monitoramento em tempo real, produtores e operadores conseguem reduzir desperdícios, evitar falhas mecânicas e aumentar a eficiência no transporte da safra. “Esses ganhos operacionais têm impacto direto na rentabilidade, especialmente em um cenário em que o custo logístico é um dos principais fatores de pressão para o produtor rural”, detalha o executivo. Para empresas de software, a incorporação de dados operacionais das frotas abre espaço para expansão de portfólio sem necessidade de novos investimentos em hardware. Assim, aumenta-se o valor agregado das plataformas e amplia-se a oferta de serviços. Por fim, o modelo de receita recorrente no transporte tende a apresentar maior estabilidade em comparação à comercialização de produtos físicos. A venda de serviços contínuos, baseada em assinaturas, contribui para reduzir a sazonalidade típica do setor e cria uma base mais previsível de faturamento ao longo do tempo. “A recorrência permite que empresas atravessem períodos de baixa venda de ativos sem perda significativa de receita. É uma mudança estrutural na forma como o setor captura valor”, finaliza Neri.
Queda nas vendas de caminhões impulsiona receita recorrente no transporte, sinaliza Platform Science

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