Dois novos navios de 3800 TEUs passam a integrar a frota de cabotagem da Aliança Navegação e Logística este mês

27/11/2017

A Aliança Navegação e Logística, líder em cabotagem no Brasil, anuncia mais um passo importante no processo de consolidação da cabotagem. A partir da segunda quinzena de novembro, a armadora contará com dois novos navios de bandeira brasileira da classe “Exploradores”, com capacidade de 3,8 mil TEUs, que substituirão as embarcações “Aliança Manaus” e “Aliança Santos” de 2,5 mil TEUs.

Ao mesmo tempo em que chegam os novos navios, a Aliança ajustará a rotação dos serviços, ampliando a cobertura com um número maior de frequências entre o Sul, Sudeste e Nordeste do país.

“As embarcações maiores e mais modernas permitirão um incremento de capacidade semanal da ordem de 20%”, afirma Marcus Voloch, gerente geral de Cabotagem e Mercosul da Aliança Navegação e Logística.

O navio “Diego Garcia” fez sua viagem inaugural pelo Anel 1, no Porto de Itapoá (SC), no dia 19 de novembro, e irá até Manaus (AM). Já o “João de Solís” entrará em operação no dia 26 de novembro (domingo), pelo Novo Anel 2, que terá seu escopo expandido, incluindo Rio Grande do Sul e Bahia na rotação. O “João de Solís” fará o circuito de Rio Grande (RS) a Pecém (CE). As duas embarcações foram construídas no estaleiro Jiangsu Yangzijiang, que fica em Zhangjiagang, na China, e receberam investimentos totais de US$ 85 milhões.

Segundo Marcus Voloch, a iniciativa reforça o potencial de crescimento do modal marítimo no Brasil. De janeiro a setembro de 2017, o setor de cabotagem como um todo cresceu 11% em relação ao mesmo período de 2016, ao passo que a Aliança registrou crescimento acima do mercado.

O serviço feeder, complementar à cabotagem, registou taxa de crescimento próxima a 10%.

“Temos uma grande oportunidade de crescimento da cabotagem em 2018. Uma das grandes apostas da Aliança está na movimentação de carga refrigerada, onde esperamos crescer 30% no próximo ano, já que cada um dos novos navios conta com mil tomadas para contêineres reefer”, ressalta Voloch.

Em 2017, os setores que mais cresceram na cabotagem foram alimentos e bebidas, químicos e resinas, higiene e limpeza, papel e materiais de construção.

Fonte: Portos e Navios

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