Criciúma recebe a 34ª unidade do Fort Atacadista nesta quarta-feira

19/12/2018

A cidade de Criciúma, no Sul de Santa Catarina, recebe nesta quarta-feira, dia 19 de dezembro, a 34ª loja do Fort Atacadista e a 68ª unidade de negócio do Grupo Pereira, que também detém as bandeiras Atacado Bate Forte e do Comper Supermercados. A abertura deste estabelecimento encerra um ano de grande expansão para o Grupo Pereira. Com mais essa, fruto de R$ 45 milhões de investimentos, soma-se o total de seis unidades inauguradas em 2018 em um investimento de R$ 250 milhões. Nos últimos dois meses foram abertas as lojas de Campeche (em Florianópolis), Tubarão, Joinville, finalizando com a de Criciúma, nesta quarta-feira, todas em Santa Catarina.

A loja, a 22ª do Fort no estado catarinense, fica na Avenida Centenário, 1151, no bairro do Pinheirinho. O local abre ao público oficialmente às 9h, mas antes, a partir das 8h, a comunidade local é convidada a participar de uma cerimônia com a presença de autoridades, degustações de diversas marcas e música. O valor correspondente aos fogos de artifício para a cerimônia de inauguração será revertido em um vale-compras de ração para a Associação de Proteção dos Animais SOS Vira-Lata de Criciúma.

O primeiro Fort inaugurado no Sul do estado catarinense foi em Içara, em 2017, cidade vizinha de Criciúma; mais recentemente, no mês de novembro, a rede também abriu as portas em Tubarão. Com um mix de 8 mil itens, a loja de atacarejo chega à Criciúma para atender mercados, hotéis, lanchonetes, bares, restaurantes, escritórios e consumidores do lar em um ambiente moderno e com uma departamentalização típica do segmento. “Garantimos que esta loja é a mais moderna da série que estamos inaugurando. Os clientes perceberão que nos preocupamos muito com o conforto e a praticidade deles na hora da compra, além, é claro, da vantagem econômica, que é a missão desse segmento”, diz João Pereira, vice-presidente comercial do Grupo Pereira.

O empreendimento chega para suprir a demanda de clientes não apenas de Criciúma, como também de cidades vizinhas como Forquilhinha, Maracajá e Siderópolis. “Até então nossos clientes de Criciúma compravam na loja de Içara, que foi muito bem recebida pela região; após muita pesquisa, decidimos abrir uma unidade própria para os criciumenses”, completa João Pereira. São esperados mais de 100 mil clientes por mês.

A loja do Fort Pinheirinho gerou mais de 500 postos de trabalho – somados os empregos diretos e indiretos –, priorizando moradores locais para preencher as vagas.

Diferenciais

Nesta unidade outro atrativo será o Açougue Carne Fresca, uma das novidades do Fort Atacadista em suas lojas mais recentes. Elaborado a partir de um modelo americano, o setor de carnes oferta cerca de 40 cortes de carnes com qualidade diferenciada e frescas (com apenas dois ou três dias após o abate bovino). O objetivo é facilitar as compras do dia a dia.

A nova loja seguirá os mesmos padrões de conforto, qualidade e inovação vistos em inaugurações recentes, como em Tubarão. Em um terreno que ultrapassa os 20 mil m², a unidade dispõe de mais 6 mil m² de área de vendas, corredores amplos, 25 pontos de checkout (caixas) para agilizar o pagamento e 434 vagas de estacionamento. “Estamos abrindo as portas de uma linda loja para encantar os nossos clientes. Eu e minha equipe estamos à disposição para atendê-los todas as horas, além dos preços muito competitivos; queremos dar o melhor em nosso atendimento”, afirma Riler Becker, gerente da loja.

Troco Solidário

A primeira instituição de caridade que será beneficiada pelo Troco Solidário do Fort Atacadista em Criciúma será a Abadeus – Associação Beneficente de Promoção, Proteção e Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente. “Procuramos ser bons vizinhos ao chegar em uma região, implementando projetos como o Troco Solidário. É uma forma de colaborar com a comunidade”, explica João Pereira. Para participar, o cliente Fort pode doar qualquer quantia a partir de R$ 0,01 no ato das compras, nos caixas. Os valores arrecadados são integralmente destinados à instituição.

Expansão

A estimativa do Grupo Pereira é fechar o ano de 2018 com um faturamento imponente, acima de R$ 7 bilhões. Para o primeiro semestre de 2019 está prevista a abertura de outras seis lojas do Fort Atacadista no País: Biguaçu, Florianópolis, Barra Velha e Itajaí, em Santa Catarina; em Brasília (DF); e em Cuiabá (MT). No próximo ano o Fort também prevê abrir novas unidades nas regiões Centro-Oeste e Oeste – onde foi inaugurada a primeira loja, em Chapecó, neste ano.

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A combinação de juros elevados e restrição ao crédito tem levado o setor de transporte rodoviário a buscar novas estratégias de geração de receita. Diante da queda nas vendas de caminhões, empresas da cadeia logística passaram a acelerar a adoção de modelos baseados em serviços e receita recorrente no transporte, com foco em maior previsibilidade financeira. De acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), as vendas de caminhões recuaram 34,6% em janeiro deste ano em relação a dezembro de 2025. Além disso, na comparação com janeiro do ano anterior, a retração foi de 30,14%. Esse cenário reforça a necessidade de diversificação das fontes de receita em um ambiente mais volátil. Nesse contexto, a mudança de modelo reflete uma tentativa de reduzir a dependência de vendas pontuais de ativos. Ao mesmo tempo, empresas passam a incorporar soluções tecnológicas embarcadas nas frotas não apenas para ganho operacional, mas também como nova fonte de faturamento para concessionárias, revendedores e companhias de software. Receita recorrente no transporte avança com uso de tecnologia logística Segundo Rony Neri, diretor-executivo LATAM da Platform Science, multinacional americana especializada em soluções de segurança e tecnologia para o setor de transporte, a lógica do mercado está em transformação. “A lógica do setor está mudando. Antes, a receita estava concentrada na venda do ativo. Agora, com o uso de tecnologia, é possível construir uma base recorrente de faturamento, mais previsível e menos exposta às oscilações do mercado”, afirma. A empresa atua no desenvolvimento de plataformas tecnológicas para gestão de frotas e segurança operacional, permitindo a integração de dados e serviços no ambiente logístico. Dessa forma, soluções como telemetria, videomonitoramento e plataformas digitais passam a viabilizar modelos de assinatura, ampliando o ticket médio e a retenção de clientes. “A tecnologia passa a funcionar como uma camada de inteligência que fortalece o negócio principal e cria novas oportunidades de receita ao longo do tempo”, reforça Neri. Além disso, o movimento também alcança o agronegócio, onde a digitalização da logística tem impacto direto nos custos operacionais. Com o uso de dados e monitoramento em tempo real, produtores e operadores conseguem reduzir desperdícios, evitar falhas mecânicas e aumentar a eficiência no transporte da safra. “Esses ganhos operacionais têm impacto direto na rentabilidade, especialmente em um cenário em que o custo logístico é um dos principais fatores de pressão para o produtor rural”, detalha o executivo. Para empresas de software, a incorporação de dados operacionais das frotas abre espaço para expansão de portfólio sem necessidade de novos investimentos em hardware. Assim, aumenta-se o valor agregado das plataformas e amplia-se a oferta de serviços. Por fim, o modelo de receita recorrente no transporte tende a apresentar maior estabilidade em comparação à comercialização de produtos físicos. A venda de serviços contínuos, baseada em assinaturas, contribui para reduzir a sazonalidade típica do setor e cria uma base mais previsível de faturamento ao longo do tempo. “A recorrência permite que empresas atravessem períodos de baixa venda de ativos sem perda significativa de receita. É uma mudança estrutural na forma como o setor captura valor”, finaliza Neri.
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