Covabra inaugura loja em Itupeva

06/02/2018

Dentro de sua estratégia de expansão, a Rede de Supermercados Covabra anuncia que abrirá sua primeira loja na cidade de Itupeva/SP, há 37 quilômetros de Campinas, e a 15ª loja da Rede no interior de São Paulo. Assumindo um ponto comercial do antigo supermercado Russi, a nova unidade Covabra deverá ser inaugurada ainda no primeiro trimestre do ano. Para isso, a Rede já está contratando para as posições de frente de caixa e reposição, entre outras, e prevê um quadro de 150 funcionários. Para participar da seleção é preciso encaminhar o currículo através dos seguintes canais: pelo email seleção@covabra.com.br; ou deixar o currículo impresso na caixa identificada para recepção de currículos presente na loja de Itupeva. O cadastro também pode ser feito no Posto de Atendimento ao Trabalhador, o PAT de Itupeva, ou pelo perfil do Covabra no Linkedin.

Em um espaço de 1.700 metros quadrados de área de vendas, a loja de Itupeva está passando por uma revitalização para adequação ao padrão da Rede, com a renovação visual e de todos os equipamentos a fim de oferecer ao consumidor uma experiência de compra muito agradável. A loja também receberá estacionamento coberto e climatização.

Para o diretor geral da Rede Covabra de Supermercados, Ronaldo dos Santos, a expansão para Itupeva levará um padrão de excelência no atendimento ao público para a cidade. “Nós vamos ter uma loja moderna, com um sortimento de produtos diferenciado e um preço bastante competitivo. O Covabra já é reconhecido na região pela sua alta qualidade das frutas, legumes e verduras, além do açougue e da nossa padaria. Portanto, vamos oferecer ao público de Itupeva uma experiência de compra muito positiva”, descreveu. “A loja também contará com o sistema de fila única para o caixa, que traz agilidade no atendimento das frentes de caixa e evita esperas dos clientes”, complementou.

O Covabra Itupeva estará localizado na Rua Jundiaí, nº 380, Jardim Primavera, Itupeva – SP.

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A combinação de juros elevados e restrição ao crédito tem levado o setor de transporte rodoviário a buscar novas estratégias de geração de receita. Diante da queda nas vendas de caminhões, empresas da cadeia logística passaram a acelerar a adoção de modelos baseados em serviços e receita recorrente no transporte, com foco em maior previsibilidade financeira. De acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), as vendas de caminhões recuaram 34,6% em janeiro deste ano em relação a dezembro de 2025. Além disso, na comparação com janeiro do ano anterior, a retração foi de 30,14%. Esse cenário reforça a necessidade de diversificação das fontes de receita em um ambiente mais volátil. Nesse contexto, a mudança de modelo reflete uma tentativa de reduzir a dependência de vendas pontuais de ativos. Ao mesmo tempo, empresas passam a incorporar soluções tecnológicas embarcadas nas frotas não apenas para ganho operacional, mas também como nova fonte de faturamento para concessionárias, revendedores e companhias de software. Receita recorrente no transporte avança com uso de tecnologia logística Segundo Rony Neri, diretor-executivo LATAM da Platform Science, multinacional americana especializada em soluções de segurança e tecnologia para o setor de transporte, a lógica do mercado está em transformação. “A lógica do setor está mudando. Antes, a receita estava concentrada na venda do ativo. Agora, com o uso de tecnologia, é possível construir uma base recorrente de faturamento, mais previsível e menos exposta às oscilações do mercado”, afirma. A empresa atua no desenvolvimento de plataformas tecnológicas para gestão de frotas e segurança operacional, permitindo a integração de dados e serviços no ambiente logístico. Dessa forma, soluções como telemetria, videomonitoramento e plataformas digitais passam a viabilizar modelos de assinatura, ampliando o ticket médio e a retenção de clientes. “A tecnologia passa a funcionar como uma camada de inteligência que fortalece o negócio principal e cria novas oportunidades de receita ao longo do tempo”, reforça Neri. Além disso, o movimento também alcança o agronegócio, onde a digitalização da logística tem impacto direto nos custos operacionais. Com o uso de dados e monitoramento em tempo real, produtores e operadores conseguem reduzir desperdícios, evitar falhas mecânicas e aumentar a eficiência no transporte da safra. “Esses ganhos operacionais têm impacto direto na rentabilidade, especialmente em um cenário em que o custo logístico é um dos principais fatores de pressão para o produtor rural”, detalha o executivo. Para empresas de software, a incorporação de dados operacionais das frotas abre espaço para expansão de portfólio sem necessidade de novos investimentos em hardware. Assim, aumenta-se o valor agregado das plataformas e amplia-se a oferta de serviços. Por fim, o modelo de receita recorrente no transporte tende a apresentar maior estabilidade em comparação à comercialização de produtos físicos. A venda de serviços contínuos, baseada em assinaturas, contribui para reduzir a sazonalidade típica do setor e cria uma base mais previsível de faturamento ao longo do tempo. “A recorrência permite que empresas atravessem períodos de baixa venda de ativos sem perda significativa de receita. É uma mudança estrutural na forma como o setor captura valor”, finaliza Neri.
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