Com inauguração, Assaí chega a 171 lojas em funcionamento

18/08/2020

Desde sexta-feira, 14 de agosto, a população de Iguatu e municípios vizinhos contará com uma loja da rede Assaí Atacadista. “Prestamos um serviço essencial à sociedade, que é o de garantir o abastecimento dos pequenos e médios comércios e das famílias. Por esse motivo, mantivemos o nosso compromisso de trazer o jeito Assaí de fazer negócio para Iguatu em 2020. Em nossa loja, os clientes encontrarão produtos de qualidade a preços competitivos todos os dias, ampliando o poder de compra da população. Em plena pandemia de Covid-19, investimos R$ 51 milhões no município e geramos mais de 500 empregos, entre diretos e indiretos, trazendo oportunidade e renda para os moradores da região”, afirma Belmiro Gomes, presidente do Assaí Atacadista.

Localizada na Av. Carlos Roberto Costa, s/nº, a unidade Assaí em Iguatu funcionará de segunda-feira a sábado, das 7h às 22h, e aos domingos e feriados, das 7h às 18h, sempre com protocolos de segurança. Antes mesmo de entrar na loja, o cliente terá sua temperatura aferida e poderá higienizar as mãos com álcool em gel ou com água e sabão em uma pia disponibilizada especificamente para esse fim. Todos os carrinhos de compra também serão higienizados com álcool em gel.

“O Assaí trabalha para oferecer um ambiente mais seguro para que todos possam se abastecer. Desde o início da pandemia, implementamos mais de 270 medidas para garantir a segurança de nossos colaboradores e clientes. Em Iguatu, contamos com o apoio da população para garantir o cumprimento de todas as orientações dos órgãos de saúde e autoridades locais”, completa Gomes.

A loja

A loja Assaí em Iguatu, a nona da rede no estado do Ceará e a 171ª no País, possui 11,9 mil m2 de área construída e mais de 4 mil m2 de salão de vendas, com 24 checkouts e 365 vagas de estacionamento. Em suas gôndolas, os clientes encontrarão mais de sete mil produtos, entre alimentos, bebidas, itens de higiene pessoal e limpeza, de bazar, eletroportáteis, linha automotiva e pet, além de descartáveis e embalagens, de grandes marcas nacionais e importadas.

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A combinação de juros elevados e restrição ao crédito tem levado o setor de transporte rodoviário a buscar novas estratégias de geração de receita. Diante da queda nas vendas de caminhões, empresas da cadeia logística passaram a acelerar a adoção de modelos baseados em serviços e receita recorrente no transporte, com foco em maior previsibilidade financeira. De acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), as vendas de caminhões recuaram 34,6% em janeiro deste ano em relação a dezembro de 2025. Além disso, na comparação com janeiro do ano anterior, a retração foi de 30,14%. Esse cenário reforça a necessidade de diversificação das fontes de receita em um ambiente mais volátil. Nesse contexto, a mudança de modelo reflete uma tentativa de reduzir a dependência de vendas pontuais de ativos. Ao mesmo tempo, empresas passam a incorporar soluções tecnológicas embarcadas nas frotas não apenas para ganho operacional, mas também como nova fonte de faturamento para concessionárias, revendedores e companhias de software. Receita recorrente no transporte avança com uso de tecnologia logística Segundo Rony Neri, diretor-executivo LATAM da Platform Science, multinacional americana especializada em soluções de segurança e tecnologia para o setor de transporte, a lógica do mercado está em transformação. “A lógica do setor está mudando. Antes, a receita estava concentrada na venda do ativo. Agora, com o uso de tecnologia, é possível construir uma base recorrente de faturamento, mais previsível e menos exposta às oscilações do mercado”, afirma. A empresa atua no desenvolvimento de plataformas tecnológicas para gestão de frotas e segurança operacional, permitindo a integração de dados e serviços no ambiente logístico. Dessa forma, soluções como telemetria, videomonitoramento e plataformas digitais passam a viabilizar modelos de assinatura, ampliando o ticket médio e a retenção de clientes. “A tecnologia passa a funcionar como uma camada de inteligência que fortalece o negócio principal e cria novas oportunidades de receita ao longo do tempo”, reforça Neri. Além disso, o movimento também alcança o agronegócio, onde a digitalização da logística tem impacto direto nos custos operacionais. Com o uso de dados e monitoramento em tempo real, produtores e operadores conseguem reduzir desperdícios, evitar falhas mecânicas e aumentar a eficiência no transporte da safra. “Esses ganhos operacionais têm impacto direto na rentabilidade, especialmente em um cenário em que o custo logístico é um dos principais fatores de pressão para o produtor rural”, detalha o executivo. Para empresas de software, a incorporação de dados operacionais das frotas abre espaço para expansão de portfólio sem necessidade de novos investimentos em hardware. Assim, aumenta-se o valor agregado das plataformas e amplia-se a oferta de serviços. Por fim, o modelo de receita recorrente no transporte tende a apresentar maior estabilidade em comparação à comercialização de produtos físicos. A venda de serviços contínuos, baseada em assinaturas, contribui para reduzir a sazonalidade típica do setor e cria uma base mais previsível de faturamento ao longo do tempo. “A recorrência permite que empresas atravessem períodos de baixa venda de ativos sem perda significativa de receita. É uma mudança estrutural na forma como o setor captura valor”, finaliza Neri.
Queda nas vendas de caminhões impulsiona receita recorrente no transporte, sinaliza Platform Science

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