Cestas Super Brilho investe em expansão do Centro de Distribuição e aprimoramento do sistema logístico

09/02/2024

Consolidada entre as cinco maiores empresas de cestas básicas e de Natal do Brasil, a Cestas Super Brilho já começa a colocar em prática alguns planos de expansão para 2024. “Neste ano, a Super Brilho está focada em elevar suas operações a um novo patamar, anunciando grandes investimentos para aprimorar e crescer ainda mais”, conta Paulo Lucci, gestor comercial da empresa.

Uma das implementações mais importantes é a de um sistema de logística integrada, que vai fornecer informações mais precisas aos clientes, fortalecendo a eficiência operacional. Além disso, a empresa também fará a expansão e modernização dos galpões para que eles possam e comportar uma maior quantidade de produtos sem que sua integridade e qualidade sejam alteradas. 

Os valores praticados também são possíveis devido aos estudos e pesquisas conduzidos no mercado agropecuário, proporcionando uma vantagem competitiva. Outra estratégia é comprar diretamente das indústrias e produtores, sem intermediários, para evitar custos adicionais.

Outra característica da Cestas Super Brilho é o cumprimento de prazos, muitas vezes ocorrendo em 24 horas após a compra. Isso se deve ao Supply Chain bem estruturado e rigoroso desde as etapas iniciais que resultam numa excelente experiência ao cliente. Além disso, a capacitação constante dos vendedores é outra marca da empresa. Essas iniciativas refletem o constante compromisso da Super Brilho em elevar o nível de excelência de seus produtos e serviços para fidelizar fornecedores, parceiros e clientes, além de seguir se destacando como uma empresa altamente eficiente em suas operações e logística, garantindo grandes movimentações internas a baixo custo como tem feito ao longo dos 30 anos da empresa.

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A combinação de juros elevados e restrição ao crédito tem levado o setor de transporte rodoviário a buscar novas estratégias de geração de receita. Diante da queda nas vendas de caminhões, empresas da cadeia logística passaram a acelerar a adoção de modelos baseados em serviços e receita recorrente no transporte, com foco em maior previsibilidade financeira. De acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), as vendas de caminhões recuaram 34,6% em janeiro deste ano em relação a dezembro de 2025. Além disso, na comparação com janeiro do ano anterior, a retração foi de 30,14%. Esse cenário reforça a necessidade de diversificação das fontes de receita em um ambiente mais volátil. Nesse contexto, a mudança de modelo reflete uma tentativa de reduzir a dependência de vendas pontuais de ativos. Ao mesmo tempo, empresas passam a incorporar soluções tecnológicas embarcadas nas frotas não apenas para ganho operacional, mas também como nova fonte de faturamento para concessionárias, revendedores e companhias de software. Receita recorrente no transporte avança com uso de tecnologia logística Segundo Rony Neri, diretor-executivo LATAM da Platform Science, multinacional americana especializada em soluções de segurança e tecnologia para o setor de transporte, a lógica do mercado está em transformação. “A lógica do setor está mudando. Antes, a receita estava concentrada na venda do ativo. Agora, com o uso de tecnologia, é possível construir uma base recorrente de faturamento, mais previsível e menos exposta às oscilações do mercado”, afirma. A empresa atua no desenvolvimento de plataformas tecnológicas para gestão de frotas e segurança operacional, permitindo a integração de dados e serviços no ambiente logístico. Dessa forma, soluções como telemetria, videomonitoramento e plataformas digitais passam a viabilizar modelos de assinatura, ampliando o ticket médio e a retenção de clientes. “A tecnologia passa a funcionar como uma camada de inteligência que fortalece o negócio principal e cria novas oportunidades de receita ao longo do tempo”, reforça Neri. Além disso, o movimento também alcança o agronegócio, onde a digitalização da logística tem impacto direto nos custos operacionais. Com o uso de dados e monitoramento em tempo real, produtores e operadores conseguem reduzir desperdícios, evitar falhas mecânicas e aumentar a eficiência no transporte da safra. “Esses ganhos operacionais têm impacto direto na rentabilidade, especialmente em um cenário em que o custo logístico é um dos principais fatores de pressão para o produtor rural”, detalha o executivo. Para empresas de software, a incorporação de dados operacionais das frotas abre espaço para expansão de portfólio sem necessidade de novos investimentos em hardware. Assim, aumenta-se o valor agregado das plataformas e amplia-se a oferta de serviços. Por fim, o modelo de receita recorrente no transporte tende a apresentar maior estabilidade em comparação à comercialização de produtos físicos. A venda de serviços contínuos, baseada em assinaturas, contribui para reduzir a sazonalidade típica do setor e cria uma base mais previsível de faturamento ao longo do tempo. “A recorrência permite que empresas atravessem períodos de baixa venda de ativos sem perda significativa de receita. É uma mudança estrutural na forma como o setor captura valor”, finaliza Neri.
Queda nas vendas de caminhões impulsiona receita recorrente no transporte, sinaliza Platform Science

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