Perdas invisíveis na manufatura e na logística. Onde estão os custos que ninguém vê? Como eliminá-los?

*Por José Carlos V. de Mendonça

Perdas invisíveis são custos que não aparecem em nenhuma linha do DRE (Demonstração do Resultado do Exercício), que é o relatório contábil que detalha todas as receitas, custos e despesas de uma empresa durante um período específico.

Elas não são invisíveis por serem pequenas – são invisíveis porque a contabilidade tradicional não foi desenhada para enxergá-las.

O custo de uma máquina parada aguardando material, por exemplo, é diluído no custo hora-fábrica; o retrabalho é absorvido como “parte do processo”; o excesso de estoque aparece como ativo no balanço, e não como o custo de capital, obsolescência e espaço que realmente representa.

A Toyota foi a primeira empresa a iniciar o estudo do desperdício, por meio da implantação da filosofia “Lean Manufacturing”.

O Sistema Toyota de Produção classificou em oito categorias os desperdícios que, segundo a filosofia Lean Manufacturing, não geram valor, e sim custos, e que, portanto, devem ser identificados e eliminados.

Onde estão as perdas invisíveis na manufatura e na logística

“O que não é medido não é gerenciado”

Empresários, não adianta cortar linearmente os custos, pois isso enfraquece os processos que funcionam, mas não elimina os desperdícios. Há necessidade de atacar as causas, medi-las e criar métodos para eliminá-las. O primeiro passo, porém, é reconhecer que todas as operações possuem perdas; o segundo é aceitar que as pessoas envolvidas no processo dificilmente enxergam essas perdas sozinhas.

Reflexão/Conclusão

– Quanto as perdas invisíveis estão impactando e custando mensalmente para a empresa?

– Por quanto tempo mais, como empresário, estou disposto a pagar essa conta?

– O dinheiro já está sendo gasto e desperdiçado e a sua margem está sendo reduzida, em função do efeito da acumulação das perdas invisíveis no processo.

Empresários, está em suas mãos parar de perder dinheiro e reverter essas perdas em ganhos logo, contratar um consultor experiente é o investimento de menor risco e maior retorno para a empresa.

*José Carlos V. de Mendonça, CEO da Prates & Mendonça Consultores. Engenheiro de Produção Mecânica & de Segurança do Trabalho, com MBA em Administração para Engenheiro – IMT, pós-graduação em Planejamento, Modelagem e Gerenciamento de Sistemas de Transporte-Liège Bélgica e Unimep – Brasil.

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