AGI anuncia aquisição da Entringer Industrial S.A

16/03/2016

Ag Growth International Inc. através da AGI Brasil têm o prazer de anunciar a aquisição da Entringer Industrial S.A, fabricante nacional de Equipamentos de Manuseio e Armazenagem de Grãos (silos, transportadores, elevadores, secadores e máquinas de limpeza).

Fundada em 1988 e estrategicamente localizada em Assis, no estado de São Paulo, a Entringer consolida a entrada do Grupo AGI no segmento agrícola brasileiro. A Ag Growth International é líder na fabricação de equipamentos fixos e móveis para manuseio e armazenagem de graneis. Possui 17 divisões de produção com mais de 148 mil m² de espaço fabril e marcas reconhecidas mundialmente no segmento agrícola, onde em alguns casos somam mais de 160 anos de experiência no mercado.

A AGI está confiante em investir no Brasil, mesmo com o atual cenário econômico e político do país; pois está baseada em sua visão estratégica de longo prazo de crescimento, sólida experiência em aquisições, investimento em capacidade de produção e de produtos inovadores para o segmento agrícola. Neste contexto, a AGI dedicou-se nestes últimos três anos no desenvolvimento da estratégia mais adequada e responsável para se integrar ao mercado brasileiro. A aquisição da Entringer nos permite ter uma linha de produto adequada ao mercado local e o acesso a produtos inovadores do grupo AGI International coloca a AGI Brasil numa posição única no Mercado Nacional.

A aquisição da Entringer marca o inicio da estratégia de crescimento das operações no Brasil chamada de ‘Greenfield Plus’, onde a linha de produtos da AGI somada aos da Entringer permite fornecer ao mercado equipamentos desde o pequeno produtor até grandes empreendimentos como instalações portuárias. Somado a excelente equipe de profissionais, as relações com clientes, os serviços de montagem, pós venda e a sua posição estratégica em relação ao mercado criam as condições ideais para o investimento em uma nova unidade “Greenfield”.

Temos o prazer de anunciar a aquisição da Entringer e dar as boas vindas à toda equipe para se integrar a família AGI, para trabalharmos juntos na construção da Entringer e AGI Brasil”, foram as palavras de Tim Close Presidente e CEO da Ag Growth International Inc. na ocasião do anúncio.

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A combinação de juros elevados e restrição ao crédito tem levado o setor de transporte rodoviário a buscar novas estratégias de geração de receita. Diante da queda nas vendas de caminhões, empresas da cadeia logística passaram a acelerar a adoção de modelos baseados em serviços e receita recorrente no transporte, com foco em maior previsibilidade financeira. De acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), as vendas de caminhões recuaram 34,6% em janeiro deste ano em relação a dezembro de 2025. Além disso, na comparação com janeiro do ano anterior, a retração foi de 30,14%. Esse cenário reforça a necessidade de diversificação das fontes de receita em um ambiente mais volátil. Nesse contexto, a mudança de modelo reflete uma tentativa de reduzir a dependência de vendas pontuais de ativos. Ao mesmo tempo, empresas passam a incorporar soluções tecnológicas embarcadas nas frotas não apenas para ganho operacional, mas também como nova fonte de faturamento para concessionárias, revendedores e companhias de software. Receita recorrente no transporte avança com uso de tecnologia logística Segundo Rony Neri, diretor-executivo LATAM da Platform Science, multinacional americana especializada em soluções de segurança e tecnologia para o setor de transporte, a lógica do mercado está em transformação. “A lógica do setor está mudando. Antes, a receita estava concentrada na venda do ativo. Agora, com o uso de tecnologia, é possível construir uma base recorrente de faturamento, mais previsível e menos exposta às oscilações do mercado”, afirma. A empresa atua no desenvolvimento de plataformas tecnológicas para gestão de frotas e segurança operacional, permitindo a integração de dados e serviços no ambiente logístico. Dessa forma, soluções como telemetria, videomonitoramento e plataformas digitais passam a viabilizar modelos de assinatura, ampliando o ticket médio e a retenção de clientes. “A tecnologia passa a funcionar como uma camada de inteligência que fortalece o negócio principal e cria novas oportunidades de receita ao longo do tempo”, reforça Neri. Além disso, o movimento também alcança o agronegócio, onde a digitalização da logística tem impacto direto nos custos operacionais. Com o uso de dados e monitoramento em tempo real, produtores e operadores conseguem reduzir desperdícios, evitar falhas mecânicas e aumentar a eficiência no transporte da safra. “Esses ganhos operacionais têm impacto direto na rentabilidade, especialmente em um cenário em que o custo logístico é um dos principais fatores de pressão para o produtor rural”, detalha o executivo. Para empresas de software, a incorporação de dados operacionais das frotas abre espaço para expansão de portfólio sem necessidade de novos investimentos em hardware. Assim, aumenta-se o valor agregado das plataformas e amplia-se a oferta de serviços. Por fim, o modelo de receita recorrente no transporte tende a apresentar maior estabilidade em comparação à comercialização de produtos físicos. A venda de serviços contínuos, baseada em assinaturas, contribui para reduzir a sazonalidade típica do setor e cria uma base mais previsível de faturamento ao longo do tempo. “A recorrência permite que empresas atravessem períodos de baixa venda de ativos sem perda significativa de receita. É uma mudança estrutural na forma como o setor captura valor”, finaliza Neri.
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