Accumed-Glicomed obtém agilidade e redução de custos com transporte ao implantar WMS e TMS da Inovatech

18/05/2018

Com atuação no segmento de produtos para saúde e bem-estar, a Accumed-Glicomed (Fone: 0800 052.1600) está utilizando os produtos WMS Inovatech e TMS Inovatech Embarcador. “Desta forma, a empresa consegue utilizar uma suíte para a gestão tanto do Warehouse – com controle de entradas e saídas, endereçamento, inventários – como do Transporte – auditoria de fretes, cotação de transporte, etc.”, explica Ricardo Montagna, diretor da Inovatech (Fone: 11 3061.2443).
Ele também destaca que neste cliente foi utilizada a integração com o TOTVS já existente nos produtos Inovatech, além da integração nativa entre WMS e TMS Embarcador. “Adicionalmente ao fato de as ferramentas atenderem plenamente aos requisitos operacionais e gerenciais, algumas evoluções foram implementadas, proporcionando um ambiente tecnológico bastante inovador. Com isso, a produtividade aumentou muito no armazém e os ganhos na conta Fretes foram bastante significativos”, diz Montagna.
De fato, Durval Cardoso, gerente de Logística da Accumed-Glicomed, lembra que o WMS os atende desde a entrada de mercadorias, endereçamento, controle de armazéns, FIFO, inventários rotativos e geral, entrada de pedidos até a conferência final ao cliente com total acuracidade dos mesmos. Já o TMS oferece desde a opção pela melhor transportadora, conferência de embarque, acompanhamento das entregas, cotação de fretes e performance das transportadoras, além de troca de dados com as mesmas via EDI.
“Com relação ao WMS, tivemos vários benefícios, como acuracidade no estoque, controle dos armazéns, agilidade no processamento dos pedidos e atendimento dos pedidos aos clientes sem erros de produtos. Por sua vez, com o TMS da Inovatech obtivemos redução de custos com transporte, acompanhamento das entregas, performance das transportadoras e embarques sem erros de expedição”, comenta Cardoso.

Implementação
O gerente de Logística da Accumed-Glicomed também explica o que a empresa utilizava antes de adquirir o WMS e o TMS Embarcador da Inovatech. Antes do WMS Inovatech a operação era manual, as notas emitidas para posterior separação e embarque. Isto gerava inúmeros problemas, como a falta de mercadoria com nota já faturada, a aferição do estoque, a dificuldade em inventariar os itens, além do acompanhamento das entregas e performance de transportadoras, entre outros.
“A opção por um WMS foi feita para termos um controle melhor de nosso estoque, agilidade e qualidade em nossas operações de picking e packing. Quanto ao TMS, havia a necessidade de controle do fluxo de entregas. Foram analisados diversos softwares de WMS e a opção pela Inovatech foi devido ao sistema ser amigável e de fácil interface com nosso ERP”, comenta Cardoso.
Montagna, da Inovatech, também comenta este aspecto. De acordo com ele, quando a Accumed-Glicomed decidiu implementar as ferramentas, foi estabelecido um processo de concorrência e optou-se pelo WMS e o TMS Embarcador da Inovatech. “Para atingir os objetivos pretendidos, foi desenvolvido um trabalho que envolveu profissionais das duas empresas para implantar as novas tecnologias e também para integrá-las ao sistema de gestão (ERP) da TOTVS já existente. Foi feito um piloto bastante focado para testar os sistemas e prever eventuais problemas de implantação. A instalação e integração dos sistemas e a entrada em operação ocorreu de forma bastante tranquila, conforme o previsto e sem nenhuma grande dificuldade. Acredito que o sucesso se deveu ao envolvimento do excelente time de profissionais, em especial das áreas de Logística e TI da Accumed-Glicomed, permitindo uma atuação conjunta com a Inovatech na parte de processos, negócios e de Tecnologia”, comenta o diretor da Inovatech.
Sobre os problemas na implementação dos softwares, Cardoso, da Accumed-Glicomed, também destaca que ocorreram os problemas comuns em implantação de sistemas, resolvidos no momento em que os mesmos surgiram com a equipe de implantação da Inovatech e a TI da empresa.

Próximos passos
Sobre os próximos passos da empresa em ternos de tecnologia na logística, Cardoso diz que estão estudando a implantação do RFID e do voice picking. “Em função da modularização e parametrização de nossos softwares, conseguimos sugerir novas ferramentas e módulos, acompanhando as necessidades operacionais e gerenciais dos clientes. O projetos de WMS e TMS sempre prosseguem em função da dinâmica do negócio e estamos sempre suportando o cliente nas demandas apresentadas”, completa Montagna, da Inovatech.
Concluindo, o gerente de Marketing e Produtos da Accumed-Glicomed, Pedro Henrique Abreu, lembra que com mais de 25 anos de mercado, a empresa é líder e possui o maior portfólio do segmento de saúde e bem-estar, entregando soluções completas de monitorização e cuidados com a saúde. “A empresa possui a maior e mais moderna estrutura de laboratórios de teste e análise, possibilitando, assim, colocar no mercado produtos seguros e com as mais modernas tecnologias que ajudarão as pessoas a manter o cuidado com sua saúde. A empresa possui duas marcas de produtos: G-Tech e Premium e as principais linhas de produtos são aparelhos de pressão digitais e analógicos, medidores de glicose, nebulizadores, termômetros e umidificadores”, completa Abreu.

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A combinação de juros elevados e restrição ao crédito tem levado o setor de transporte rodoviário a buscar novas estratégias de geração de receita. Diante da queda nas vendas de caminhões, empresas da cadeia logística passaram a acelerar a adoção de modelos baseados em serviços e receita recorrente no transporte, com foco em maior previsibilidade financeira. De acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), as vendas de caminhões recuaram 34,6% em janeiro deste ano em relação a dezembro de 2025. Além disso, na comparação com janeiro do ano anterior, a retração foi de 30,14%. Esse cenário reforça a necessidade de diversificação das fontes de receita em um ambiente mais volátil. Nesse contexto, a mudança de modelo reflete uma tentativa de reduzir a dependência de vendas pontuais de ativos. Ao mesmo tempo, empresas passam a incorporar soluções tecnológicas embarcadas nas frotas não apenas para ganho operacional, mas também como nova fonte de faturamento para concessionárias, revendedores e companhias de software. Receita recorrente no transporte avança com uso de tecnologia logística Segundo Rony Neri, diretor-executivo LATAM da Platform Science, multinacional americana especializada em soluções de segurança e tecnologia para o setor de transporte, a lógica do mercado está em transformação. “A lógica do setor está mudando. Antes, a receita estava concentrada na venda do ativo. Agora, com o uso de tecnologia, é possível construir uma base recorrente de faturamento, mais previsível e menos exposta às oscilações do mercado”, afirma. A empresa atua no desenvolvimento de plataformas tecnológicas para gestão de frotas e segurança operacional, permitindo a integração de dados e serviços no ambiente logístico. Dessa forma, soluções como telemetria, videomonitoramento e plataformas digitais passam a viabilizar modelos de assinatura, ampliando o ticket médio e a retenção de clientes. “A tecnologia passa a funcionar como uma camada de inteligência que fortalece o negócio principal e cria novas oportunidades de receita ao longo do tempo”, reforça Neri. Além disso, o movimento também alcança o agronegócio, onde a digitalização da logística tem impacto direto nos custos operacionais. Com o uso de dados e monitoramento em tempo real, produtores e operadores conseguem reduzir desperdícios, evitar falhas mecânicas e aumentar a eficiência no transporte da safra. “Esses ganhos operacionais têm impacto direto na rentabilidade, especialmente em um cenário em que o custo logístico é um dos principais fatores de pressão para o produtor rural”, detalha o executivo. Para empresas de software, a incorporação de dados operacionais das frotas abre espaço para expansão de portfólio sem necessidade de novos investimentos em hardware. Assim, aumenta-se o valor agregado das plataformas e amplia-se a oferta de serviços. Por fim, o modelo de receita recorrente no transporte tende a apresentar maior estabilidade em comparação à comercialização de produtos físicos. A venda de serviços contínuos, baseada em assinaturas, contribui para reduzir a sazonalidade típica do setor e cria uma base mais previsível de faturamento ao longo do tempo. “A recorrência permite que empresas atravessem períodos de baixa venda de ativos sem perda significativa de receita. É uma mudança estrutural na forma como o setor captura valor”, finaliza Neri.
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