ABIMAQ entrega agenda para ampliar exportações

25/07/2016

Programa Mais Alimentos, REINTEGRA (Regime Especial de Reintegração de Valores Tributários para Empresas Exportadoras), parceria com a APEX (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos), financiamentos e Mercosul foram alguns dos temas tratados em reunião articulada pelo presidente da Frente Parlamentar da Indústria de Máquinas e Equipamentos (FPMAQ), deputado Jerônimo Goergen (PP-RS), entre o ministro das Relações Exteriores, José Serra, e comitiva da ABIMAQ, composta pelo presidente do Conselho de Administração da ABIMAQ, João Carlos Marchesan, pelo diretor de Comércio Exterior, Klaus Curt Muller, e pelo diretor de Relações Governamentais, Walter Filippetti.

No sentido de otimizar a participação no mercado externo das associadas, a ABIMAQ entregou um conjunto de propostas para destravar e ampliar as exportações para as empresas brasileiras. Marchesan ressaltou a necessidade de buscar financiamento de longo prazo junto ao BNDES para viabilizar novos mercados, como África e Irã, país que deve se abrir ao comércio mundial com o fim do embargo econômico. “Temos uma dificuldade expressiva de obter financiamento para a exportação, com uma dependência muito grande de agentes externos. Além do financiamento, tem a questão das garantias, fator fundamental para as exportações”, explicou Marchesan.

Na ocasião, o ministro José Serra informou à ABIMAQ que já esteve reunido na semana anterior com a presidente do BNDES, Maria Silvia Bastos Marques, encaminhando pontos que vão ao encontro dos pleitos da indústria. O ministro colocou diplomatas do Departamento de Promoção Comercial do Itamaraty à disposição da equipe técnica da ABIMAQ para avançar nas discussões. “Foi uma reunião extremamente produtiva. Impressiona o grau de conhecimento do ministro sobre comércio exterior”, concluiu o presidente da FPMAQ, Jerônimo Goergen, presente na reunião com o deputado Vanderlei Macris.

Câmbio

Durante a reunião, ainda foi comentada a importância de se manter o câmbio em um patamar que mantenha ou amplie a competitividade das exportações brasileiras, assim como a necessidade de uma estabilidade cambial que permita uma maior previsibilidade dos negócios por parte das empresas exportadoras.

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