Aberta nova loja do Brasil Atacadista em Florianópolis

06/09/2019

Um grande público do Sul da Ilha de Santa Catarina, em Florianópolis, lotou a nova loja do do Brasil Atacadista, inaugurada nesta quarta-feira (4), na SC-405, após o elevado do Trevo da Seta. O evento teve autoridades municipais e estaduais, além de show do catarinense Dan Costa, finalista da quinta temporada do The Voice Brasil no time de Lulu Santos. A rede possui outras três lojas, localizadas em Biguaçu, Rio do Sul e Ingleses – bairro no norte da Ilha. As próximas serão em Palhoça e São José, na Grande Florianópolis.

Com uma área de venda de 2.300 m² e mais de nove mil itens, a nova unidade do Grupo Mundial Mix é resultado do sucesso do chamado atacarejo, que une as compras de atacado e varejo. A loja tem produtos de todas as grandes marcas nacionais do varejo, além de uma grande linha de importados exclusivos, como vinhos, chocolates, massas e passatas.

No total, são 21 caixas, incluindo quatro de autoatendimento. O estacionamento gratuito para os consumidores conta com 260 vagas. O Brasil Atacadista tem saídas tanto para o Sul da Ilha quanto para o Centro, facilitando ainda mais o fluxo dos clientes. O horário de funcionamento é das 7h às 23h.

A padaria exclusiva tem pães feitos na hora, bolos, tortas, cucas e uma linha de bolos integrais, sem glúten e sem açúcar. Outro destaque é o setor de hortifruti, com frutas, verduras e legumes fresquinhos. Com carne fresca todos os dias, a loja oferece cortes diferenciados e também embalados. A variada quantidade de bebida gelada é garantida pelo walking cooler.

O Brasil Atacadista aceita todos os cartões de crédito, débito e ainda oferece o cartão próprio, com uma série de vantagens. “Quanto mais o cliente comprar, mais terá descontos. Comprando em caixas, principalmente, temos condições bem melhores que outros atacados e varejos. Mas mesmo para quem adquire apenas por unidade, o preço também é muito competitivo”, assegurou Vidal Lohn Filho, diretor de Marketing e Expansão da rede. Os comerciantes da região terão atendimento diferenciado, rápido, prático e com negociações especiais.

“Além de levarmos qualidade, economia e condições especiais de compra tanto para o consumidor individual que adquire poucos itens, quanto para o comerciante que precisa de grandes quantidades, estamos contribuindo para a superação da crise e com o desenvolvimento local ao gerarmos 210 empregos diretos e mais 250 indiretos”, comemorou Vidal Lohn Filho.

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A combinação de juros elevados e restrição ao crédito tem levado o setor de transporte rodoviário a buscar novas estratégias de geração de receita. Diante da queda nas vendas de caminhões, empresas da cadeia logística passaram a acelerar a adoção de modelos baseados em serviços e receita recorrente no transporte, com foco em maior previsibilidade financeira. De acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), as vendas de caminhões recuaram 34,6% em janeiro deste ano em relação a dezembro de 2025. Além disso, na comparação com janeiro do ano anterior, a retração foi de 30,14%. Esse cenário reforça a necessidade de diversificação das fontes de receita em um ambiente mais volátil. Nesse contexto, a mudança de modelo reflete uma tentativa de reduzir a dependência de vendas pontuais de ativos. Ao mesmo tempo, empresas passam a incorporar soluções tecnológicas embarcadas nas frotas não apenas para ganho operacional, mas também como nova fonte de faturamento para concessionárias, revendedores e companhias de software. Receita recorrente no transporte avança com uso de tecnologia logística Segundo Rony Neri, diretor-executivo LATAM da Platform Science, multinacional americana especializada em soluções de segurança e tecnologia para o setor de transporte, a lógica do mercado está em transformação. “A lógica do setor está mudando. Antes, a receita estava concentrada na venda do ativo. Agora, com o uso de tecnologia, é possível construir uma base recorrente de faturamento, mais previsível e menos exposta às oscilações do mercado”, afirma. A empresa atua no desenvolvimento de plataformas tecnológicas para gestão de frotas e segurança operacional, permitindo a integração de dados e serviços no ambiente logístico. Dessa forma, soluções como telemetria, videomonitoramento e plataformas digitais passam a viabilizar modelos de assinatura, ampliando o ticket médio e a retenção de clientes. “A tecnologia passa a funcionar como uma camada de inteligência que fortalece o negócio principal e cria novas oportunidades de receita ao longo do tempo”, reforça Neri. Além disso, o movimento também alcança o agronegócio, onde a digitalização da logística tem impacto direto nos custos operacionais. Com o uso de dados e monitoramento em tempo real, produtores e operadores conseguem reduzir desperdícios, evitar falhas mecânicas e aumentar a eficiência no transporte da safra. “Esses ganhos operacionais têm impacto direto na rentabilidade, especialmente em um cenário em que o custo logístico é um dos principais fatores de pressão para o produtor rural”, detalha o executivo. Para empresas de software, a incorporação de dados operacionais das frotas abre espaço para expansão de portfólio sem necessidade de novos investimentos em hardware. Assim, aumenta-se o valor agregado das plataformas e amplia-se a oferta de serviços. Por fim, o modelo de receita recorrente no transporte tende a apresentar maior estabilidade em comparação à comercialização de produtos físicos. A venda de serviços contínuos, baseada em assinaturas, contribui para reduzir a sazonalidade típica do setor e cria uma base mais previsível de faturamento ao longo do tempo. “A recorrência permite que empresas atravessem períodos de baixa venda de ativos sem perda significativa de receita. É uma mudança estrutural na forma como o setor captura valor”, finaliza Neri.
Queda nas vendas de caminhões impulsiona receita recorrente no transporte, sinaliza Platform Science

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