Generix Group e DDS se associam para criar um líder global em soluções de digitalização de ponta a ponta da Supply Chain

19/12/2023

A Generix Group, considerada líder em soluções SaaS de Supply Chain Collaborative, e DDS, editor SaaS especializado em digitalização da Supply Chain e otimização de transporte, se associam para formar um importante protagonista global na digitalização da Supply Chain, abrangendo todos os fluxos de bens e dados, desde o abastecimento até o faturamento e o pagamento.

Essa união dá origem a um conjunto completo de soluções e expertises para a gestão dos fluxos de transporte e, de forma mais ampla, da Supply Chain. A nova cobertura funcional é multimodal, inland e overseas. Esta proposta de valor única é direcionada principalmente aos embarcadores e prestadores de serviços, que poderão gerenciar todas as suas atividades com as soluções da DDS e da Generix Group.

Os clientes de ambas as empresas poderão se beneficiar de uma oferta 360°, omnicanal e colaborativa, para gerenciar toda a sua Supply Chain “from cargo to fridge”: fluxos comerciais entre os players (TMS, WMS, OMS, VMI, Sourcing), fluxos de informações e fluxos de dados financeiros (EDI, e-Invoicing, e-Reporting, P2P e O2C, e gestão dos Incoterms). Do ponto de vista tecnológico, essa oferta ‘360’ aproveita ao máximo o processamento em massa de dados (machine learning, inteligência artificial, Blockchain) e pesquisa tecnológica aplicada. Por fim, os clientes de ambas as empresas se beneficiam de um acompanhamento sólido no gerenciamento de seu desempenho econômico e ambiental.

A Generix Group e a DDS representam quase 2.000 armazéns equipados – nos quais são processadas anualmente 600 milhões de paletes –, 1 milhão de operações de transporte gerenciadas, 2 bilhões de mensagens EDI e meio bilhão de faturas eletrônicas processadas a cada ano. Além disso, ambas as empresas são reconhecidas pelo Gartner como ‘Notable vendors’ no estudo Europe Context: ‘Magic Quadrant for Transportation Management Systems’, e suas soluções são utilizadas diariamente por grandes playersdo setor varejista, industrial e por provedores de serviços logísticos (3/4 PL) na Europa, nas Américas e na Ásia.

Para a Generix Group, essa união representa um novo passo na aceleração do plano estratégico Boost Together 2028 e na expansão para novos mercados, ao mesmo tempo em que amplia sua presença na Europa e nas Américas, além de uma parte da Ásia.

Para a DDS, esta é uma oportunidade extraordinária de se apoiar em um grupo internacional, especialmente quando o desenvolvimento estava em andamento em países como Espanha e na zona de Benelux.

“Juntos, nos tornamos um líder internacional em todos os segmentos da Supply Chain, conectando-os para criar valor máximo para nossos clientes, beneficiando suas organizações, capacidades de execução, análise de dados e, por fim, responsabilidade corporativa”, declara Aïda Collete-Sène, presidente-diretora Geral da Generix Group. “Resolutamente baseadas nas expectativas de negócio de nossos clientes, para cada oferta, enormes avanços tecnológicos estão em andamento para se tornar uma referência e, sobretudo, uma preferência para nossos clientes. Eles estão totalmente integrados às nossas pesquisas para eficiência máxima e uso perfeito de nossas soluções, especialmente através de uma comunidade internacional de clientes. Assim, eles se beneficiarão de um investimento sem precedentes em P&D, com capacidades ampliadas para integrar as novas soluções a um verdadeiro portfólio 360°”, acrescenta a presidente-diretora Geral da empresa. “A combinação das experiências da Generix e DDS cria uma oferta única de Supply Chain Execution, capaz de atender a todos os desafios de eficiência, resiliência e sustentabilidade de nossos clientes. E para a DDS, é ao mesmo tempo um reconhecimento da posição de liderança conquistada no mercado de TMS e uma oportunidade incrível de aceleração”, afirma Jérôme Bour, presidente-diretor Geral da DDS.

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A combinação de juros elevados e restrição ao crédito tem levado o setor de transporte rodoviário a buscar novas estratégias de geração de receita. Diante da queda nas vendas de caminhões, empresas da cadeia logística passaram a acelerar a adoção de modelos baseados em serviços e receita recorrente no transporte, com foco em maior previsibilidade financeira. De acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), as vendas de caminhões recuaram 34,6% em janeiro deste ano em relação a dezembro de 2025. Além disso, na comparação com janeiro do ano anterior, a retração foi de 30,14%. Esse cenário reforça a necessidade de diversificação das fontes de receita em um ambiente mais volátil. Nesse contexto, a mudança de modelo reflete uma tentativa de reduzir a dependência de vendas pontuais de ativos. Ao mesmo tempo, empresas passam a incorporar soluções tecnológicas embarcadas nas frotas não apenas para ganho operacional, mas também como nova fonte de faturamento para concessionárias, revendedores e companhias de software. Receita recorrente no transporte avança com uso de tecnologia logística Segundo Rony Neri, diretor-executivo LATAM da Platform Science, multinacional americana especializada em soluções de segurança e tecnologia para o setor de transporte, a lógica do mercado está em transformação. “A lógica do setor está mudando. Antes, a receita estava concentrada na venda do ativo. Agora, com o uso de tecnologia, é possível construir uma base recorrente de faturamento, mais previsível e menos exposta às oscilações do mercado”, afirma. A empresa atua no desenvolvimento de plataformas tecnológicas para gestão de frotas e segurança operacional, permitindo a integração de dados e serviços no ambiente logístico. Dessa forma, soluções como telemetria, videomonitoramento e plataformas digitais passam a viabilizar modelos de assinatura, ampliando o ticket médio e a retenção de clientes. “A tecnologia passa a funcionar como uma camada de inteligência que fortalece o negócio principal e cria novas oportunidades de receita ao longo do tempo”, reforça Neri. Além disso, o movimento também alcança o agronegócio, onde a digitalização da logística tem impacto direto nos custos operacionais. Com o uso de dados e monitoramento em tempo real, produtores e operadores conseguem reduzir desperdícios, evitar falhas mecânicas e aumentar a eficiência no transporte da safra. “Esses ganhos operacionais têm impacto direto na rentabilidade, especialmente em um cenário em que o custo logístico é um dos principais fatores de pressão para o produtor rural”, detalha o executivo. Para empresas de software, a incorporação de dados operacionais das frotas abre espaço para expansão de portfólio sem necessidade de novos investimentos em hardware. Assim, aumenta-se o valor agregado das plataformas e amplia-se a oferta de serviços. Por fim, o modelo de receita recorrente no transporte tende a apresentar maior estabilidade em comparação à comercialização de produtos físicos. A venda de serviços contínuos, baseada em assinaturas, contribui para reduzir a sazonalidade típica do setor e cria uma base mais previsível de faturamento ao longo do tempo. “A recorrência permite que empresas atravessem períodos de baixa venda de ativos sem perda significativa de receita. É uma mudança estrutural na forma como o setor captura valor”, finaliza Neri.
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