Unipac apresenta o RB 15: seu mais recente Rebocador Elétrico Industrial

21/09/2023

A Unipac, reconhecida como uma das indústrias de transformação de polímeros mais completa do Brasil, anuncia o lançamento de seu mais recente produto, o Rebocador Elétrico Industrial RB 15. Este rebocador elétrico inovador foi desenvolvido para atender às necessidades dinâmicas do mercado, representando um acréscimo à sua linha de Rebocadores Elétricos Industriais.

O Rebocador Elétrico RB 15 se destaca como um equipamento robusto de operação que proporciona a movimentação ágil de cargas de até 1,5 toneladas, com menos esforço. Com aplicações versáteis, abrangendo desde centros de distribuição a aeroportos, supermercados e hospitais, o RB 15 surge como uma solução ideal para gerenciamento de operações logísticas internas.

“A linha de Rebocadores Elétricos Industriais da Unipac, agora aprimorada com o RB 15, oferece a personalização necessária para atender às entregas de maneira eficiente, segura e personalizada”, declara Luiz Henrique Taniguti, Gerente de Vendas dos Segmentos Automotivo e Logística da Unipac.

Compromisso com a inovação

A Unipac dedicou 12 meses para transformar a ideia do RB 15 em realidade, desde a fase inicial de estudo até o processo de produção. O lançamento ocorreu durante o Movimat 2022, onde o RB 15 foi apresentado como um protótipo, permitindo a análise da resposta do público e a adaptação do produto com base nas demandas e feedbacks recebidos.

O Rebocador Elétrico RB 15 oferece uma série de vantagens, incluindo aprimoramento da ergonomia, redução do esforço físico, maior agilidade e facilidade nas operações. A inclusão da telemetria como diferencial técnico contribui para elevar a eficiência operacional do rebocador.

Energia limpa e sustentável

Uma característica importante do RB 15 é sua bateria de lítio, tornando o rebocador uma escolha ambientalmente amigável e promovendo o transporte sustentável. Ao incorporar o RB 15 em sua linha de Rebocadores Elétricos Industriais, a Unipac reafirma o compromisso de fornecer soluções eficazes e ecologicamente conscientes para atender às demandas logísticas.

Principais características:

· Segurança: O RB 15 está equipado com um dispositivo antiesmagamento, garantindo a segurança dos operadores durante as operações logísticas;

· Potência: Com a capacidade de rebocar cargas de até 1.500 kg no piso plano, o RB 15 demonstra sua potência e habilidade para lidar com diversas tarefas;

· Eficiência: Seu sistema de troca rápida de baterias contribui para uma maior produtividade durante as operações, minimizando os tempos de parada;

· Sustentabilidade: Como um veículo 100% elétrico, o RB 15 é uma escolha consciente para o meio ambiente, alinhada com os princípios do transporte sustentável;

· Ergonomia Avançada: O volante regulável do RB 15 aprimora a ergonomia, proporcionando maior conforto aos operadores durante as manobras.

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A combinação de juros elevados e restrição ao crédito tem levado o setor de transporte rodoviário a buscar novas estratégias de geração de receita. Diante da queda nas vendas de caminhões, empresas da cadeia logística passaram a acelerar a adoção de modelos baseados em serviços e receita recorrente no transporte, com foco em maior previsibilidade financeira. De acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), as vendas de caminhões recuaram 34,6% em janeiro deste ano em relação a dezembro de 2025. Além disso, na comparação com janeiro do ano anterior, a retração foi de 30,14%. Esse cenário reforça a necessidade de diversificação das fontes de receita em um ambiente mais volátil. Nesse contexto, a mudança de modelo reflete uma tentativa de reduzir a dependência de vendas pontuais de ativos. Ao mesmo tempo, empresas passam a incorporar soluções tecnológicas embarcadas nas frotas não apenas para ganho operacional, mas também como nova fonte de faturamento para concessionárias, revendedores e companhias de software. Receita recorrente no transporte avança com uso de tecnologia logística Segundo Rony Neri, diretor-executivo LATAM da Platform Science, multinacional americana especializada em soluções de segurança e tecnologia para o setor de transporte, a lógica do mercado está em transformação. “A lógica do setor está mudando. Antes, a receita estava concentrada na venda do ativo. Agora, com o uso de tecnologia, é possível construir uma base recorrente de faturamento, mais previsível e menos exposta às oscilações do mercado”, afirma. A empresa atua no desenvolvimento de plataformas tecnológicas para gestão de frotas e segurança operacional, permitindo a integração de dados e serviços no ambiente logístico. Dessa forma, soluções como telemetria, videomonitoramento e plataformas digitais passam a viabilizar modelos de assinatura, ampliando o ticket médio e a retenção de clientes. “A tecnologia passa a funcionar como uma camada de inteligência que fortalece o negócio principal e cria novas oportunidades de receita ao longo do tempo”, reforça Neri. Além disso, o movimento também alcança o agronegócio, onde a digitalização da logística tem impacto direto nos custos operacionais. Com o uso de dados e monitoramento em tempo real, produtores e operadores conseguem reduzir desperdícios, evitar falhas mecânicas e aumentar a eficiência no transporte da safra. “Esses ganhos operacionais têm impacto direto na rentabilidade, especialmente em um cenário em que o custo logístico é um dos principais fatores de pressão para o produtor rural”, detalha o executivo. Para empresas de software, a incorporação de dados operacionais das frotas abre espaço para expansão de portfólio sem necessidade de novos investimentos em hardware. Assim, aumenta-se o valor agregado das plataformas e amplia-se a oferta de serviços. Por fim, o modelo de receita recorrente no transporte tende a apresentar maior estabilidade em comparação à comercialização de produtos físicos. A venda de serviços contínuos, baseada em assinaturas, contribui para reduzir a sazonalidade típica do setor e cria uma base mais previsível de faturamento ao longo do tempo. “A recorrência permite que empresas atravessem períodos de baixa venda de ativos sem perda significativa de receita. É uma mudança estrutural na forma como o setor captura valor”, finaliza Neri.
Queda nas vendas de caminhões impulsiona receita recorrente no transporte, sinaliza Platform Science

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