u.TRACK: revolucionando a logística com telemetria e rastreabilidade

27/07/2023

Lançada pela Unipac em novembro do ano passado, a plataforma u.TRACK já está em operação e atende empresas de diversos setores, como máquinas e equipamentos, sistemistas e montadoras do segmento automotivo de veículos pesados. Por meio desta plataforma, foram identificadas oportunidades de redução de investimentos na compra de ativos na ordem de 6% a 25%.

“Com a u.TRACK, estamos oferecendo soluções pioneiras que possibilitam aos nossos clientes alcançar resultados surpreendentes. As tecnologias de telemetria e rastreabilidade fornecem uma visão detalhada e em tempo real das operações, permitindo uma gestão eficiente. Estamos entusiasmados com o impacto positivo que a u.TRACK está trazendo para as empresas, e nossas expectativas para o futuro são promissoras”, revela Luiz Henrique Taniguti, Gerente de Vendas dos Segmentos Automotivo e Logística da Unipac.

Um dos diferenciais da u.TRACK é a capacidade de personalização de seus serviços. As tecnologias disponíveis na plataforma são adaptadas e combinadas de forma a solucionar problemas específicos de cada cliente, tornando-se uma solução única no mercado. Com uma demanda crescente por soluções IoT na logística e as tecnologias 5G, a plataforma estará preparada para oferecer soluções avançadas, impulsionando a eficiência e competitividade das empresas.

Vantagens da plataforma:

Além dos benefícios financeiros, a u.TRACK Telemetria oferece diversas vantagens às empresas:

· Desempenho operacional através de histórico de localização, monitoramento e localização em tempo real da frota;

· Segurança, gestão de documentos, checklist on-line e conformidade NR11 e NR12;

· Otimização dos ativos para aumentar sua disponibilidade;

· Identificação de problemas e gargalos na cadeia logística;

· Supervisão, produtividade, controle da operação e comunicação instantânea;

· Impactos, registro de eventos e emissão de alerta;

· Manutenções e inserção de registro para manutenções.

No caso do serviço da plataforma u.TRACK Rastreabilidade, além da gestão de custos do fluxo logístico, oferece outras vantagens:

· Monitoramento completo do fluxo, permitindo a redução da quantidade de ativos no processo;

· Aumento na capacidade de atendimento;

· Alteração nos dias de estoque na cadeia de acordo com o posicionamento geográfico;

· Gestão inteligente do ciclo do ativo, desde a compra até o descarte. Isso evita desperdícios de investimento, adquirindo apenas o necessário, e permite incluir ativos no processo de logística reversa, como a venda de materiais.

O desenvolvimento do sistema foi realizado em parceria com o Centro de Inovação do Agronegócio (CIAg), mantido pela controladora do Grupo Jacto, do qual a Unipac faz parte, e atende às diretrizes da Lei Geral de Proteção de Dados.

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A combinação de juros elevados e restrição ao crédito tem levado o setor de transporte rodoviário a buscar novas estratégias de geração de receita. Diante da queda nas vendas de caminhões, empresas da cadeia logística passaram a acelerar a adoção de modelos baseados em serviços e receita recorrente no transporte, com foco em maior previsibilidade financeira. De acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), as vendas de caminhões recuaram 34,6% em janeiro deste ano em relação a dezembro de 2025. Além disso, na comparação com janeiro do ano anterior, a retração foi de 30,14%. Esse cenário reforça a necessidade de diversificação das fontes de receita em um ambiente mais volátil. Nesse contexto, a mudança de modelo reflete uma tentativa de reduzir a dependência de vendas pontuais de ativos. Ao mesmo tempo, empresas passam a incorporar soluções tecnológicas embarcadas nas frotas não apenas para ganho operacional, mas também como nova fonte de faturamento para concessionárias, revendedores e companhias de software. Receita recorrente no transporte avança com uso de tecnologia logística Segundo Rony Neri, diretor-executivo LATAM da Platform Science, multinacional americana especializada em soluções de segurança e tecnologia para o setor de transporte, a lógica do mercado está em transformação. “A lógica do setor está mudando. Antes, a receita estava concentrada na venda do ativo. Agora, com o uso de tecnologia, é possível construir uma base recorrente de faturamento, mais previsível e menos exposta às oscilações do mercado”, afirma. A empresa atua no desenvolvimento de plataformas tecnológicas para gestão de frotas e segurança operacional, permitindo a integração de dados e serviços no ambiente logístico. Dessa forma, soluções como telemetria, videomonitoramento e plataformas digitais passam a viabilizar modelos de assinatura, ampliando o ticket médio e a retenção de clientes. “A tecnologia passa a funcionar como uma camada de inteligência que fortalece o negócio principal e cria novas oportunidades de receita ao longo do tempo”, reforça Neri. Além disso, o movimento também alcança o agronegócio, onde a digitalização da logística tem impacto direto nos custos operacionais. Com o uso de dados e monitoramento em tempo real, produtores e operadores conseguem reduzir desperdícios, evitar falhas mecânicas e aumentar a eficiência no transporte da safra. “Esses ganhos operacionais têm impacto direto na rentabilidade, especialmente em um cenário em que o custo logístico é um dos principais fatores de pressão para o produtor rural”, detalha o executivo. Para empresas de software, a incorporação de dados operacionais das frotas abre espaço para expansão de portfólio sem necessidade de novos investimentos em hardware. Assim, aumenta-se o valor agregado das plataformas e amplia-se a oferta de serviços. Por fim, o modelo de receita recorrente no transporte tende a apresentar maior estabilidade em comparação à comercialização de produtos físicos. A venda de serviços contínuos, baseada em assinaturas, contribui para reduzir a sazonalidade típica do setor e cria uma base mais previsível de faturamento ao longo do tempo. “A recorrência permite que empresas atravessem períodos de baixa venda de ativos sem perda significativa de receita. É uma mudança estrutural na forma como o setor captura valor”, finaliza Neri.
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