Cheim movimenta cargas longas com empilhadeira multidirecional Combilift

06/07/2017

O setor offshore é um dos alvos da marca irlandesa Combilift (www.combilift.com.br). A empresa vem avançando no segmento com o diferencial da empilhadeira multidirecional, equipamento ideal para movimentação de cargas longas, extra longas e extra pesadas já em operação em empresas como Schlumberger, GE, Baker Hughes, Weatherford, Technip FMC, Petrobrás, Halliburton e Cheim. A Combilift é líder mundial em soluções customizadas para movimentação de materiais e tem mais de 1.000 equipamentos operando no segmento de óleo e gás.

Com capacidade para movimentar-se 360º (em todas as direções) de forma rápida e suave, em espaços abertos e fechados e em qualquer condição de piso, a empilhadeira multidirecional é de fácil manobrabilidade, disponível com motores diesel, GLP ou elétrico, tem elevação até 11,5 metros, capacidade de carga até 25 toneladas para aplicações em armazenagem vertical, abastecimento da linha de produção e carga/descarga de carretas.

Os equipamentos estão projetados para reduzir a dependência de componentes eletrônicos complexos. Sistemas de suspensão, freio e transmissão são simplificados com objetivo de dar uma vida útil mais longa e com menor custo operacional à máquina.

Cheim escolhe empilhadeiras multidirecionais
A Cheim Transportes S. A. escolheu as empilhadeiras multidirecionais da Combilift para atender às necessidades especiais de manuseio no pátio de tubos da Petrobrás em Macaé (RJ). As empilhadeiras estão sendo utilizadas dentro do sistema Petrobrás, contemplando o Terminal de Cabiúnas, Termoelétrica, Parque de tubos e áreas externas e Imbetiba.

O gerente de Operações da Cheim, Rafael Arantes Leite, destaca que o grande desafio é avançar com a locação de equipamentos fora do âmbito Petrobras. “Os operadores se familiarizaram com facilidade ao equipamento”, diz Leite. “As manutenções estão sendo realizadas pela equipe autorizada da Combilift.”

De acordo com o diretor comercial da Combilift, Rafael Kessler, a Cheim solicitou uma empilhadeira elétrica que movimenta tubos em corredor de 1,8m de largura para operação dentro de galpões. “Entre os equipamentos adquiridos pela Cheim estão os elétricos, projetados especificamente para trabalhar na parte interna de galpões com movimentações entre estruturas metálicas, e dois equipamentos a diesel para trabalhar com tubos de produção e perfuração.”

O gerente de operações da Cheim complementa que a principal característica das empilhadeiras Combilift é sua robustez. “Eles apresentam maior qualidade de engenharia em relação aos componentes hidráulicos, chassi e parte elétrica e têm a engenharia forte, superando outras marcas.”

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A combinação de juros elevados e restrição ao crédito tem levado o setor de transporte rodoviário a buscar novas estratégias de geração de receita. Diante da queda nas vendas de caminhões, empresas da cadeia logística passaram a acelerar a adoção de modelos baseados em serviços e receita recorrente no transporte, com foco em maior previsibilidade financeira. De acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), as vendas de caminhões recuaram 34,6% em janeiro deste ano em relação a dezembro de 2025. Além disso, na comparação com janeiro do ano anterior, a retração foi de 30,14%. Esse cenário reforça a necessidade de diversificação das fontes de receita em um ambiente mais volátil. Nesse contexto, a mudança de modelo reflete uma tentativa de reduzir a dependência de vendas pontuais de ativos. Ao mesmo tempo, empresas passam a incorporar soluções tecnológicas embarcadas nas frotas não apenas para ganho operacional, mas também como nova fonte de faturamento para concessionárias, revendedores e companhias de software. Receita recorrente no transporte avança com uso de tecnologia logística Segundo Rony Neri, diretor-executivo LATAM da Platform Science, multinacional americana especializada em soluções de segurança e tecnologia para o setor de transporte, a lógica do mercado está em transformação. “A lógica do setor está mudando. Antes, a receita estava concentrada na venda do ativo. Agora, com o uso de tecnologia, é possível construir uma base recorrente de faturamento, mais previsível e menos exposta às oscilações do mercado”, afirma. A empresa atua no desenvolvimento de plataformas tecnológicas para gestão de frotas e segurança operacional, permitindo a integração de dados e serviços no ambiente logístico. Dessa forma, soluções como telemetria, videomonitoramento e plataformas digitais passam a viabilizar modelos de assinatura, ampliando o ticket médio e a retenção de clientes. “A tecnologia passa a funcionar como uma camada de inteligência que fortalece o negócio principal e cria novas oportunidades de receita ao longo do tempo”, reforça Neri. Além disso, o movimento também alcança o agronegócio, onde a digitalização da logística tem impacto direto nos custos operacionais. Com o uso de dados e monitoramento em tempo real, produtores e operadores conseguem reduzir desperdícios, evitar falhas mecânicas e aumentar a eficiência no transporte da safra. “Esses ganhos operacionais têm impacto direto na rentabilidade, especialmente em um cenário em que o custo logístico é um dos principais fatores de pressão para o produtor rural”, detalha o executivo. Para empresas de software, a incorporação de dados operacionais das frotas abre espaço para expansão de portfólio sem necessidade de novos investimentos em hardware. Assim, aumenta-se o valor agregado das plataformas e amplia-se a oferta de serviços. Por fim, o modelo de receita recorrente no transporte tende a apresentar maior estabilidade em comparação à comercialização de produtos físicos. A venda de serviços contínuos, baseada em assinaturas, contribui para reduzir a sazonalidade típica do setor e cria uma base mais previsível de faturamento ao longo do tempo. “A recorrência permite que empresas atravessem períodos de baixa venda de ativos sem perda significativa de receita. É uma mudança estrutural na forma como o setor captura valor”, finaliza Neri.
Queda nas vendas de caminhões impulsiona receita recorrente no transporte, sinaliza Platform Science

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