Empilhadeira Wave da Crown dobra velocidade de operação na movimentação de materiais

30/06/2017

Empresas que trocaram a escadas convencionais pela empilhadeira Wave da Crown comemoram um aumento de 100% da velocidade de operação em armazéns. O produto, batizado de veículo de assistência a trabalhos, permite que o operador se desloque e eleve ao mesmo tempo, atingindo pontos altos em segurança. Com capacidade de movimentação em corredores estreitos, a empilhadeira também pode ser equipada com rodas guias, otimizando ainda mais a movimentação.

“A empilhadeira Wave vem sendo muito usada para empresas que precisam de velocidade na seleção de pedidos, reabastecimento de inventário, fabricação e montagem, e ainda nos casos de inspeção de equipamentos – como aeronaves – e manutenção de espaços”, disse o gerente de Marketing da Crown, Rafael Arroyo.

Para ele, além do ganho de velocidade da operação, uma vez que a veículo vai mais rápido do que o colaborador iria a pé e a redução dos tempos ociosos, uma das maiores motivações para a aquisição tem sido a redução dos acidentes. “Se não tem empilhadeira, tem que usar escada, que é perigosa, gera acidentes, afastamentos e, claro, despesas para a empresa”, ressalta.

Os principais clientes da Crown em todo o mundo, inclusive no Brasil, destacam que com os ganhos de produtividade e redução dos acidentes, o retorno do valor investido no equipamento acontece em um ano após a compra.

A segurança do operador é garantida por uma série de dispositivos que não permitem a movimentação da empilhadeira sob risco. Assim, as portas têm de estar fechadas para elevação ou descida do equipamento. Sensores impedem a movimentação se houver algo sob a plataforma do motor. O operador precisa estar com as duas mãos no controle para que o veículo se mova, e ainda com os dois pés na posição certa, pois existem ainda sensores embutidos no piso. “São recursos da tecnologia usados para garantir condições de segurança para a operação”, destaca Arroyo.

A empilhadeira Wave é movida a eletricidade. É capaz de elevar até 115 kg na bandeja de carga e 90kg na bandeja de trabalho. A plataforma chega a 3 metros de altura e precisa apenas de um raio de giro mínimo de 1.205 mm para manobrar. O equipamento pode ser equipado com acessórios especiais, tais como luzes de trabalho para lugares com pouca iluminação, bandeja de trabalho elétrica, luz estroboscópica, que sinaliza a presença de um equipamento na área, entre outros.

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A combinação de juros elevados e restrição ao crédito tem levado o setor de transporte rodoviário a buscar novas estratégias de geração de receita. Diante da queda nas vendas de caminhões, empresas da cadeia logística passaram a acelerar a adoção de modelos baseados em serviços e receita recorrente no transporte, com foco em maior previsibilidade financeira. De acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), as vendas de caminhões recuaram 34,6% em janeiro deste ano em relação a dezembro de 2025. Além disso, na comparação com janeiro do ano anterior, a retração foi de 30,14%. Esse cenário reforça a necessidade de diversificação das fontes de receita em um ambiente mais volátil. Nesse contexto, a mudança de modelo reflete uma tentativa de reduzir a dependência de vendas pontuais de ativos. Ao mesmo tempo, empresas passam a incorporar soluções tecnológicas embarcadas nas frotas não apenas para ganho operacional, mas também como nova fonte de faturamento para concessionárias, revendedores e companhias de software. Receita recorrente no transporte avança com uso de tecnologia logística Segundo Rony Neri, diretor-executivo LATAM da Platform Science, multinacional americana especializada em soluções de segurança e tecnologia para o setor de transporte, a lógica do mercado está em transformação. “A lógica do setor está mudando. Antes, a receita estava concentrada na venda do ativo. Agora, com o uso de tecnologia, é possível construir uma base recorrente de faturamento, mais previsível e menos exposta às oscilações do mercado”, afirma. A empresa atua no desenvolvimento de plataformas tecnológicas para gestão de frotas e segurança operacional, permitindo a integração de dados e serviços no ambiente logístico. Dessa forma, soluções como telemetria, videomonitoramento e plataformas digitais passam a viabilizar modelos de assinatura, ampliando o ticket médio e a retenção de clientes. “A tecnologia passa a funcionar como uma camada de inteligência que fortalece o negócio principal e cria novas oportunidades de receita ao longo do tempo”, reforça Neri. Além disso, o movimento também alcança o agronegócio, onde a digitalização da logística tem impacto direto nos custos operacionais. Com o uso de dados e monitoramento em tempo real, produtores e operadores conseguem reduzir desperdícios, evitar falhas mecânicas e aumentar a eficiência no transporte da safra. “Esses ganhos operacionais têm impacto direto na rentabilidade, especialmente em um cenário em que o custo logístico é um dos principais fatores de pressão para o produtor rural”, detalha o executivo. Para empresas de software, a incorporação de dados operacionais das frotas abre espaço para expansão de portfólio sem necessidade de novos investimentos em hardware. Assim, aumenta-se o valor agregado das plataformas e amplia-se a oferta de serviços. Por fim, o modelo de receita recorrente no transporte tende a apresentar maior estabilidade em comparação à comercialização de produtos físicos. A venda de serviços contínuos, baseada em assinaturas, contribui para reduzir a sazonalidade típica do setor e cria uma base mais previsível de faturamento ao longo do tempo. “A recorrência permite que empresas atravessem períodos de baixa venda de ativos sem perda significativa de receita. É uma mudança estrutural na forma como o setor captura valor”, finaliza Neri.
Queda nas vendas de caminhões impulsiona receita recorrente no transporte, sinaliza Platform Science

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