Hyva apresenta guindaste para o segmento ceramista

25/08/2016

A Hyva do Brasil, tradicional fabricante de cilindros hidráulicos e guindastes há 21 anos no País, apresenta na 19ª Expoanicer um equipamento direcionado para as necessidades das empresas de cerâmica. Trata-se do guindaste HBR150, o mais comercializado para empresas do segmento na linha de produtos da Hyva e presente atualmente em mais de 250 empresas no Brasil.

Entre as principais vantagens do equipamento, estão a maior agilidade, reduzindo o tempo das entregas (carga e descarga) e efetuando processos com apenas um motorista/operador, não sendo necessário mais funcionários. Possibilita também melhor aproveitamento de espaço da carroceria no carregamento devido ao projeto construtivo do equipamento, permitindo “acoplar” a carga rente ao guindaste, evitando perda de espaço. Vale ressaltar ainda que o menor peso e o projeto construtivo canivete do equipamento, em relação a outros que o mercado oferece, proporciona maior carga livre do caminhão, menor espaço de instalação e melhor geometria de movimentos. O guindaste ainda possui um sistema de segurança e de momento de carga que propicia maior segurança do equipamento e nas operações, reduzindo perdas e quebras no processo e garantindo proteção ao operador, veículo e a carga.

O Executivo de Vendas da Hyva do Brasil, Marcelo Trentin, destaca que “o investimento proporciona maior produtividade no processo, redução tempo nas entregas, redução do quadro de funcionários, facilidade e versatilidade na entrega dos produtos (2° e 3° pisos de obras, dentro de pátios murados, etc). Em resumo: custo-benefício x produtividade que justifica plenamente o investimento.”

A linha completa de guindastes Hyva oferece segurança, versatilidade, precisão e economia, sendo equipamentos direcionados para utilização diversificada. Para o segmento ceramista, o HBR150 prima pela praticidade e versatilidade no processo produtivo. O equipamento atende ao carregamento e descarregamento de um caminhão na extensão de toda carroceria (normalmente 8 metros) e atende o caso de efetuar entregas de 2 a 3 andares de altura, que são casos comuns do dia-a-dia das empresas de cerâmica.

Vale lembrar que o equipamento conta com acessórios específicos para o segmento ceramista como o controle remoto e o garfo pallet. O controle remoto permite que o motorista efetue todo o serviço, não sendo necessário ajudantes (mais funcionários), tem como característica a liberdade de operação com uma distância de até 100 metros e maior precisão nos movimentos. Quanto ao garfo pallet é o acessório que faz o içamento e movimentação dos pallets não sendo necessário usar cintas de amarração. É muito parecido com os garfos de uma empilhadeira, só que com a característica de poder efetuar regulagem de altura e largura das pás, podendo ser utilizado em diversos tipos de pallets.

A 19ª Expoanicer, é o maior evento do setor de cerâmica vermelha do Brasil e acontece Expo D. Pedro em Campinas (SP), de 24 a 26 de agosto.

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A combinação de juros elevados e restrição ao crédito tem levado o setor de transporte rodoviário a buscar novas estratégias de geração de receita. Diante da queda nas vendas de caminhões, empresas da cadeia logística passaram a acelerar a adoção de modelos baseados em serviços e receita recorrente no transporte, com foco em maior previsibilidade financeira. De acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), as vendas de caminhões recuaram 34,6% em janeiro deste ano em relação a dezembro de 2025. Além disso, na comparação com janeiro do ano anterior, a retração foi de 30,14%. Esse cenário reforça a necessidade de diversificação das fontes de receita em um ambiente mais volátil. Nesse contexto, a mudança de modelo reflete uma tentativa de reduzir a dependência de vendas pontuais de ativos. Ao mesmo tempo, empresas passam a incorporar soluções tecnológicas embarcadas nas frotas não apenas para ganho operacional, mas também como nova fonte de faturamento para concessionárias, revendedores e companhias de software. Receita recorrente no transporte avança com uso de tecnologia logística Segundo Rony Neri, diretor-executivo LATAM da Platform Science, multinacional americana especializada em soluções de segurança e tecnologia para o setor de transporte, a lógica do mercado está em transformação. “A lógica do setor está mudando. Antes, a receita estava concentrada na venda do ativo. Agora, com o uso de tecnologia, é possível construir uma base recorrente de faturamento, mais previsível e menos exposta às oscilações do mercado”, afirma. A empresa atua no desenvolvimento de plataformas tecnológicas para gestão de frotas e segurança operacional, permitindo a integração de dados e serviços no ambiente logístico. Dessa forma, soluções como telemetria, videomonitoramento e plataformas digitais passam a viabilizar modelos de assinatura, ampliando o ticket médio e a retenção de clientes. “A tecnologia passa a funcionar como uma camada de inteligência que fortalece o negócio principal e cria novas oportunidades de receita ao longo do tempo”, reforça Neri. Além disso, o movimento também alcança o agronegócio, onde a digitalização da logística tem impacto direto nos custos operacionais. Com o uso de dados e monitoramento em tempo real, produtores e operadores conseguem reduzir desperdícios, evitar falhas mecânicas e aumentar a eficiência no transporte da safra. “Esses ganhos operacionais têm impacto direto na rentabilidade, especialmente em um cenário em que o custo logístico é um dos principais fatores de pressão para o produtor rural”, detalha o executivo. Para empresas de software, a incorporação de dados operacionais das frotas abre espaço para expansão de portfólio sem necessidade de novos investimentos em hardware. Assim, aumenta-se o valor agregado das plataformas e amplia-se a oferta de serviços. Por fim, o modelo de receita recorrente no transporte tende a apresentar maior estabilidade em comparação à comercialização de produtos físicos. A venda de serviços contínuos, baseada em assinaturas, contribui para reduzir a sazonalidade típica do setor e cria uma base mais previsível de faturamento ao longo do tempo. “A recorrência permite que empresas atravessem períodos de baixa venda de ativos sem perda significativa de receita. É uma mudança estrutural na forma como o setor captura valor”, finaliza Neri.
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