Jungheinrich traz para o Brasil a premiada Empilhadeira Trilateral EKX 516

30/06/2016

A Jungheinrich, uma das três maiores empresas do mundo em soluções e produtos de movimentação e armazenagem de materiais, acaba de lançar no Brasil a empilhadeira trilateral modelo EKX 516.

A máquina detém um comprovado grau de tecnologia e foi projetada sobre uma base sólida, pensando em entregar o máximo de potência com o mínimo de consumo possível. Graças à exclusiva tecnologia aplicada na construção dos motores, é capaz de converter 93% da energia em potência, o que a levou ser premiada no IFOY Award 2016 (Prêmio Internacional de Empilhadeira do Ano), cuja cerimônia de premiação ocorreu em 31 de maio em Hannover na Alemanha.

Esta nova geração reduziu em até 15% o consumo de energia em relação ao modelo anterior EKX 514, garantindo assim o funcionamento em dois turnos, sem a necessidade de troca da bateria, mesmo dentro de uma operação de alta intensidade, representando assim maior disponibilidade da máquina além da significativa economia de tempo.

A EKX 516 com capacidade de carga para 1.600 kg eleva os garfos a uma altura de até 17,5 metros, com total segurança e estabilidade, graças ao novo módulo “Floor Pro” que reduz significativamente as vibrações indesejadas principalmente nos garfos e na cabine do operador, provenientes principalmente de imperfeições dos pisos, permitindo assim um ganho de até 30% na velocidade de deslocamento na operação logística.

Ficha técnica da EKX 516

· Elevação do mastro: 17,5 metros

· Capacidade de carga: 1,6 t

· Inteligência: tecnologia RFID como padrão para facilitar a integração de sistemas e garantir seu funcionamento a longo-prazo

· Flexibilidade: Escolha de pacotes de desempenho e sistemas de assistência para um desempenho otimizado

· Eficiência: Motores síncronos com a tecnologia AC que garantem melhor desempenho com baixo consumo de energia

· Tecnologia líder: Sistema inovador de amortecimento para reduzir vibrações (opcional) para maior segurança e performance em superfícies irregulares.

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A combinação de juros elevados e restrição ao crédito tem levado o setor de transporte rodoviário a buscar novas estratégias de geração de receita. Diante da queda nas vendas de caminhões, empresas da cadeia logística passaram a acelerar a adoção de modelos baseados em serviços e receita recorrente no transporte, com foco em maior previsibilidade financeira. De acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), as vendas de caminhões recuaram 34,6% em janeiro deste ano em relação a dezembro de 2025. Além disso, na comparação com janeiro do ano anterior, a retração foi de 30,14%. Esse cenário reforça a necessidade de diversificação das fontes de receita em um ambiente mais volátil. Nesse contexto, a mudança de modelo reflete uma tentativa de reduzir a dependência de vendas pontuais de ativos. Ao mesmo tempo, empresas passam a incorporar soluções tecnológicas embarcadas nas frotas não apenas para ganho operacional, mas também como nova fonte de faturamento para concessionárias, revendedores e companhias de software. Receita recorrente no transporte avança com uso de tecnologia logística Segundo Rony Neri, diretor-executivo LATAM da Platform Science, multinacional americana especializada em soluções de segurança e tecnologia para o setor de transporte, a lógica do mercado está em transformação. “A lógica do setor está mudando. Antes, a receita estava concentrada na venda do ativo. Agora, com o uso de tecnologia, é possível construir uma base recorrente de faturamento, mais previsível e menos exposta às oscilações do mercado”, afirma. A empresa atua no desenvolvimento de plataformas tecnológicas para gestão de frotas e segurança operacional, permitindo a integração de dados e serviços no ambiente logístico. Dessa forma, soluções como telemetria, videomonitoramento e plataformas digitais passam a viabilizar modelos de assinatura, ampliando o ticket médio e a retenção de clientes. “A tecnologia passa a funcionar como uma camada de inteligência que fortalece o negócio principal e cria novas oportunidades de receita ao longo do tempo”, reforça Neri. Além disso, o movimento também alcança o agronegócio, onde a digitalização da logística tem impacto direto nos custos operacionais. Com o uso de dados e monitoramento em tempo real, produtores e operadores conseguem reduzir desperdícios, evitar falhas mecânicas e aumentar a eficiência no transporte da safra. “Esses ganhos operacionais têm impacto direto na rentabilidade, especialmente em um cenário em que o custo logístico é um dos principais fatores de pressão para o produtor rural”, detalha o executivo. Para empresas de software, a incorporação de dados operacionais das frotas abre espaço para expansão de portfólio sem necessidade de novos investimentos em hardware. Assim, aumenta-se o valor agregado das plataformas e amplia-se a oferta de serviços. Por fim, o modelo de receita recorrente no transporte tende a apresentar maior estabilidade em comparação à comercialização de produtos físicos. A venda de serviços contínuos, baseada em assinaturas, contribui para reduzir a sazonalidade típica do setor e cria uma base mais previsível de faturamento ao longo do tempo. “A recorrência permite que empresas atravessem períodos de baixa venda de ativos sem perda significativa de receita. É uma mudança estrutural na forma como o setor captura valor”, finaliza Neri.
Queda nas vendas de caminhões impulsiona receita recorrente no transporte, sinaliza Platform Science

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