Swedish Match Brasil controla sua operação de fretes com TOTVS GFE

14/04/2016

A Swedish Match Brasil, responsável pela produção e comercialização da tradicional marca de fósforos Fiat Lux e os isqueiros Cricket no país, alcançou importantes melhorias nos seus processos de controle de frete ao aderir à solução de Gestão de Frete Embarcador, o TOTVS GFE. Além disso, a companhia fez o upgrade do seu ERP para o TOTVS V12, última e definitiva versão do software, que conta com recursos inovadores, baseados em uma plataforma amigável e de fácil acesso para os usuários.

Com uma operação envolvendo três fábricas no Brasil, sendo duas no Paraná e uma em Manaus, a Swedish precisava de mecanismos mais assertivos e direcionados ao controle de fretes e transportadoras, responsáveis pela distribuição dos seus produtos em todo o país. Após pesquisa no mercado, a decisão pela solução de Gestão de Frete Embarcador (GFE) ocorreu devido a importantes diferenciais, como a garantia da integração com o seu ERP, que passaria, também, pelo upgrade para a versão TOTVS V12, além da acuracidade na contabilização da empresa e a flexibilidade necessária para se adequar a diferentes regras das transportadoras utilizadas. Todo o projeto de implementação durou menos de um mês.

Trabalhando simultaneamente com 22 transportadoras, o GFE viabilizou a flexibilidade necessária para adaptar as tabelas de acordo com as regras específicas de cada uma, garantindo um melhor controle dos pagamentos. A adoção da solução também otimizou a organização das informações, que são direcionadas automaticamente ao Contas a Pagar e facilmente identificadas posteriormente. Além disso, proporcionou mecanismos rápidos para a provisão de tabelas e ao processo de aprovação das faturas enviadas às transportadoras.

A emissão de, aproximadamente, 1,3 mil notas fiscais por mês pela companhia também é uma rotina complexa, especialmente quando 80% desse número passa pelo redespacho. Este processo envolve a saída dos produtos até uma parte do trecho, em um centro de distribuição, de onde são remetidos para o trajeto final. Essa ação é bastante delicada, pois a organização dessas etapas precisa ser ainda mais minuciosa. Com o GFE, a Swedish garantiu o controle automático na contabilização por item e por família comercial de produtos, evitando inconsistências de dados ou informações duplicadas, que, posteriormente, consolidarão as suas entregas fiscais à Sefaz (Secretaria da Fazenda).

Os benefícios do uso da solução ainda se estendem à parte administrativa da Swedish, que passou a realizar o seu fechamento mensal utilizando um dia a menos de trabalho de três pessoas. “Em um momento de crise econômica, a avaliação sobre todos os nossos investimentos ficou ainda mais rigorosa. Precisamos garantir a nossa evolução para obter mais produtividade e reduzir custos. O TOTVS GFE nos permitiu alcançar esses objetivos através do provisionamento assertivo e rapidez na consolidação das informações da companhia que são repassadas ao nosso escritório central, na Suécia”, afirma Sidney Simas, IT Manager da Swedish Match Brasil.

O upgrade para o ERP TOTVS V12 também mudou a experiência dos usuários na companhia. De forma mais produtiva e colaborativa, o acesso a todos os sistemas passou a ser centralizado em uma plataforma de tecnologia fluida e por meio de um único login, facilitando o dia a dia de trabalho de todos.

A Swedish é cliente da TOTVS desde 1995 e utiliza todo o escopo de atendimento do software de gestão e dos módulos especialistas no seu nicho de atuação, do Back Office, ao financeiro, fiscal, contábil, chão de fábrica, estoque, planejamento, entre outros. “Evoluímos a nossa estrutura de segmentação para integrarmos toda a indústria de Supply Chain, por meio de um atendimento de ponta a ponta, especializado e contínuo. Nosso objetivo é apoiar nossos clientes na condução dos seus negócios, visando o crescimento e manutenção da sua operação de forma sustentável”, finaliza Carlos Valle, diretor de Manufatura da TOTVS.

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A combinação de juros elevados e restrição ao crédito tem levado o setor de transporte rodoviário a buscar novas estratégias de geração de receita. Diante da queda nas vendas de caminhões, empresas da cadeia logística passaram a acelerar a adoção de modelos baseados em serviços e receita recorrente no transporte, com foco em maior previsibilidade financeira. De acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), as vendas de caminhões recuaram 34,6% em janeiro deste ano em relação a dezembro de 2025. Além disso, na comparação com janeiro do ano anterior, a retração foi de 30,14%. Esse cenário reforça a necessidade de diversificação das fontes de receita em um ambiente mais volátil. Nesse contexto, a mudança de modelo reflete uma tentativa de reduzir a dependência de vendas pontuais de ativos. Ao mesmo tempo, empresas passam a incorporar soluções tecnológicas embarcadas nas frotas não apenas para ganho operacional, mas também como nova fonte de faturamento para concessionárias, revendedores e companhias de software. Receita recorrente no transporte avança com uso de tecnologia logística Segundo Rony Neri, diretor-executivo LATAM da Platform Science, multinacional americana especializada em soluções de segurança e tecnologia para o setor de transporte, a lógica do mercado está em transformação. “A lógica do setor está mudando. Antes, a receita estava concentrada na venda do ativo. Agora, com o uso de tecnologia, é possível construir uma base recorrente de faturamento, mais previsível e menos exposta às oscilações do mercado”, afirma. A empresa atua no desenvolvimento de plataformas tecnológicas para gestão de frotas e segurança operacional, permitindo a integração de dados e serviços no ambiente logístico. Dessa forma, soluções como telemetria, videomonitoramento e plataformas digitais passam a viabilizar modelos de assinatura, ampliando o ticket médio e a retenção de clientes. “A tecnologia passa a funcionar como uma camada de inteligência que fortalece o negócio principal e cria novas oportunidades de receita ao longo do tempo”, reforça Neri. Além disso, o movimento também alcança o agronegócio, onde a digitalização da logística tem impacto direto nos custos operacionais. Com o uso de dados e monitoramento em tempo real, produtores e operadores conseguem reduzir desperdícios, evitar falhas mecânicas e aumentar a eficiência no transporte da safra. “Esses ganhos operacionais têm impacto direto na rentabilidade, especialmente em um cenário em que o custo logístico é um dos principais fatores de pressão para o produtor rural”, detalha o executivo. Para empresas de software, a incorporação de dados operacionais das frotas abre espaço para expansão de portfólio sem necessidade de novos investimentos em hardware. Assim, aumenta-se o valor agregado das plataformas e amplia-se a oferta de serviços. Por fim, o modelo de receita recorrente no transporte tende a apresentar maior estabilidade em comparação à comercialização de produtos físicos. A venda de serviços contínuos, baseada em assinaturas, contribui para reduzir a sazonalidade típica do setor e cria uma base mais previsível de faturamento ao longo do tempo. “A recorrência permite que empresas atravessem períodos de baixa venda de ativos sem perda significativa de receita. É uma mudança estrutural na forma como o setor captura valor”, finaliza Neri.
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