VWCO agrega tecnologia para aprimorar experiência do motorista no volante

18/10/2022

Os novos integrantes do portfólio da Volkswagen Caminhões e Ônibus trazem o que há de mais inovador em termos de tecnologia embarcada. Agora, o painel de instrumentos terá uma versão digital com 10 polegadas, que será disponibilizada a partir do segundo semestre de 2023, agregando inteligência, rapidez e personalização à experiência no volante.

Nesta versão digital, será possível definir as informações que aparecem no painel para o motorista, como autonomia, pressão e nível de óleo, econômetro, temperatura do líquido de arrefecimento, consumo de combustível e dados sobre a viagem. Isso faz que o motorista não perca o foco na estrada ao procurar pelas funções desejadas.

O painel analógico também está reformulado com novo display que garante melhor visualização de suas funcionalidades. Ambas as opções de painel contam com uma ferramenta na qual o motorista do veículo é avaliado e pontuado de acordo com seu desempenho em aceleração, frenagem e troca de marcha, além de receber recomendações para aprimorar esses critérios. Seguindo essas dicas, quanto mais alta a pontuação do motorista, mais o consumo de combustível será melhorado.

Tecnologia e agilidade andam juntos

As famílias VW Delivery e Constellation também terão a opção, a partir do segundo semestre de 2023, de uma nova central multimídia: a partir de uma tela de 7 polegadas, é possível conectar dispositivos móveis via bluetooth ou USB, espelhá-los com o Android Auto ou Apple CarPlay ou ainda utilizar assistentes de voz como Google e Siri. Com o novo suporte para o celular, opcional para essas linhas, o motorista pode manusear o aparelho sem que o foco na estrada seja desviado.

O volante multifuncional com ajuste de altura e profundidade é outro destaque do portfólio da VWCO. Nele, os comandos de acesso ao computador de bordo, central multimídia e atendimento de chamadas via telefone podem ser feitos com apenas um botão.

Para abarcar tantas tecnologias, os novos veículos da Volkswagen Caminhões e Ônibus são equipados com mais de 70 novas funções eletrônicas no painel analógico e chegam a 80 novidades no digital, bem como aproximadamente 300 mil linhas de programação para viabilizar o funcionamento de toda a tecnologia desenvolvida pelo time de Engenharia da montadora.

Vídeo: https://youtu.be/npQnDUQM-5A

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A combinação de juros elevados e restrição ao crédito tem levado o setor de transporte rodoviário a buscar novas estratégias de geração de receita. Diante da queda nas vendas de caminhões, empresas da cadeia logística passaram a acelerar a adoção de modelos baseados em serviços e receita recorrente no transporte, com foco em maior previsibilidade financeira. De acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), as vendas de caminhões recuaram 34,6% em janeiro deste ano em relação a dezembro de 2025. Além disso, na comparação com janeiro do ano anterior, a retração foi de 30,14%. Esse cenário reforça a necessidade de diversificação das fontes de receita em um ambiente mais volátil. Nesse contexto, a mudança de modelo reflete uma tentativa de reduzir a dependência de vendas pontuais de ativos. Ao mesmo tempo, empresas passam a incorporar soluções tecnológicas embarcadas nas frotas não apenas para ganho operacional, mas também como nova fonte de faturamento para concessionárias, revendedores e companhias de software. Receita recorrente no transporte avança com uso de tecnologia logística Segundo Rony Neri, diretor-executivo LATAM da Platform Science, multinacional americana especializada em soluções de segurança e tecnologia para o setor de transporte, a lógica do mercado está em transformação. “A lógica do setor está mudando. Antes, a receita estava concentrada na venda do ativo. Agora, com o uso de tecnologia, é possível construir uma base recorrente de faturamento, mais previsível e menos exposta às oscilações do mercado”, afirma. A empresa atua no desenvolvimento de plataformas tecnológicas para gestão de frotas e segurança operacional, permitindo a integração de dados e serviços no ambiente logístico. Dessa forma, soluções como telemetria, videomonitoramento e plataformas digitais passam a viabilizar modelos de assinatura, ampliando o ticket médio e a retenção de clientes. “A tecnologia passa a funcionar como uma camada de inteligência que fortalece o negócio principal e cria novas oportunidades de receita ao longo do tempo”, reforça Neri. Além disso, o movimento também alcança o agronegócio, onde a digitalização da logística tem impacto direto nos custos operacionais. Com o uso de dados e monitoramento em tempo real, produtores e operadores conseguem reduzir desperdícios, evitar falhas mecânicas e aumentar a eficiência no transporte da safra. “Esses ganhos operacionais têm impacto direto na rentabilidade, especialmente em um cenário em que o custo logístico é um dos principais fatores de pressão para o produtor rural”, detalha o executivo. Para empresas de software, a incorporação de dados operacionais das frotas abre espaço para expansão de portfólio sem necessidade de novos investimentos em hardware. Assim, aumenta-se o valor agregado das plataformas e amplia-se a oferta de serviços. Por fim, o modelo de receita recorrente no transporte tende a apresentar maior estabilidade em comparação à comercialização de produtos físicos. A venda de serviços contínuos, baseada em assinaturas, contribui para reduzir a sazonalidade típica do setor e cria uma base mais previsível de faturamento ao longo do tempo. “A recorrência permite que empresas atravessem períodos de baixa venda de ativos sem perda significativa de receita. É uma mudança estrutural na forma como o setor captura valor”, finaliza Neri.
Queda nas vendas de caminhões impulsiona receita recorrente no transporte, sinaliza Platform Science

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